5 de janeiro de 2014

Os carros mais vendidos no ano de 2013.

No acumulado do ano, mais uma vez o Gol encerrou 2013 como líder de vendas, seguido do Uno, enquanto o Palio fechou o pódio. A dupla dos Fiesta, novo e velho, ambos hatch, teve ótimo desempenho e ficou em quarto, certamente levantado pelas vendas da versão mais nova. O Siena também se deu bem, vendendo 129.120. Já o Onix fechou bem pouquinho a frente do HB20 com poucas unidades de diferença.
Nos utilitários a Fiat Strada fechou com mais unidades vendidas, sendo seguida pela Saveiro e pela Ford EcoSport.

Automóveis

1) VW Gol/Novo Gol – 255.057
2) Fiat Uno/Novo Uno – 184.362
3) Fiat Palio – 177.014
4) Ford Fiesta/New Fiesta Hatch – 136.712
5) VW Fox/Cross Fox – 129.927
6) Fiat Siena – 129.825
7) Chevrolet Onix – 122.333
8) Hyundai HB20 – 122.320
9) VW Sandero – 102.514
10) VW Voyage – 89.759
11) Chevrolet Corsa Classic - 86.936
12) Chevrolet Celta - 74.647
13) Chevrolet Prima - 61.301
14) Honda Civic - 60.670
15) Chevrolet Cobalt - 59.685
16) Toyota Corola - 54.103
17) Chevrolet Spin - 41.983
18) Honda Fit - 40.637
19) Fiat Punto - 40.407
20) Hyundai HB20 S – 35.382
21) Toyota Etios Hatch - 34.801
22) Citröen C3 - 33.669 
23)Chevrolet Agile - 30.120
24) Renault Clio - 29.911
25) Honda City - 29.243
26) Ford Fiesta/New Fiesta Sedan - 29.048
27) Toyota Etios Sedã - 27.236
28) Chevrolet Cruze Sedã - 26.525
29) Ford Ka - 26.252
30) Nissan March - 24.255



Comerciais Leves

1) Fiat Strada – 122.904

2) VW Saveiro – 72.370
3) Ford EcoSport – 66.097
4) Chevrolet S10 – 54.251
5) Renault Duster - 50.222
6) Montana – 46.707
7) Hilux – 42.625
8) VW Kombi – 25.221
9) VW Amarok – 24.191
10) Ford Ranger – 22.014


4 de janeiro de 2014

Vendas de carros em dezembro de 2013.

Em um mês de muitos destaques, o VW Gol (incluindo gerações IV e VI) fechou dezembro com 24.828 emplacamentos, seu melhor desempenho em 2013. A grande novidade ficou por conta do Ford Fiesta (versões Rocan e New), que assumiu a segunda posição graças às 16.299 unidades, novo recorde do modelo.
O Fiat Palio (14.319) repetiu a mesma posição de novembro e completou o pódio, à frente de um Fiat Siena (versões EL e Grand) que também assegurou seu melhor desempenho desde o lançamento (13.747). Em queda, o Fiat Uno (incluindo Mille) fechou o top 5 ao emplacar 13.114 unidades, pior resultado desde fevereiro.
Atrás do VW Fox / Crossfox (11.887), o Chevrolet Onix (11.761) assegurou o segundo melhor resultado desde o lançamento e mais uma vez ficou à frente do Hyundai HB20 (11.318), que garantiu o melhor desempenho no 2º semestre.
Nono colocado, o Renault Sandero emplacou 10.626 unidades e registrou seu melhor desempenho no ano e o melhor desde agosto do ano passado (11.742), seu mês de recorde.
Fechando o top 10 pela primeira vez em 2013, a nova geração do Chevrolet Prisma (8.383) assegurou seu novo recorde de vendas, mesma situação do Hyundai HB20S (16º, 5.460) e do Chevrolet Cruze Hatch (26º, 2.660).
Após um novembro fraco, a Fiat Strada começou a sentir os efeitos práticos da reestilização e voltou a emplacar mais de 11 mil unidades (11.321), abrindo quase cinco mil unidades de vantagem sobre a VW Saveiro (6.371).
Em melhor resultado no ano e segundo melhor desde o lançamento, o Renault Duster (6.215) completou o pódio e abriu mais de mil unidades de vantagem em relação ao rival Ford Ecosport (5.098), quinto – entre eles, uma Chevrolet S10 (5.401) em seu melhor momento em 2013.
Em seu último mês de produção, a agora aposentada VW Kombi encerrou 2013 com chave de ouro e emplacou 2.700 unidades desde agosto do ano passado (2.724). Destaques também para o Toyota Hilux SW4 (14º, 1.355) e para o Land Rover Evoque (26º, 719), que registraram seus novos recordes de vendas.

2 de janeiro de 2014

Os Caças Mirage 2000 do Brasil foram desativados.

Fonte parcial: http://g1.globo.com

,O ano de 2014 começa com uma nova aeronave de combate defendendo a Esplanada dos Ministérios e o Palácio do Planalto. Desde a aposentadoria do caça Mirage 2000, um F-5 assumiu a prontidão na Base Aérea de Anápolis, em Goiás, com a missão de interceptar e até abater qualquer avião suspeito que ameace o espaço aéreo na região central do país.
 

Fabricado pela norte-american Northrop  e tendo sido usado na guerra do Vietnã (1955-1975), o F-5 começou a ser comprado pelo Brasil na década de 70 como um caça tático e passou por um processo de modernização nos últimos anos na Embraer, recebendo novos sistemas de radares e nova tecnologia de aviação.
O Brasil possui 57 unidades de F-5, distribuídos em Manaus (AM), Rio de Janeiro e Canoas (RS). Um dos F-5 foi deslocado no dia 31 do Rio Grande do Sul para Anápolis, recebendo armas e munições assim que o Mirage número 4948 decolou para o museu da Aeronáutica no Rio de Janeiro, às 10h42, deixando assim de fazer parte da proteção do país.


“A noite do réveillon e o primeiro dia de proteção aqui foram tranquilos. Não fomos acionados nenhuma vez”, diz o tenente-coronel  Carlos Afonso, de 42 anos, que comanda o esquadrão de F-5 da FAB em Canoas e que foi pessoalmente para Anápolis para assumir a responsabilidade no primeiro dia de ação do caça para defender Brasília.

“O F-5 tem uma velocidade operacional inferior em relação ao Mirage. Mas a missão vai ser cumprida da mesma maneira. Garantimos a defesa”, afirma Afonso. Ele é o piloto que está de prontidão nesta quarta-feira (1º).



No fim da década de 90, a Força Aérea Brasileira criou o projeto FX, que consistia na escolha de um novo caça que substituísse os Mirage IIIE, baseados em Anápolis. Foram então pré-selecionados os seguintes modelos: Lockheed Martin F-16 C/D, JAS-39 Gripen A/B, MIG 29, Sukhoi Su-27, Eurofighter 2000 e o Mirage 2000-5.

A Embraer apoiou o Mirage 2000-5, projetando em conjunto com a Dassault Aviation, uma versão que atendesse aos requisitos da Força Aérea Brasileira, batizada de Mirage 2000Br.

A aeronave foi oferecida através de um consórcio da Embraer com a Dassault.

Devido à demora da decisão na concorrência da Índia, a Dassault anunciou o fechamento da linha de produção do Mirage 2000. Com o novo programa aberto com o nome de FX-2 para a compra inicial de 36 caças, o concorrente francês passou a ser o Rafale F3.
Com essa mudança em 2006 o governo decidiu comprar 12 caças Mirage 2000, (sendo 10 da versão C, interceptador) e (02 da versão B, de treinamento com dois assentos) todos usados da França, a fim de dar uma solução provisória ao problema de defasagem aérea brasileira enquanto o FX-2 não era concluido.

Pelo acordo de 80 milhões de euros, a França forneceu 12 aviões de caça que se encontram operando na AdA, além de peças, armamentos, treinamento e serviços. Todas as aeronaves passaram por uma grande revisão antes da entrega. Todas as 12 aeronaves foram entregues entre 2005 e 2008. O contrato de manutenção se encerrar em dezembro de 2013 quando todas as aeronaves deverão deixar o serviço.

O modelo que fez o último voo no dia 31 tinha 6.100 horas de voo.

Ao contrário do F-5, que atinge até 1,9 vez a velocidade do som, o Mirage atinge até 2,2 vezes a velocidade do som. Enquanto o Mirage chegaria a Brasília em 5 minutos, partindo de Anápolis, o F-5 demora cerca de 7 minutos.

 Os F-5 ficarão em Anápolis até que comecem a chegar os Gripen N/G, o caça sueco escolhido pela presidente Dilma Rousseff como a nova aeronave de combate da Aeronáutica. Serão compradas 36 unidades por US$ 4,5 bilhões. A ideia da Aeronáutica é pegar emprestado com a Suécia 12 aviões Gripen de uma versão anterior a que ainda será fabricada, que podem chegar já em 2015.

Segundo o coronel Afonso, foi solucionado o problema que havia em algumas unidades de F-5 da FAB e provocava a queda do canopi (a capa que protege o cockpit, onde o piloto fica). “Foi um caso pontual, de ajuste. Já foi sanado e não tivemos mais problemas”, afirma ele.

A Aeronáutica possuía 12 Mirages, que deveriam ter sido aposentados já em 2011 devido à situação de sucateamento e à falta de armamento. Para estender a vida útil até o ano passado, 6 deles foram “decepados”  (tiveram peças tiradas) para que os outros 6 continuassem operando. Em Anápolis, no dia 31, apenas 5 ainda “existiam”. Um deles foi para o museu da FAB. Os outros quatro ainda aguardam destinação no hangar.

4 caças Mirage ainda aguardam destinação em Anápolis (Foto: Tahiane Stochero/G1)4 caças Mirage, que deixaram de ser utilizados pelo Brasil dia 31, ainda aguardam destinação em Anápolis. Eles poderão ter peças aproveitadas (Foto: Tahiane Stochero/G1)
“Ainda não sabemos o que será feito deles. Será conversado com a França, que é a fabricante. Algumas peças poderão ser reutilizadas”, afirma o coronel Sérgio Bastos, comandante da base aérea de Anápolis. Segundo a FAB, não há previsão de que os aviões sejam revendidos.

O capitão Augusto Ramalho, de 33 anos, fez no dia 31 a última hora de voo do Mirage, do avião que desde 2006 protegia o espaço aéreo do país, em especial, as fronteiras da Amazônia, do Centro Oeste e do o Planalto.  Ele partiu às 10h42 para o Rio. Para ele, foi o voo mais difícil da vida. "Realmente, foi muito difícil. Não devido ao voo em si, que foi tranquilo. Mas pela emoção. Por ser o último, ficamos todos tocados”, desabafou.

O sargento Edmar Divino de Souza fez a remoção dos últimos cartuchos de munição do Mirage 4948 antes da decolagem para o museu no Rio de Janeiro. “É um ciclo que se encerra. Estou há 12 anos trabalhando aqui, o Mirage já faz parte da nossa família. Agora começa um novo ano, novos aprendizados serão necessários para a nova aeronave”, diz ele

CBF já estuda mais uma virada de mesa, agora pró Vasco.

A iminente chuva de ações na Justiça comum de torcedores da Portuguesa contra o rebaixamento do time, decretado nos tribunais esportivos, já ligou o alerta da CBF. E existe um estudo para viabilizar o Brasileirão de 2014 com novo tamanho e formato.
O presidente da CBF, José Maria Marin, conversou nos últimos dias com Marco Polo Del Nero, seu vice, sobre a possibilidade de a edição deste ano contar com 24 clubes, incluindo Lusa, Vasco, Ponte e Náutico, que caíram.
Até a Globo já entrou na conversa e deu seu pitaco: a emissora que paga os direitos de transmissão do Brasileirão quer a volta da fórmula do mata-mata – os índices de audiência do campeonato desde a introdução dos pontos corridos, em 2003, despencam ano após ano.
Em cima disso, a CBF cogita organizar um torneio com dois grupos de 12 times, cada. Eles se enfrentariam em turno e returno, apenas contra adversários de sua chave. Os quatro primeiros colocados de cada grupo passariam às quartas de final, quando começaria o mata-mata.
Existe importante vantagem prática em um eventual Brasileirão desta maneira: ele só teria 28 datas, dez a menos do que o modelo de 2013. E o futebol nacional vive problema sério de calendário, principalmente pela realização da Copa do Mundo, que vai abocanhar quase dois meses do ano.
Política - Por trás de uma eventual virada de mesa, também há um cunho político. Em abril, ocorre a eleição para a presidência da CBF e apenas os presidentes de clubes da Série A têm direito a voto. Com a inclusão de Lusa, Vasco, Ponte e Náutico, Marco Polo, candidato da situação, pode garantir mais quatro votos.
Além dos times, têm direito a voto os presidentes das 27 federações de futebol do país. Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, será o candidato da oposição.

30 de dezembro de 2013

Embraer realiza primeiro voo do jato Legacy 450

A Embraer informou que o novo jato executivo Legacy 450 realizou neste sábado (28) seu primeiro voo com sucesso.
No voo inaugural, de 1 hora e 35 minutos, a aeronave realizou manobras para avaliação das características de voo e executou uma variedade de testes de sistemas, segundo a companhia.
"Com tecnologia de comandos de voo eletrônicos full fly-by-wire e a mais espaçosa cabine da sua classe, esta aeronave terá atributos e amenidades singulares", disse o vice-presidente de Operações da Embraer Aviação Executiva, Marco Túlio Pellegrini, em comunicado.
O Legacy 450 é um jato executivo da categoria mid-light com uma cabine de passageiros de 1,82m de altura e piso plano.


29 de dezembro de 2013

Problemas no motor põe Chevrolet na mira da Justiça.

Fonte: http://www.vrum.com.br


O cerco está se fechando contra a General Motors, que resiste em fazer um recall para resolver o problema que atinge cerca de 49 mil motores 1.0, 1.4 e 1.8 dos modelos Onix, Prisma, Cobalt, Spin, Celta, Classic, Agile e Montana, ano/modelo 2013. O caso será analisado por um órgão do Ministério da Justiça, que pode solicitar um novo laudo técnico para confirmar se existe risco à segurança, o que resultaria no chamado coletivo para reparar o defeito. 



Conforme denúncia feita pelo caderno VRUM, proprietários de modelos da marca foram surpreendidos com a perda de potência repentina de seus carros, em alguns casos no momento de uma ultrapassagem, gerando situação de risco. Foram registradas ocorrências de quebra de válvulas do motor, com a consequente troca do cabeçote. 


A princípio, a GM informou que eram casos isolados e, por não comprometer a segurança, não havia a necessidade de se convocar o recall. Porém, posteriormente, a montadora informou que o problema era relacionado à “falta de tratamento térmico nas travas dás válvulas, podendo interferir na durabilidade dos componentes”. A rede de concessionárias da marca já vinha fazendo a troca das peças defeituosas sem custos para os clientes, mas sem assumir a existência do problema.

Agora, o Ministério da Justiça vai avaliar o caso e definir se a GM será obrigada ou não a fazer o recall. Vamos aguardar.


27 de dezembro de 2013

McLaren-Honda MP4/4, o melhor Fórmula 1 da história


Para o jornalista carioca Rafael Lopes, o melhor carro da história da Fórmula 1, foi o que obteve 15 vitórias em 16 GPs disputados. O McLaren-Honda MP4/4 pilotado pelos gênios Ayrton Senna e Alain Prost.  Projetado pelo americano Steve Nichols com a supervisão de Gordon Murray, diretor-técnico do time na ocasião, foi absoluto na temporada de 1988. Foi o último carro campeão da Era Turbo, nas mãos de Senna.

Concordo, eles sobravam com esse carrão.



Seguro de carro completo deve cobrir enchente.

Os motoristas que contrataram seguro completo — que inclui roubo, colisão e incêndio — para seus carros devem ficar tranquilos em relação à cobertura contra enchente em água doce (que exclui o mar). De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), a proteção é exigência nos pacotes completos desde 2004. 
Com as chuvas de verão — como as que deixaram quase 60 mil desabrigados no Espírito Santo—, a quantidade de sinistros neste período aumenta 30% em relação ao resto do ano. Anualmente, os casos de carros submersos em água doce aumentam 15%, calcula a Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg).
Antes de precisar usar o seguro, contudo, é preciso ficar atento às particularidades de sua apólice para evitar que uma enchente resulte na perda parcial ou total do seu veículo (confira sete cuidados no quadro abaixo). Atualmente, não existe apólice exclusiva para enchentes. É necessário contratar um pacote completo.
Segundo Maria Inês Dolci, coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste), antes de fechar o contrato, é preciso detalhar com veracidade onde você vai deixar o carro no período da noite e quem vai dirigí-lo, incluindo possíveis motoristas.
"Isso é fundamental porque na hora que ocorrer uma enchente, eles podem alegar que você não avisou que haveria um segundo motorista ou que deixaria o carro na rua", exemplifica ela. 
Além disso, no caso de uma enchente, o motorista segurado deve entrar em contato automaticamente com a seguradora, evitando contratar guincho e limpeza automotiva particular, por exemplo. "Eles podem transferir para você a responsabilidade de ter retirado ou limpado o veículo de forma errada", alerta Maria Inês.
O segurado que costuma viajar também deve ter atenção. Isso porque o seguro cobre apenas submersão do carro em água doce. Ou seja, andar com o carro na praia pode representar um risco irreparável.
Para a seguradora ressarcir o segurado, ele precisa comprovar que foi pego de surpresa pela enchente", adverte Luiz Alberto Pomarole, vice-presidente da FenSeg.
Acelerar o carro para passar pela enchente, por exemplo, não configura surpresa, exemplifica Pomarole. Logo, não há cobertura pela seguradora nesta situação. 
Apólices completas
Segundo Marcelo Sebastião, diretor de auto da Porto Seguro, 99% das apólices de veículos contratadas pelos brasileiros são completas. Ou seja, incluem a cobertura contra enchente, incêndio, roubo e colisão. "Dificilmente, o motorista vai ficar sem cobertura nesse caso", garante ele.
As ocorrências de carros submersos em água doce crescem até 40% na seguradora durante o verão. Há anos, no entanto, que registram aumento de 50%. Para agilizar o processo de retirada do veículo nesses casos, a Porto comprou caminhões especializados em tirar carros da água.
"É como se fosse um guindaste que suspende o veículo sem causar mais danos ao carro", explica o executivo.
A seguradora também oferece um pacote que cobre higienização e troca de estofado no caso de alagamento do veículo. Os serviços estão inclusos nos produtos "Porto Seguro Mais Mulher", "Porto Seguro Mais" e "Auto Sênior". O limite de valor é de R$ 800. 
Apesar do aumento na quantidade de ocorrências no período de verão, o número de carros rebocados em enchentes ainda é bastante pequeno, pondera Laur Diuri, diretor de sinistros da Allianz Seguros. 
Na seguradora, por exemplo, há 200 sinistros de enchente por mês contra 7 mil de colisão. "A quantidade [de ocorrências] só ganha representatividade quando há grandes catástrofes, como a que ocorreu no Espírito Santo", acrescenta.
7 cuidados para garantir a cobertura em caso de enchente:
1- Dê preferência à apólice completa de seguro — somente ela inclui enchente
2- Mantenha o veículo em local seguro durante a noite
3- No caso de enchente, ligue automaticamente para a seguradora
4- Evite deixar pessoas não incluídas no contrato dirigirem o carro
5- Nunca acelere o veículo para fugir da enchente
6- Evite dirigir perto de praia; o seguro não inclui submersão em água salgada
7- Dê preferência aos serviços de guincho e limpeza oferecidos pela seguradora
Fontes: FenSeg, Proteste e http://economia.ig.com.br