22 de junho de 2014

Nico Rosberg vence GP da Áustria de Fórmula 1.

Após marcarem a dobradinha da primeira fila do grid, Felipe Massa e Valtteri Bottas largaram bem, os dois completaram a primeira volta em primeiro e segundo, apesar de Rosberg ter chegada a ultrapassar o finlandês.

Massa liderou a corrida até sua primeira parada. Daí, dois erros, mas da Williams: primeiro, ter esperado que a Mercedes fizesse sua parada antes, segundo, ter demorado um tanto a mais que os rivais no trabalho dos mecânicos em si. Já de cara, Felipe apareceu em quinto após a primeira troca de pneus e depois chegou ao quarto posto, e lá ficou até o resto da prova, até distante de seu companheiro, assim, Hamilton e Bottas foram os pilotos a completar o pódio no retorno da categoria à Spielberg.

Podemos dizer que o fim de semana foi produtivo para a Williams, conseguiu uma pole e um pódio, ambas conquistas que não ocorriam desde 2012 com Maldonado.

A próxima etapa da F1 acontece daqui a duas semanas, em Silverstone, na Inglaterra.


F1, GP da Áustria, Spielberg, final:
16NICO ROSBERGALEMERCEDES1:27:54.97671voltas
244LEWIS HAMILTONINGMERCEDES+1.932 
377VALTTERI BOTTASFINWILLIAMS MERCEDES+8.172 
419FELIPE MASSABRAWILLIAMS MERCEDES+17.358 
514FERNANDO ALONSOESPFERRARI+18.553 
611SERGIO PÉREZMEXFORCE INDIA MERCEDES+28.546 
720KEVIN MAGNUSSENDINMcLAREN MERCEDES+32.031 
83DANIEL RICCIARDOAUSRED BULL RENAULT+43.522 
927NICO HÜLKENBERGALEFORCE INDIA MERCEDES+44.137 
107KIMI RÄIKKÖNENFINFERRARI+47.777 
1122JENSON BUTTONINGMcLAREN MERCEDES+50.966 
1213PASTOR MALDONADOVENLOTUS RENAULT+1 volta 
1399ADRIAN SUTILALESAUBER FERRARI+1 volta 
148ROMAIN GROSJEANFRALOTUS RENAULT+1 volta 
1517JULES BIANCHIFRAMARUSSIA FERRARI+2 voltas 
1610KAMUI KOBAYASHIJAPCATERHAM RENAULT+2 voltas 
174MAX CHILTONINGMARUSSIA FERRARI+2 voltas 
189MARCUS ERICSSONSUECATERHAM RENAULT+2 voltas 
1921ESTEBAN GUTIÉRREZMEXSAUBER FERRARI+2 voltas

Classificação do campeonato:

21 de junho de 2014

Dobradinhas na primeira fila do grid da McLaren.

Por curiosidade a que mais vezes conseguiu tal feito, McLaren.

Meus dados começam no ano de 1970, portanto, não incluem anos anteriores.


Dobradinhas na primeira fila do grid da Williams.


VW up! brasileiro será vendido na Argentina, Chile, Colômbia e Bolívia

A Volkswagen já fez o lançamento oficial do up! na Argentina, carro que, em sua versão de acesso, terá preço equivalente a R$ 31.100 reais (veja detalhes aqui), sendo o mesmo carro fabricado no Brasil e exportado para o país platino. Ainda este ano começam as vendas em outros países da América do Sul.

O início dos embarques do up! para a Argentina já começou, como o envio de 2.000 unidadesnas versões 2 e 4 portas em versões similares às oferecidas no Brasil: take up!, move up!, high up!, black up!, e white up!.

Além da Argentina, o Volkswagen up! fabricado em Taubaté será vendido também em outros mercados da América do Sul, como Bolívia, Chile, Colômbia, Equador e Paraguai.

O up! vendido na Argentina tem algumas diferenças técnicas para a atender à legislação argentina, como a calibração do motor, que na Argentina será movido somente a gasolina, diferente do Brasil onde o modelo é equipado com o motor Total Flex, nas versões duas e quatro portas.

Fonte: http://www.car.blog.br/



Peugeot deveria aproveitar o embalo do 208 e urgentemente fabricar também o 108, lançado na Europa, aqui no Brasil.

Fonte: http://www.car.blog.br/

A Peugeot lança o carro sub-compacto Peugeot 108 no mercado europeu - modelo fabricado na República Checa para impor concorrência ao Citroën C1, Toyota Aygo e Volkswagen up!.

O Peugeot 108 estará disponível na Europa em oito cores diferentes, carrocerias de três e cinco portas e dois tipos de motores:1.0-VTI de 68 cavalos e 1.2 VTI de 82 cavalos, ambos com tecnologia Tecnologia Pure, e três versões Access, Ative e Allure. 


A montadora francesa oferece também kits de personalização com sete temas diferentes para adesivos decorativos: o elegante "Kilt" passando pelo glamouroso "Diamond", o duotone "Dual", tecnológica "código de barras" "Tatuagem" e o jovem e esportivo "Sport".

Dependendo da versão o Peugeot 108 contará com itens como sistema de acesso e partida sem chave, bancos em couro, ar-condicionado automático, câmera traseira, sistema multimídia com navegação integrado, espelhos aquecidos, bancos aquecidos, rodas de liga-leve, faróis de neblina, sistema de iluminação diurna em LED, volante de couro, entre outros itens.

Um dos destaques do Peugeot 108 é o baixo consumo. A versão do carro com motor 1.0 VTI de 68 cavalos apresenta consumo médio (no ciclo europeu) de 24,1 Km/l. Essa configuração apresenta um desempenho que permite ao carro acelerar de 0 a 100 Km/h em 14,3 segundos para atingir uma velocidade máxima de 157 Km/h. Já o Peugeot 108 1.2 VTI oferece consumo médio de 23,2 Km/k, acelerando de 0 a 100 Km/h em 11 segundos para atingir uma velocidade máxima de 170 Km/h.

Proprietários de Chevrolet Captiva são afetados com quebras no câmbio.


Fonte: http://www.vrum.com.br/

Em junho de 2010, o médico José Pinto Mendonça de Oliveira, morador de Itabira, na região Central, comprou um Chevrolet Captiva zero-quilômetro 09/10 com câmbio automático de quatro marchas e motor 2.4 16V de quatro cilindros. Há cerca de quatro meses fez a última revisão na autorizada. Alguns dias depois, aos 45 mil quilômetros, o câmbio parou de funcionar. “Reduzi a velocidade para passar em um quebra-molas e o carro parou. Não entrou a primeira marcha. Consegui engatar a terceira e rodei uns 30 quilômetros até chegar à cidade mais próxima, quando parou de vez”, conta. 


O veículo foi levado a uma concessionária em Itabira e depois rebocado até outra em Belo Horizonte. Trocaram o óleo, o que não resolveu. O diagnóstico da fábrica foi substituir a caixa de marchas – sem garantia – por R$ 39 mil! “Disseram que apesar de saber que se tratava de um defeito de fábrica, não se responsabilizariam. Pedi então que me passassem isso por escrito, mas disseram que não poderiam”, afirma.



Um casal de Belo Horizonte, que preferiu não ter o nome divulgado, também comprou um Captiva 2.4 ano/modelo 09/10 em junho de 2010, que em torno dos 45 mil quilômetros, em novembro do ano passado, apresentou o mesmo problema. A troca de toda a caixa também foi negada em garantia e o orçamento passado para o casal, mais “ameno”, foi de R$ 25 mil. O casal fez o conserto em oficina particular, que ficou em R$ 6,8 mil. 



PIOR NA V6 O empresário e DJ Jonas Brendler, do Rio Grande do Sul, também viveu situação parecida com outro Captiva, porém, 08/09, com motor 3.6 V6 (seis cilindros) e câmbio automático de seis marchas. O problema começou na marcha a ré. Mais uma vez, a solução apontada pela revenda autorizada seria a troca da caixa. Preço: R$ 30 mil. “Foi então que descobri uma oficina em São Paulo, que tinha conseguido resolver o problema. Mandei a caixa, gastei cerca de R$ 12 mil e o conserto ficou ótimo. Continuo com o carro”, finaliza. 



ÁPICE A oficina a que se refere Jonas é a Automatik, especializada em câmbio automático. Um dos proprietários, Cesar Sanches, confirma que o problema é recorrente, principalmente nos Captiva V6, que ele repara desde 2012. Devido ao tempo de uso, no entanto, agora os casos começam a aparecer com mais frequência. E ele acrescenta que também já há muitas reclamações de proprietários da versão de quatro cilindros. “De 2008 a 2010 é um festival. Agora estamos no ápice das reclamações em relação ao Captiva”, afirma. 



SEIS CILINDROS Segundo Cesar, o defeito que atinge os Captiva de quatro e seis cilindros não é exatamente o mesmo. “O Captiva V6 criou a fama. A transmissão é a 6T70 e a peça problemática é um disco mola que quebra bem cedo com consequências catastróficas, pois quase sempre resulta na perda total do câmbio. Essa peça tem defeito de fabricação. É mal temperada e rompe”, diz. “E a postura da GM é de não dar garantia em muitos casos e para trocar o câmbio cobram cerca de R$ 30 mil”, continua. De acordo com Cesar, a peça em questão, que é uma mola em forma de disco, não é cara (custa cerca de US$ 5). O problema é que quando ela rompe gera um efeito dominó e vai quebrando outras. “Uma mola não pode quebrar. E muitas vezes não há nenhum sintoma, o motorista não percebe. Quando chega aqui, o carro já não roda”, relata. Para resolver o problema, as peças são importadas e, especialmente no caso do disco mola, em versão atualizada, que segundo ele não dará problemas futuros. Normalmente, o conserto fica em menos de um terço do cobrado pelas revendas autorizadas porque aproveita-se a carcaça da caixa.
QUATRO CILINDROS Já o problema no câmbio dos Captiva quatro cilindros está na chamada engrenagem planetária, conforme Cesar. “É a principal engrenagem do câmbio. Uma peça que só dá problema em carros muito velhos. Mas no caso do Captiva também foi mal projetada, quebra e estraga a carcaça. Nesse caso, existe um problema de lubrificação”, afirma. Cesar explica que também nesse caso o carro para de funcionar subitamente, às vezes com alguns trancos antes da parada total. “Na quatro cilindros, o que estraga é o conjunto planetário. Estoura a arruela de agulha, que cai no meio das engrenagens e estraga tudo. Ela estoura porque há uma espécie de sobrecarga nesse rolamento”, explica outro dono de oficina, que preferiu não ter o nome divulgado. Segundo ele, normalmente é um conserto simples, que fica entre R$ 3 mil e R$ 4 mil. Já para as V6, a dificuldade em se encontrarem peças vem inviabilizando o conserto por oficinas particulares. 



JUSTIÇA A advogada Fabiana Sobral, especializada em direito do consumidor, é de São Paulo, e já atendeu mais de 10 clientes com reclamações em relação ao câmbio da Captiva (a maioria versão V6). 



PONTUAIS Em resposta à reportagem, a GM informou que considera pontuais os casos indicados pela reportagem e reitera que a rede de concessionárias e oficinas está preparada para oferecer atendimento por meio das mais de 600 revendas existentes no Brasil. (Colaborou Gabriel Contin).