25 de janeiro de 2009

Passeio de carro elétrico é a nova atração do Aterro do Flamengo

Veículos serão conduzidos por guias de turismo.Prefeito promete ampliar o patrulhamento e ordem na região., fonte: www.g1.com.br
Cariocas e turistas passaram a contar, a partir deste domingo (25), com carrinhos elétricos para visitar algumas atrações turísticas do Rio. O passeio turístico foi inaugurado no Aterro do Flamengo, na Zona Sul do Rio.

Os carros elétricos serão conduzidos por guias de turismo e circularão no Parque do Flamengo, do Monumento a Estácio de Sá até o Museu de Arte Moderna. Durante o percurso, são realizadas visitas guiadas a alguns pontos do parque.

No Monumento aos Pracinhas os passageiros ainda podem assistir a um DVD sobre a paisagem criada por Burle Marx. Os preços para passear no carrinho variam de R$ 5 a R$ 127, de acordo com o tempo de duração e o roteiro escolhido.

A inauguração contou com a presença do prefeito Eduardo Paes, que, acompanhado da mulher e dos dois filhos, percorreu alguns trechos do Aterro em um dos carrinhos.
Falta de segurança

Diante da reclamação de moradores que estavam no local nesta manhã, o prefeito Eduardo Paes prometeu aumentar a segurança na área. "Estamos atentos a isso e vamos ampliar a atenção para devolver a ordem e a tranqüilidade ao parque", disse Paes.

Neve cobre região de deserto no Oriente Médio

Fenômeno é tão raro que dialeto local não tem a palavra 'neve'. Imagens da montanha de Al Jees mostram a transformação, fonte: www.g1.com.br
Quase 20 centímetros de neve cobriram neste fim de semana uma montanha dos Emirados Árabes Unidos, um fenômeno pouco habitual neste país do Oriente Médio com características de deserto. O fenômeno foi registrado na montanha de Al Jees, que fica ao nordeste da cidade de Ras al-Jamiah (norte do país), informou a agência de notícias oficial WAM. O cenário é tão raro que, no dialeto local, não existe uma palavra para designar a neve, diz o jornal “The National”.


7 de janeiro de 2009

Veja a lista dos 10 carros mais vendidos no Brasil em 2008 - Fiat lidera

O Gol conquista pelo 22º ano seguido o título de carro mais vendido do país, mas mesmo vendendo 285.949 unidades em todo o ano, não foi capaz de fazer a Volkswagen retomar a liderança entre as montadoras. Com isso, quem comemora é a Fiat que por mais um ano foi a montadora que mais vendeu no Brasil.

Confira a lista dos 10 carros mais vendidos no Brasil em 2008:
1º Volkswagen Gol- 285.949
2º Fiat Palio- 197.224
3º Fiat Uno- 141.873
4º GM Corsa Sedan- 131.730
5º GM Celta- 130.387
6º Volkswagen Fox-Crossfox- 115.069
7º Fiat Siena- 95.307
8º Honda Civic- 67.703
9º Ford Ka- 64.887
10º Ford Fiesta Hatch- 58.825.

Ranking das montadoras em 2008:
A Fiat conquistou o primeiro lugar pelo quinto ano consecutivo entre as montadoras ao registrar 657.699 carros e comerciais leves vendidos em 2008. A Volkswagen ficou na segunda posição com 585.192 unidades. Na terceira colocação aparece a GM com 548.874 carros vendidos, seguida pela Ford com 260.143. Os destaque foi a retomada da quinta colocação pela Honda ao vender 117.202 carros, ultrapassando assim, a Renault que comercializou 115.157 veículos. A Peugeot ficou com a sétima posição, com 82.675 carros vendidos, seguida da Toyota com 80.845. A Citroën, com 68.291 veículos vendidos, assume a nona colocação.

Veja a participação no mercado de cada montadora:
1º Fiat: 24,62%
2º Volkswagen: 21,91%
3º GM: 20,54%
4º Ford: 9,74%
5º Honda: 4,4%
6º Renault: 4,31%
7º Peugeot: 3,9%
8º Toyota: 3,03%
9º Citroën: 2,56%
10° Hyundai: 1,64%
11º Mitsubish: 1,54%
Outros: 2,62%
Dados: Fenabrave

Venda de ingressos para o desfile do Grupo Especial é nesta quarta

Liga Independente das Escolas realiza nesta quarta-feira, a partir das 9h, a venda dos ingressos para arquibancadas especiais e cadeiras individuais dos desfiles do Grupo Especial do Carnaval 2009. Será utilizado o mesmo sistema de venda dos últimos cinco anos (linhas telefônicas) para os moradores das cidades com código (21).

Para quem se encontra no código de área telefônica (21), a venda para o Sábado das Campeãs será efetuada no dia 22 de Janeiro de 2009, no mesmo sistema. COMO É A VENDA (CÓDIGO DE ÁREA 21):

O interessado disca o número do setor que deseja adquirir e o sistema solicita que seja digitado o número do CPF (teclar pausadamente o número); após a validação do CPF, o comprador recebe a informação de que pode adquirir até 4 (quatro) ingressos por dia de desfile e é questionado para que dia há o interesse; confirmada(s) a(s) quantidade(s), o sistema fornece uma senha e informa a agência Bradesco onde, nos dias 13 e 14 de janeiro, deverá efetivar a compra dos ingressos.

COMPRADORES FORA DO CÓDIGO DE ÁREA 21:
Foram reservados cerca de 15% dos ingressos de cada setor, que também serão vendidos a partir do dia 7 de janeiro, às 9h. O serviço será prestado através de call-center, com cobrança de taxa de serviço. Cada comprador poderá adquirir até quatro ingressos por dia de desfile. Para compradores fora do código de área (21) já estará disponível o Sábado das Campeãs. Tel: 0xx21-3035-7676 Telefones para compra:Setor 3 - Telefone: 2125-0003 - Preço: R$ 180Setor 4 - Telefone: 2125-0004 - Preço: R$ 110Setor 5 - Telefone: 2125-0005 - Preço: R$ 240Setor 7 - Telefone: 2125-0007 - Preço: R$ 300Setor 11 - Telefone: 2125-0011 - Preço: R$ 200Setor 6 - Telefone: 2125-0006 - Preço: R$ 110Setor 13 - Telefone: 2125-0013 - Preço: R$ 110

No Brasil: Renault anuncia suspensão de mil funcionários por cinco meses no PR

Como medida para evitar demissões em consequência da crise internacional, metalúrgicos da montadora Renault, em assembleia realizada nesta segunda-feira (05), aceitaram a suspensão por cinco meses de mil trabalhadores da fábrica de São José dos Pinhais no Paraná.

Este total equivale a 30% da mão-de-obra da marca francesa no Brasil. O acordo estabelece que estes funcionários não trabalharão neste período, mas receberão bolsa de qualificação profissional paga pelo Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT) e ajuda compensatória da montadora para atingir o valor integral do salário.

O acordo também garante a computação destes cinco meses para o pagamento de férias, 13º salário e FGTS, mas não será considerado para a aposentadoria. Uma nova decisão sobre a manutenção destes postos de trabalho será feita após este prazo.

Os 5+ do Pit Stop - Cinco equipes que fazem falta na Fórmula 1

Em quase 60 anos de história, mais de 150 equipes já se aventuraram na Fórmula 1. A grande maioria não deixou a menor saudade, mas outras ainda são lembradas com carinho pelos fãs da categoria. Relembre cinco delas.
Membro da Força Aérea Britânica na II Guerra Mundial, Ken Tyrrell tentou a sorte como piloto após o conflito, mas se consagrou como chefe de equipe. Entre 1968 e 1998, a Tyrrell Racing disputou 463 corridas, venceu 33 vezes e conquistou três títulos - em 1969, 1971 e 1973, sempre com Jackie Stewart. Com a aposentadoria do escocês, a Tyrrell entrou em decadência. Apesar disso, ainda fez história com o famoso modelo P34, o "Tyrrell de seis rodas", e com o carro "bico de tubarão" no início dos anos 90.
Comandada pelo extravagante Eddie Jordan, a Jordan Grand Prix foi uma das equipes mais queridas do grid da Fórmula 1. Para muitos, o carro verde usado no ano de estréia, em 1991, é um dos mais bonitos que já passaram pela categoria. No total, a Jordan disputou 250 corridas e conquistou quatro vitórias. Além disso, chegou a brigar pelo título de 1999, quando o alemão Heinz-Harald Frentzen terminou em terceiro. A Jordan terminou sua história em 2005 e a estrutura da equipe foi herdada pela Force India.
De início, a Brabham era a equipe do australiano Jack Brabham, primeiro e único piloto a ganhar um título num time próprio. A partir dos anos 70, a equipe passou para o comando de Bernie Ecclestone e, durante mais de uma década, permaneceu entre as grandes da Fórmula 1. De 1962 a 1992, foram 402 corridas, 35 vitórias e quatro títulos de pilotos, conquistados em 1966, 1967, 1981 e 1983. Em meados da década de 80, a Brabham caiu e jamais se recuperou, fechando as portas por falta de dinheiro no meio de 1992.
A Minardi nunca ganhou nada. Jamais fez uma pole e fechou sua participação na F-1 com uma média de 0,1 ponto por corrida. De 1985 a 2005, a Minardi andou sempre lá atrás e não conseguiu nenhum resultado melhor do que terminar três vezes em quarto lugar. Apesar disso tudo, garantiu seu lugar na história da categoria por simbolizar o mais puro amor ao esporte, já que o mais importante era simplesmente fazer parte da F-1. A Minardi deixou a categoria em 2005, mas sua herança é hoje propriedade da Toro Rosso.
Fundada pelo genial engenheiro Colin Chapman, a Lotus talvez tenha sido a equipe responsável pelo maior número de revoluções tecnológicas na Fórmula 1. Da introdução do motor Ford Cosworth ao famoso "efeito-solo", a Lotus quase sempre esteve na vanguarda das novidades. De 1958 a 1994, foram 489 corridas, 73 vitórias, sete títulos de construtores e seis de pilotos. Pela equipe, correram alguns dos maiores nomes da história do esporte, de Jim Clark a Mika Hakkinen, passando por Graham Hill, Jochen Rindt, Emerson Fittipaldi, Ronnie Peterson, Mario Andretti, Nigel Mansell, Ayrton Senna e Nelson Piquet.

*A seção "Os 5+ do Pit Stop" é publicada todas as terças e quintas no Pit Stop**Fotos: F1-Facts.com / sem crédito divulgado.


4 de janeiro de 2009

INSS inicia concessão mais ágil de aposentadoria nesta segunda

Governo promete conceder benefício em 30 minutos.Isso é possível em razão da adoção de cadastro informatizado, fonte: www.g1.com.br
A partir desta segunda-feira (5), as agências do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) já estão aptas a conceder, em 30 minutos, aposentadorias por idade aos trabalhadores urbanos, com reconhecimento automático de direitos.

Em vez da exigência de apresentar uma série de documentos, que pode fazer o processo demorar mais de um ano, o trabalhador já pode requisitar a aposentadoria apresentando somente a carteira de identidade.

A maior agilidade na concessão das aposentadorias por idade é possível, segundo o Ministério da Previdência, a partir da aprovação da lei que autorizou o INSS a ampliar a base de dados certificados do Cadastro Nacional de Informações Sociais (CNIS), utilizado na concessão das aposentadorias.

Essa lei foi regulamentada pelo decreto 6.722, publicado em edição extra do "Diário Oficial" de 31 de dezembro. A lei também criou a figura do microempreendedor individual, que permitirá a trabalhadores com pequenos negócios informais se inscrever na Previdência Social pagando alíquota reduzida de 11% sobre o salário mínimo.
Demais benefícios
Ainda de acordo com a Previdência, gradualmente, os dados do CNIS estarão disponíveis para a concessão dos demais benefícios da Previdência Social. Em março de 2009, por exemplo, a previsão é que seja possível conceder aposentadoria por tempo de contribuição para trabalhadores urbanos e, em julho, a concessão de aposentadoria por idade para trabalhadores rurais.

O decreto 6.722 regulamenta ainda a criação do cadastro de dados dos segurados especiais da Previdência, que são os pequenos produtores rurais, pescadores artesanais, seringueiros, bem como cônjuges e filhos destes.

O INSS fechou parcerias com entidades representativas dos trabalhadores rurais, como a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura (Contag) e a Via Campesina, para pesquisar os dados sobre esses trabalhadores para montagem do cadastro até julho de 2009.

Desordem urbana entra na mira da Prefeitura do Rio

Dois mil servidores vão atuar na operação ‘Dia D’, do choque de ordem.Ação vai ocorrer simultaneamente em vários bairros, fonte: www.g1.com.br
Moradores de rua, flanelinhas, ambulantes, transportes piratas e donos de construção irregulares: todos vão entrar na mira do secretário de Ordem Pública, Rodrigo Bethlem, a partir desta segunda-feira (5). Ele dará início pela manhã à operação “Dia D”, do choque de ordem urbana. Ele quer reorganizar os espaços públicos da cidade.

A operação, que será realizada por cerca de dois mil servidores, vai contar com a participação de órgãos municipais, como Guarda Municipal, Rioluz, Comlurb e secretarias, e órgãos estaduais, como as polícias Civil e Militar. A ação acontecerá simultaneamente em vários bairros da cidade, a começar pela região da Tijuca, na Zona Norte. A operação IpaBacana, realizada pelo governo do estado em Ipanema, na Zona Sul, será agora estendida pela prefeitura à Gávea, na Zona Sul.
Para o secretário, o maior desafio será acabar com os moradores de rua. Bethlem quer combater as pessoas que dormem em bancos de praça, nas calçadas ou debaixo de pontes e viadutos. Segundo ele, os espaços públicos são para as pessoas circularem e não para servir de moradia.
Depois de anunciar cortes, Paes promete construção de 100 mil moradias.
Prefeito se reuniu com presidente do BID para reiniciar Favela Bairro. 'A prefeitura vai trabalhar com todas as fontes de financiamentos', diz.
Mesmo diante de um cenário de crise econômica e um dia depois de anunciar cortes no orçamento, o prefeito Eduardo Paes saiu otimista de uma reunião com o presidente do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), Luiz Alberto Moreno, nesta sexta-feira (2). Ele anunciou que serão investidos 300 milhões de dólares - sendo 150 milhões do BID - para construir cem mil moradias populares, nos quatro anos de governo, e que vai promover a terceira fase do Programa Favela Bairro. “Esse programa é importante para a cidade e queremos fazer alguns ajustes para dar um foco ambiental. O Favela Bairro não pode ser só um programa de urbanização, mas também de intervenções nas casas das pessoas e melhorias na área social, portanto tem que ser mais completo e atender as demandas da população”, disse o prefeito que, logo cedo visitou o bairro Vila Kennedy, na Zona Oeste, e prometeu investimentos para melhorar a rede de saneamento na região. Paes ainda recebeu a visita do padre Jorjão, que benzeu seu gabinete.

Segundo ele, outro assunto tratado no encontro foi a colaboração de técnicos do Banco Mundial para que a cidade se prepare para a Copa de 2014 e a possibilidade de que o BID ofereça consultorias para que a prefeitura implemente o choque de gestão proposto por Paes.
O prefeito, mesmo com o prenúncio de crise, acredita que os projetos anunciados por sua administração não serão inviabilizados. “A prefeitura, a partir de agora, vai trabalhar muito em parceria com todas as fontes de financiamentos possíveis e imagináveis. Fontes externas, como é o caso do BID, e fontes internas, do governo federal, do estado para dar o máximo de serviço à população.”

O secretário de Habitação, deputado Jorge Bittar, que, num ato falho, por duas vezes confundiu o nome de Paes com o ex-prefeito Cesar Maia, afirmou que no final de janeiro vai receber uma missão do BID para detalhar os projetos do Favela Bairro 3. Bittar é autor de uma emenda que permite ao Rio de Janeiro contrair esse financiamento com o BID. A administração passada não assinou o contrato e perdeu o prazo em junho. Nessa terceira fase do programa, o secretário acredita que a medida será aprovada no Senado e beneficiará pelo menos 30 comunidades. “Nossa expectativa de aprovação da emenda é a melhor possível. Já foi aprovada por unanimidade na Câmara dos Deputados e não há qualquer tipo de objeção porque não se restringe à cidade do Rio de Janeiro. O dispositivo amplia a capacidade de endividamento de todos os entes públicos, desde que seja para dar continuidade a projetos que já estão em andamento e que tenha uma avaliação positiva”, explicou.
O secretário estima que o déficit habitacional na cidade seja de 350 mil pessoas em situação de baixa renda, para quem serão destinadas as construções de 100 mil moradias populares. “Vamos aproveitar os vazios urbanos, cadastrando os terrenos públicos, municipais, estaduais e federais. Já constituímos uma força tarefa para fazer esse levantamento e desimpedir essas áreas para que sirvam de locais de moradias.” Ele pretende também recorrer às linhas de financiamento da Caixa Econômica Federal para programas como de arrendamento habitacional, aos créditos associativo e solidário e subsídios da União permitidos através do Fundo de Garantia de tempo de Serviço (FGTS) de até R$ 14 mil para quem possui renda de até um salário mínimo. Bittar disse ainda que no programa Favela Bairro 3 vai exigir maior participação das comunidades e dar mais ênfase à questão ambiental. “Vamos fiscalizar para impedir a expansão das favelas, ter cuidado com as encostas e estimular o processo de reflorestamento.”