13 de agosto de 2012

VW SANTANA PODE ESTAR VOLTANDO


Fonte: carplace.virgula.uol.com.br

No mês passado, o BNDES aprovou financiamento de R$ 342 milhões para a Volkswagen do Brasil e confirmou que o montante seria destinado à produção de novos modelos. A família Up! já estava praticamente confirmada e recentes flagras “oficializam” a linha por aqui. No entanto, um dos modelos ainda era uma incógnita, sendo tratado apenas como um novo sedã médio. Para a alegria dos saudosistas, ele está voltando: o Volkswagen Santana.

Na China, o Novo Santana já é uma realidade. A nova geração substituirá o veterano modelo, o mesmo que foi vendido no Brasil e ainda permanece em linha em três versões. Até a revista inglesa AutoCar já andou em protótipo do modelo, sem o logo da fabricante, mas nem precisava, pois a identidade global já entrega o jogo.

Para o mercado chinês, a Volkswagen decidiu utilizar a mesma plataforma PQ25, ou seja, a mesma do nosso Polo Sedan. É esta plataforma que também deve ser utilizada para a produção do Novo Santana brasileiro (nome que ainda não está definido oficialmente), provavelmente com entre-eixos maior. Com a volta do modelo, a Volkswagen entrará na briga dos sedãs compactos espaçosos, como Chevrolet Cobalt e Nissan Versa, apesar de classifica-lo como sedã médio.

Por aqui, o Novo Santana deve ocupar o espaço do atual Polo Sedan, modelo que já está defasado em relação ao europeu, e obviamente, com preço mais atrativo que o Jetta. Podemos esperar assim um Novo Santana equipado com o motor 1.6 de 8 válvulas, o mesmo que equipa as linhas Gol, Fox, Polo e Golf. Uma possível versão 2.0 também pode ser oferecida com atual propulsor 2.0 de 8 válvulas que atualmente entrega até 120 cavalos de potência.


Exército não teria como responder a guerra


Assinada em 2008, a Estratégia Nacional de Defesa (END) prevê o reaparelhamento das Forças Armadas do país em busca de desenvolvimento e projeção internacional, mirando a conquista de um assento permanente no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). No entanto, poucas medidas previstas no decreto tiveram avanços desde então.

O Exército, que possui o maior efetivo entre as três Forças (são 203,4 mil militares), está em situação de sucateamento. Segundo relato de generais, há munição disponível para cerca de uma hora de guerra.


O Exército usa o mesmo fuzil, o FAL, fabricado pela empresa brasileira Imbel, há mais de 45 anos. Por motivos estratégicos, os militares não divulgam o total de fuzis que possuem em seu estoque, mas mais de 120 mil unidades teriam mais de 30 anos de uso.

Carros, barcos e helicópteros são escassos nas bases militares. O índice de obsolescência dos meios de comunicações ultrapassa 92% - sendo que mais de 87% dos equipamentos nem pode mais ser usado, segundo documento do Exército ao qual o G1teve acesso. Até o início de 2012, as fardas dos soldados recrutas eram importadas da China e desbotavam após poucas lavadas.

A Estratégia Nacional de Defesa elencou entre os pontos-chave a proteção da Amazônia, o controle das fronteiras e o reaparelhamento da tropa, com o objetivo de obter mobilidade e rapidez na resposta a qualquer risco. Defesa cibernética e recuperação da artilharia antiaérea também estão entre os fatores de preocupação.

Um centro de defesa contra ataques virtuais começou a ser instalado pelo Exército em 2010, em Brasília, mas ainda é enxuto e não conseguiu impedir ataques a uma série de páginas do governo durante a Rio+20, em junho deste ano.

O Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), iniciativa que busca vigiar mais de 17 mil quilômetros de divisas com 10 países, começará a ser implantado ainda em 2012, com um teste na fronteira do Mato Grosso do Sul com Paraguai e Bolívia.

Segundo o general Walmir Almada Schneider Filho, do Estado-Maior do Exército, a Força criou 245 projetos para tentar atingir os objetivos da Estratégia Nacional de Defesa. Ele afirma que os recursos, porém, chegam aos poucos.

Nos últimos 10 anos, a percentagem do Produto Interno Bruto (PIB) investido em defesa gira em torno de 1,5%, segundo números do Ministério da Defesa - em 2011, o valor foi de R$ 61,787 bilhões. Durante a crise econômica, entre 2003 e 2004, o índice chegou a 1,43%. O maior percentual foi registrado em 2009, quando 1,62% do PIB foram destinados para o setor.
Em 2012, o Exército receberá cerca de R$ 28,018 bilhões, mas 90% serão destinados ao pagamento de pessoal. Desde 2004, varia entre 9% e 10% o montante disponível para custos operacionais e investimentos.
A ideia do ministro da Defesa, Celso Amorim, é elevar gradativamente os gastos com defesa para a média dos demais países dos Brics (Rússia, Índia e China), que é de 2,4%. Segundo afirmou em audiência no Senado, o objetivo é fazer o Brasil ter maior peso no cenário internacional.
“Nós perdemos nossa capacidade operacional, sabemos dessa defasagem. A obsolescência é grande. Por isso, um dos nossos projetos busca a recuperação da capacidade operacional. Até 2015, devemos receber R$ 10 bilhões só para isso”, afirma o general Schneider Filho, responsável pelos estudos da END no Estado-Maior do Exército.
Dois generais da alta cúpula, que passaram para a reserva recentemente, afirmaram aoG1 que o Brasil não tem condições de reagir a uma guerra. “Posso lhe afirmar que possuímos munição para menos de uma hora de combate”, diz o general Maynard Marques de Santa Rosa, ex-secretário de Política, Estratégia e Assuntos Internacionais do Ministério da Defesa.
“A quantidade de munição que temos sempre foi a mínima. Ela quase não existe, principalmente para pistolas e fuzis. Nossa artilharia, carros de combate e grande parte do armamento foram comprados nas décadas de 70, 80. Existe uma ideia errada de que não há ameaça. Mas se ela surgir, não vai dar tempo de atingir a capacidade para reagir”, alerta o general Carlos Alberto Pinto Silva, ex-chefe do Comando de Operações Terrestres (Coter), que coordena todas as tropas do país.
“Nos últimos anos, o Exército só tem conseguido adquirir o mínimo de munição para a instrução. Os sistemas de guerra eletrônica (rádio, internet e celular), a artilharia e os blindados são de geração tecnológica superada. Mais de 120 mil fuzis têm mais de 30 anos de uso. Não há recursos de custeio suficientes”, diz Santa Rosa. Ele deixou o Exército em fevereiro de 2010, demitido por Lula após chamar a Comissão da Verdade, que investiga casos de desaparecidos políticos na Ditadura, de “comissão da calúnia”.
Segundo o Livro Branco, documento que reúne dados sobre a defesa nacional, o Exército possui 71.791 veículos blindados, a maioria deles comprados há mais de 30 anos. Apenas um é do modelo novo, o Guarani, entregue em 2012 e que ainda está em avaliação. Um contrato inicial de R$ 41 milhões foi fechado para a aquisição dos primeiros 16 novos carros de combate. No último dia 7, um novo contrato foi assinado para a aquisição de outras 86 viaturas Guarani, ao custo de R$ 240 milhões.
"Nenhuma nação pode abrir mão de ter um Exército forte, que se prepara intensivamente para algo que espera que nunca ocorra. A população tem que entender que é preciso ter essa capacidade ociosa, sempre, para estar pronto para dar uma resposta se um dia for necessário", defende o general Fernando Vasconcellos Pereira, diretor do Departamento de Educação e Cultura do Exército.
Para saber quais equipamentos, tecnologias e armas precisam ser compradas e que outras mudanças são necessárias, o Exército criou o Grupo Lins, que reúne uma equipe para prever cenários de conflitos ou crises - internos ou externos - em que a sociedade e os políticos possam exigir a atuação dos militares até 2030.
O objetivo é antever problemas, sejam econômicos, sociais, de segurança pública ou de calamidade, e saber quais treinamentos devem ser dados aos soldados até lá.
Nesses cenários, a Amazônia e as fronteiras estão entre as maiores preocupações. O texto revisado da Estratégia Nacional de Defesa, entregue pelo governo ao Congresso Nacional em 17 de julho, destaca "a ameaça de forças militares muito superiores na região amazônica”.
Para impedir qualquer ataque, o Exército prepara o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (Sisfron), que, através de um conjunto de sensores, radares e câmeras, permitirá a visualização de tudo o que ocorre nas fronteiras em tempo real. Os equipamentos facilitarão a repressão ao tráfico de drogas e armas, ao contrabando e aos crimes ambientais. A previsão é de que o sistema esteja totalmente operando em 2024.
O alto valor que o governo pretende passar para o Sisfron - R$ 12 bilhões até 2030 – movimentou o mercado nacional e fez com que empresas se unissem buscando soluções para vencer a licitação em andamento. Entre as interessadas estão Odebrecht, Andrade Gutierrez e Embraer, que fizeram parcerias com grandes indústrias do setor.
Para o historiador e criador do Núcleo de Estudos Estratégicos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Geraldo Cavanhari, o Exército está em transformação e precisa se adequar para os inimigos do futuro. “O inimigo, seja interno ou externo, agora está extremamente bem armado. Por enquanto, não temos ameaças explícitas, mas temos que cuidar da nossa casa e estar preparados para responder, caso seja necessário”.
O general da reserva Carlos Alberto Pinto Silva diz que o problema continua sendo o orçamento. "Um coronel argentino me disse que eles aprenderam na guerra nas Malvinas que, se não existe a capacidade mínima de responder, não dá tempo para adquirir. Não adianta chorar depois”, afirma.
Estudioso da área, o professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Ronaldo Fiani entende que a abertura democrática e a criação do Mercosul provocaram mudanças na forma da população conceber a proteção do país, Consequentemente, foram feitos cortes nos investimentos militares. “O fim da ditadura e a união dos países latinos fez com que houvesse enfoque em integração, com diminuição do investimento na área militar", explica.

Burocracia, crises financeiras e déficit fiscal também são entraves para maior disponibilidade de recursos. “A única forma dos militares receberem mais investimentos é se integrando à pesquisa acadêmica e às empresas, como ocorre nos países desenvolvidos", diz Fiani.

O general Walmir Almada Schneider Filho concorda com o professor. “No primeiro mundo, o povo tem a mentalidade de que defesa e desenvolvimento caminham juntos e complementam-se. Um impulsiona o outro. Nós não queremos chegar neste patamar [de país voltado para a guerra], mas criar uma mentalidade de defesa, para que o povo discuta o assunto", diz.
“Eu acho que a redução dos investimentos tem relação com o período militar e a própria mentalidade da população, que vê como melhor alternativa aplicar os recursos em outro setor fundamental, como saúde, educação, etc", acrescenta Schneider Filho.

"Não há um palmo sobre o território brasileiro que não esteja sob a responsabilidade de uma tropa do Exército. Somos a organização mais presente em todo o território e que tem meios de chegar o quanto antes em qualquer situação. Por isso, assumimos cada vez mais responsabilidades e temos que ter capacidade para atuar em situações de emergência”, diz o general José Fernando Yasbech, também do Estado-Maior do Exército.

Yasbech se refere aos múltiplos empregos do Exército em ações civis dentro do país, como as operações de Garantia da Lei e da Ordem (GLO), como a Constituição determina o emprego militar em casos graves de segurança pública. Além disso, o militares são convocados para o apoio em caso de enchentes, abertura de estradas, construção de pontes, distribuição de ajuda humanitária, apoio em eleições, combate à dengue e à aftosa, entre outros.
Em 2012, mais uma linha de atuação está sendo aberta: os militares serão responsáveis pela defesa e proteção de infraestruturas estratégicas do país, como hidrelétricas, usinas nucleares, indústrias essenciais e centros financeiros e de telecomunicações a partir da criação do projeto Proteger. O programa terá recursos na casa dos R$ 9,6 bilhões e reunirá órgãos públicos dos estados e informações necessárias para prevenir, conter ou reprimir ataques ou acidentes nesses locais.
São mais de seis mil infraestruturas estratégicas existentes no país, sendo que 364 estão entre as mais críticas, conforme levantamento do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) da Presidência da República.
"O trabalho será tanto no sentido de prevenir acidentes nessas estruturas como também de identificar riscos e, eventualmente, contê-los", diz o general José Fernando Yasbech, que responde pelo projeto.
O trabalho começará no Paraná, com a implementação de um centro de ação conjunta com polícia, Bombeiros e Defesa Civil para defender a Usina de Itaipu.

“O reaparelhamento das Forças Armadas vai além de apenas dizer que um país pacifista está tomando uma atitude de se tornar mais bélico. O emprego dos militares tem sido bem diferente nos últimos anos, seja em ações de defesa civil, de segurança pública, de apoio aos órgãos estaduais. E isso demanda alterações estruturais profundas na política, na mentalidade da população e em investimentos”, diz Iberê Pinheiro Filho, mestre em Relações Internacionais e estudioso da Estratégia Nacional de Defesa.

Procurado para comentar a atual situação do Exército, o ex-ministro de Assuntos Estratégicos Roberto Mangabeira Unger, que escreveu o texto da Estratégia Nacional de Defesa, disse que se considerava "moralmente impedido de falar" devido à "relação íntima e especial com as ações e tarefas de que tratará a reportagem".

"Direi apenas o que escrevi na dedicatória de um livro que dei à biblioteca do Exército, por mãos do general que a comanda: o Exército brasileiro é a mais importante instituição do Brasil", afirmou Mangabeira Unger ao G1.








12 de agosto de 2012

Veja como será o compacto Chevrolet Onix


Fonte: http://www.blogauto.com.br por:  (iG Carros/João Kleber do Amaral)

E o “relógio” da General Motors deve voltar a andar para frente no segmento popular em breve. Explico: na minha opinião, o Celta foi uma involução. Sucedeu o Corsa, que era um projeto moderno na época, mas sem trazer nada de positivo, apenas um visual atualizado. A montadora aos poucos foi melhorando acabamento, motorização e equipamentos e o hatch até que respondeu bem. Tem uma imagem boa com seus donos, alto valor de revenda, mas nunca conseguiu atingir o objetivo para o qual nasceu: bater o Gol e o Mille em vendas.
Pois agora, com a chegada do Onix, a GM vai voltar a “evoluir” entre os hatches pequenos. O modelo, como se vê nas projeções do iG Carros, terá um visual bem atraente, nível de equipamentos maior, mais espaço e, dizem, motores mais econômicos, embora os mesmos 1.0 e 1.4 atuais.
Como não deve aposentar o Celta, o Onix pode acrescentar as vendas que faltam para a GM encostar na Volkswagen e na Fiat. Isso porque em tese o Celta deve ter seu preço reduzido para o patamar onde está o Uno Mille e o Ka. Com isso, a Chevrolet conseguirá compensar a migração dos clientes para o Onix que, por sua vez, pode atrair uma parcela maior de consumidores que hoje não compram nem Celta e nem Agile.
A versão sedã do Onix, segundo se comenta, chegará apenas no início de 2013 e, ao contrário doCelta, matará o Prisma, que não vende muito. O grande empecilho para o Onix nem será o Gol – que muda nesta semana – nem o Palio, que já deve estar no seu limite de vendas. O problema será a safra de novos hatches que estão chegando como o Etios, da Toyota, o “HB20″, da Hyundai, e o novo Ka, da Ford. Aí, sim, vamos saber como ficará dividido esse segmento, o mais volumoso do mercado.

Jogos Olímpicos de Londres 2012

Agora é aguardar os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro, os primeiros jogos que serão realizados na América do Sul.

Confira os resultados final dos países participantes das Olimpíadas de Londres 2012.

(colocação-país-ouro-prata-bronze-total de medalhas)
1Estados Unidos 462929104
2China 38272287
3Reino Unido 29171965
4Rússia 24253382
5Coreia 138728
6Alemanha 11191444
7França 11111234
8Itália 891128
9Hungria 84517
10Austrália 7161235
11Japão 7141738
12Casaquistão 71513
13Holanda 66820
14Ucrânia 65920
15Cuba 53614
16Nova Zelândia 53513
17Irã 45312
18Jamaica 44412
19República Tcheca 43310
20Coreia, RPD 4026
21Espanha 310417
22Brasil 35917
23Belarus 35513
24África do Sul 3216



10 de agosto de 2012

Tradição reeditará samba da Portela para 2013


A escola de samba Tradição, que integra o novo Grupo de Acesso denominado Série Ouro, reeditará o samba da Portela do ano de 1981, composto por David Corrêa, que contou a história do enredo "Das Maravilhas do Mar, fez-se o Esplendor de uma Noite", na época, desenvolvido por Viriato Ferreira.
Para 2013, o responsável pela criação do tema será o carnavalesco, Orlando Júnior, e o intérprete que entoará o hino na Marquês de Sapucaí, Marquinhos Silva.
A azul e branca será a 3ª agremiação a desfilar, sábado de Carnaval.
Relembre o samba-enredo da Portela, do ano de 81.
Enredo: Das maravilhas do mar, fez-se o esplendor de uma noite (Reedição do GRES Portela - 1981)
Deixa-me encantar
Com tudo teu, e revelar
O que vai acontecer
Nesta noite, de esplendor
O mar subiu na linha do horizonte,
Desaguando como fonte
Ao vento a ilusão teceu
O mar… ô o mar
Por onde andei mareou, mareou
Rolou na dança das ondas
No verso do cantador
Dança quem tá na roda                     
Roda de brincar                     
Prosa na boca do vento        
E vem marear                        
Eis o cortejo irreal
Com as maravilhas do mar
Fazendo o meu carnaval
É a vida, a brincar
A luz raiou pra clarear a poesia
Num sentimento que desperta na folia
Amor, amor
Amor, sorria, ô, ô, ô
Um novo dia despertou
E lá vou eu                                                      
Pela imensidão do mar                                 
Esta onda que borda a avenida de espuma
Me arrasta a sambar                                      
(e lá vou eu…)