7 de janeiro de 2014

Banco Bradesco é condenado ao pagamento de R$ 1 milhão por Danos Morais Coletivos.

O Bradesco foi condenado em R$ 1 milhão por dano moral coletivo por delegar a tarefa de transporte de valores para funcionários administrativos, no lugar de convocar profissionais legalmente habilitados para o serviço.
Segundo nota publicada no site do Ministério Público do Trabalho (MPT), a decisão também obriga o banco a contratar policiais militares e profissionais afins, sob pena de multa de R$ 50 mil por trabalhador encontrado em situação irregular.



Por fim, o Bradesco também terá de divulgar a decisão em todos os quadros de avisos da instituição, inclusive nas agências, pelo prazo mínimo de um ano.
A sentença foi dada pela 10ª Vara do Trabalho de Belém, em ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Trabalho (MPT).
Os casos
O Bradesco foi processado em maio de 2013, após o MPT comprovar denúncia do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários dos Estados do Pará e Amapá.
A entidade apontou a morte de um policial militar e o ferimento de um empregado do banco, que foi baleado de raspão, durante uma tentativa de assalto no transporte de valores no Pará em junho de 2011.
Outro caso registrado foi o de um gerente do Bradesco, que em fevereiro de 2013 foi interceptado na barreira da Polícia Federal enquanto transportava R$ 60 mil em uma pasta de plástico.
Segundo o MPT, o dinheiro havia saído da agência do município de Benevides, no Pará, para o Posto de Atendimento Avançado de Santa Bárbara.
Procurado às 19h30, o Bradesco não se manifestou até o momento.

Fiat amplia garantia de motor e câmbio para três anos


A Fiat confirmou nesta semana que estendeu a garantia de toda sua linha de carros de passeio no Brasil. De acordo com a marca, a cobertura para motor e câmbio passou para 36 meses, abrangendo defeitos de montagem ou de fabricação e incluindo a garantia legal de 90 dias. A regra, no entanto, não se aplica à gama de comerciais leves (Strada, Uno Frugão, Doblò Cargo, Fiorino e Ducato) e aos modelos vendidos como táxi.

Outra novidade diz respeito ao Punto e Idea. Desde o dia 1º, informa a Fiat, ambos passam a contar com garantia total de dois anos, em igualdade com Bravo e 500, além de cobertura de 36 meses específica para motor e câmbio. Freemont e Linea seguem com garantia de 3 anos. Demais modelos continuam com garantia contratual de 1 ano, assim como os veículos usados como táxi.


5 de janeiro de 2014

Nissan March nacional já terá novo visual.

Para quem está esperando pela versão nacional do March, que sairá da nova linha de produção da Nissan em Resende, no Rio de Janeiro, há uma boa notícia: o modelo brasileiro chegará às concessionárias em maio deste ano – mês previsto para o início das operações da nova unidade fabril da empresa – já com o novo visual, apresentado pela montadora japonesa há quase um ano.
Em comparação com a versão comercializada atualmente em nosso País, o novo Nissan March ganhou significativas mudanças na parte dianteira da carroceria, com direito a novos faróis, nova grade e novo para-choque, formando um conjunto mais agressivo, além de novas lanternas na parte traseira e rodas redesenhadas.
Por dentro também há mudanças, com direito a um novo console central, que exibe novas saídas de ar (agora quadradas) e acabamento em preto piano.

Hyundai i30 com motor 1.8 já está sendo oferecido por R$ 69.990,00

O Hyundai i30 de nova geração chegou ao Brasil entre janeiro e fevereiro do ano passado, com preços entre R$ 75.000 e R$ 85.000, com versão de entrada e versão “completíssima”, que inclui até mesmo itens como bancos com regulagem elétrica, freio de estacionamento elétrico, teto solar panorâmico, xenon, etc.
Mas nem mesmo o efeito novidade conseguiu manter o hatch médio na liderança de seu segmento, como tinha acontecido com a geração anterior, já que a CAOA exagerou ao cobrar mais de R$ 80.000 por um hatch com motor 1.6 um tanto fraco para seu tamanho. Em julho passado, publicamos que seu preço já tinha caído para R$ 66.000 à vista e em alguns casos até menos.
Agora, conforme publicamos em outubro, o modelo já conta com motor 1.8 no Brasil (passando de menos de 130 para 148 cavalos de potência) conforme nos informou o leitor José Silva, que encontrou a novidade em uma concessionária de Brasília. O preço pedido é de R$ 72.500 pela versão básica, que apesar de não ter alguns itens da versão mais cara, é bem recheada. O câmbio é automático de seis marchas.
A versão mais completa ainda não tem previsão de chegada segundo a loja, que também informou que pode reduzir este preço para R$ 71.000 se for para fechar negócio, dependendo da negociação (dinheiro, troca, etc).

Outras concessionárias do Brasil já contam com o modelo no showroom, porém apenas na versão de entrada e com câmbio automático por R$ 69.990 (podendo sair por menos de acordo com a negociação). Enquanto isso, a versão 1.6 sairá do mercado gradativamente e o 1.8 topo de linha deve chegar até março para completar a gama.




Os carros mais vendidos no ano de 2013.

No acumulado do ano, mais uma vez o Gol encerrou 2013 como líder de vendas, seguido do Uno, enquanto o Palio fechou o pódio. A dupla dos Fiesta, novo e velho, ambos hatch, teve ótimo desempenho e ficou em quarto, certamente levantado pelas vendas da versão mais nova. O Siena também se deu bem, vendendo 129.120. Já o Onix fechou bem pouquinho a frente do HB20 com poucas unidades de diferença.
Nos utilitários a Fiat Strada fechou com mais unidades vendidas, sendo seguida pela Saveiro e pela Ford EcoSport.

Automóveis

1) VW Gol/Novo Gol – 255.057
2) Fiat Uno/Novo Uno – 184.362
3) Fiat Palio – 177.014
4) Ford Fiesta/New Fiesta Hatch – 136.712
5) VW Fox/Cross Fox – 129.927
6) Fiat Siena – 129.825
7) Chevrolet Onix – 122.333
8) Hyundai HB20 – 122.320
9) VW Sandero – 102.514
10) VW Voyage – 89.759
11) Chevrolet Corsa Classic - 86.936
12) Chevrolet Celta - 74.647
13) Chevrolet Prima - 61.301
14) Honda Civic - 60.670
15) Chevrolet Cobalt - 59.685
16) Toyota Corola - 54.103
17) Chevrolet Spin - 41.983
18) Honda Fit - 40.637
19) Fiat Punto - 40.407
20) Hyundai HB20 S – 35.382
21) Toyota Etios Hatch - 34.801
22) Citröen C3 - 33.669 
23)Chevrolet Agile - 30.120
24) Renault Clio - 29.911
25) Honda City - 29.243
26) Ford Fiesta/New Fiesta Sedan - 29.048
27) Toyota Etios Sedã - 27.236
28) Chevrolet Cruze Sedã - 26.525
29) Ford Ka - 26.252
30) Nissan March - 24.255



Comerciais Leves

1) Fiat Strada – 122.904

2) VW Saveiro – 72.370
3) Ford EcoSport – 66.097
4) Chevrolet S10 – 54.251
5) Renault Duster - 50.222
6) Montana – 46.707
7) Hilux – 42.625
8) VW Kombi – 25.221
9) VW Amarok – 24.191
10) Ford Ranger – 22.014


4 de janeiro de 2014

Vendas de carros em dezembro de 2013.

Em um mês de muitos destaques, o VW Gol (incluindo gerações IV e VI) fechou dezembro com 24.828 emplacamentos, seu melhor desempenho em 2013. A grande novidade ficou por conta do Ford Fiesta (versões Rocan e New), que assumiu a segunda posição graças às 16.299 unidades, novo recorde do modelo.
O Fiat Palio (14.319) repetiu a mesma posição de novembro e completou o pódio, à frente de um Fiat Siena (versões EL e Grand) que também assegurou seu melhor desempenho desde o lançamento (13.747). Em queda, o Fiat Uno (incluindo Mille) fechou o top 5 ao emplacar 13.114 unidades, pior resultado desde fevereiro.
Atrás do VW Fox / Crossfox (11.887), o Chevrolet Onix (11.761) assegurou o segundo melhor resultado desde o lançamento e mais uma vez ficou à frente do Hyundai HB20 (11.318), que garantiu o melhor desempenho no 2º semestre.
Nono colocado, o Renault Sandero emplacou 10.626 unidades e registrou seu melhor desempenho no ano e o melhor desde agosto do ano passado (11.742), seu mês de recorde.
Fechando o top 10 pela primeira vez em 2013, a nova geração do Chevrolet Prisma (8.383) assegurou seu novo recorde de vendas, mesma situação do Hyundai HB20S (16º, 5.460) e do Chevrolet Cruze Hatch (26º, 2.660).
Após um novembro fraco, a Fiat Strada começou a sentir os efeitos práticos da reestilização e voltou a emplacar mais de 11 mil unidades (11.321), abrindo quase cinco mil unidades de vantagem sobre a VW Saveiro (6.371).
Em melhor resultado no ano e segundo melhor desde o lançamento, o Renault Duster (6.215) completou o pódio e abriu mais de mil unidades de vantagem em relação ao rival Ford Ecosport (5.098), quinto – entre eles, uma Chevrolet S10 (5.401) em seu melhor momento em 2013.
Em seu último mês de produção, a agora aposentada VW Kombi encerrou 2013 com chave de ouro e emplacou 2.700 unidades desde agosto do ano passado (2.724). Destaques também para o Toyota Hilux SW4 (14º, 1.355) e para o Land Rover Evoque (26º, 719), que registraram seus novos recordes de vendas.

2 de janeiro de 2014

Os Caças Mirage 2000 do Brasil foram desativados.

Fonte parcial: http://g1.globo.com

,O ano de 2014 começa com uma nova aeronave de combate defendendo a Esplanada dos Ministérios e o Palácio do Planalto. Desde a aposentadoria do caça Mirage 2000, um F-5 assumiu a prontidão na Base Aérea de Anápolis, em Goiás, com a missão de interceptar e até abater qualquer avião suspeito que ameace o espaço aéreo na região central do país.
 

Fabricado pela norte-american Northrop  e tendo sido usado na guerra do Vietnã (1955-1975), o F-5 começou a ser comprado pelo Brasil na década de 70 como um caça tático e passou por um processo de modernização nos últimos anos na Embraer, recebendo novos sistemas de radares e nova tecnologia de aviação.
O Brasil possui 57 unidades de F-5, distribuídos em Manaus (AM), Rio de Janeiro e Canoas (RS). Um dos F-5 foi deslocado no dia 31 do Rio Grande do Sul para Anápolis, recebendo armas e munições assim que o Mirage número 4948 decolou para o museu da Aeronáutica no Rio de Janeiro, às 10h42, deixando assim de fazer parte da proteção do país.


“A noite do réveillon e o primeiro dia de proteção aqui foram tranquilos. Não fomos acionados nenhuma vez”, diz o tenente-coronel  Carlos Afonso, de 42 anos, que comanda o esquadrão de F-5 da FAB em Canoas e que foi pessoalmente para Anápolis para assumir a responsabilidade no primeiro dia de ação do caça para defender Brasília.

“O F-5 tem uma velocidade operacional inferior em relação ao Mirage. Mas a missão vai ser cumprida da mesma maneira. Garantimos a defesa”, afirma Afonso. Ele é o piloto que está de prontidão nesta quarta-feira (1º).



No fim da década de 90, a Força Aérea Brasileira criou o projeto FX, que consistia na escolha de um novo caça que substituísse os Mirage IIIE, baseados em Anápolis. Foram então pré-selecionados os seguintes modelos: Lockheed Martin F-16 C/D, JAS-39 Gripen A/B, MIG 29, Sukhoi Su-27, Eurofighter 2000 e o Mirage 2000-5.

A Embraer apoiou o Mirage 2000-5, projetando em conjunto com a Dassault Aviation, uma versão que atendesse aos requisitos da Força Aérea Brasileira, batizada de Mirage 2000Br.

A aeronave foi oferecida através de um consórcio da Embraer com a Dassault.

Devido à demora da decisão na concorrência da Índia, a Dassault anunciou o fechamento da linha de produção do Mirage 2000. Com o novo programa aberto com o nome de FX-2 para a compra inicial de 36 caças, o concorrente francês passou a ser o Rafale F3.
Com essa mudança em 2006 o governo decidiu comprar 12 caças Mirage 2000, (sendo 10 da versão C, interceptador) e (02 da versão B, de treinamento com dois assentos) todos usados da França, a fim de dar uma solução provisória ao problema de defasagem aérea brasileira enquanto o FX-2 não era concluido.

Pelo acordo de 80 milhões de euros, a França forneceu 12 aviões de caça que se encontram operando na AdA, além de peças, armamentos, treinamento e serviços. Todas as aeronaves passaram por uma grande revisão antes da entrega. Todas as 12 aeronaves foram entregues entre 2005 e 2008. O contrato de manutenção se encerrar em dezembro de 2013 quando todas as aeronaves deverão deixar o serviço.

O modelo que fez o último voo no dia 31 tinha 6.100 horas de voo.

Ao contrário do F-5, que atinge até 1,9 vez a velocidade do som, o Mirage atinge até 2,2 vezes a velocidade do som. Enquanto o Mirage chegaria a Brasília em 5 minutos, partindo de Anápolis, o F-5 demora cerca de 7 minutos.

 Os F-5 ficarão em Anápolis até que comecem a chegar os Gripen N/G, o caça sueco escolhido pela presidente Dilma Rousseff como a nova aeronave de combate da Aeronáutica. Serão compradas 36 unidades por US$ 4,5 bilhões. A ideia da Aeronáutica é pegar emprestado com a Suécia 12 aviões Gripen de uma versão anterior a que ainda será fabricada, que podem chegar já em 2015.

Segundo o coronel Afonso, foi solucionado o problema que havia em algumas unidades de F-5 da FAB e provocava a queda do canopi (a capa que protege o cockpit, onde o piloto fica). “Foi um caso pontual, de ajuste. Já foi sanado e não tivemos mais problemas”, afirma ele.

A Aeronáutica possuía 12 Mirages, que deveriam ter sido aposentados já em 2011 devido à situação de sucateamento e à falta de armamento. Para estender a vida útil até o ano passado, 6 deles foram “decepados”  (tiveram peças tiradas) para que os outros 6 continuassem operando. Em Anápolis, no dia 31, apenas 5 ainda “existiam”. Um deles foi para o museu da FAB. Os outros quatro ainda aguardam destinação no hangar.

4 caças Mirage ainda aguardam destinação em Anápolis (Foto: Tahiane Stochero/G1)4 caças Mirage, que deixaram de ser utilizados pelo Brasil dia 31, ainda aguardam destinação em Anápolis. Eles poderão ter peças aproveitadas (Foto: Tahiane Stochero/G1)
“Ainda não sabemos o que será feito deles. Será conversado com a França, que é a fabricante. Algumas peças poderão ser reutilizadas”, afirma o coronel Sérgio Bastos, comandante da base aérea de Anápolis. Segundo a FAB, não há previsão de que os aviões sejam revendidos.

O capitão Augusto Ramalho, de 33 anos, fez no dia 31 a última hora de voo do Mirage, do avião que desde 2006 protegia o espaço aéreo do país, em especial, as fronteiras da Amazônia, do Centro Oeste e do o Planalto.  Ele partiu às 10h42 para o Rio. Para ele, foi o voo mais difícil da vida. "Realmente, foi muito difícil. Não devido ao voo em si, que foi tranquilo. Mas pela emoção. Por ser o último, ficamos todos tocados”, desabafou.

O sargento Edmar Divino de Souza fez a remoção dos últimos cartuchos de munição do Mirage 4948 antes da decolagem para o museu no Rio de Janeiro. “É um ciclo que se encerra. Estou há 12 anos trabalhando aqui, o Mirage já faz parte da nossa família. Agora começa um novo ano, novos aprendizados serão necessários para a nova aeronave”, diz ele

CBF já estuda mais uma virada de mesa, agora pró Vasco.

A iminente chuva de ações na Justiça comum de torcedores da Portuguesa contra o rebaixamento do time, decretado nos tribunais esportivos, já ligou o alerta da CBF. E existe um estudo para viabilizar o Brasileirão de 2014 com novo tamanho e formato.
O presidente da CBF, José Maria Marin, conversou nos últimos dias com Marco Polo Del Nero, seu vice, sobre a possibilidade de a edição deste ano contar com 24 clubes, incluindo Lusa, Vasco, Ponte e Náutico, que caíram.
Até a Globo já entrou na conversa e deu seu pitaco: a emissora que paga os direitos de transmissão do Brasileirão quer a volta da fórmula do mata-mata – os índices de audiência do campeonato desde a introdução dos pontos corridos, em 2003, despencam ano após ano.
Em cima disso, a CBF cogita organizar um torneio com dois grupos de 12 times, cada. Eles se enfrentariam em turno e returno, apenas contra adversários de sua chave. Os quatro primeiros colocados de cada grupo passariam às quartas de final, quando começaria o mata-mata.
Existe importante vantagem prática em um eventual Brasileirão desta maneira: ele só teria 28 datas, dez a menos do que o modelo de 2013. E o futebol nacional vive problema sério de calendário, principalmente pela realização da Copa do Mundo, que vai abocanhar quase dois meses do ano.
Política - Por trás de uma eventual virada de mesa, também há um cunho político. Em abril, ocorre a eleição para a presidência da CBF e apenas os presidentes de clubes da Série A têm direito a voto. Com a inclusão de Lusa, Vasco, Ponte e Náutico, Marco Polo, candidato da situação, pode garantir mais quatro votos.
Além dos times, têm direito a voto os presidentes das 27 federações de futebol do país. Andrés Sanchez, ex-presidente do Corinthians, será o candidato da oposição.