3 de janeiro de 2018

Os 150 carros mais vendidos no Brasil em 2017.

Fonte: https://www.car.blog.br

RankModeloVENDAS EM 2017EM DEZEMBRO
1GM/ONIX188.65417.508
2HYUNDAI/HB20105.5398.770
3FORD/KA94.8937.881
4VW/GOL73.9196.054
5GM/PRISMA68.9885.737
6RENAULT/SANDERO67.3443.913
7TOYOTA/COROLLA66.1886.568
8FIAT/STRADA54.8706.903
9FIAT/MOBI54.2704.799
10FIAT/TORO50.7234.229
11JEEP/COMPASS49.1875.121
12HONDA/HR-V47.7754.267
13VW/FOX42.7162.591
14VICR/SAVEIRO42.4383.275
15TOYOTA/ETIOS HB41.9863.769
16HYUNDAI/CRETA41.6255.099
17VW/VOYAGE40.8222.809
18JEEP/RENEGADE38.3343.345
19TOYOTA/HILUX34.3684.019
20FIAT/UNO34.1651.346
21VW/UP34.1612.733
22NISSAN/KICKS33.4643.713
23HYUNDAI/HB20S32.2322.922
24TOYOTA/ETIOS SEDAN31.3952.991
25FORD/ECOSPORT31.1953.193
26GM/S1030.4382.996
27FIAT/ARGO27.9255.590
28FORD/KA SEDAN27.6472.234
29RENAULT/LOGAN26.0102.603
30HONDA/CIVIC25.8711.851
31HONDA/FIT25.3472.694
32FIAT/SIENA24.9551.713
33GM/SPIN24.7132.374
34NISSAN/VERSA23.3702.389
35GM/COBALT22.9492.046
36RENAULT/KWID22.5762.818
37FIAT/PALIO20.138188
38GM/CRUZE19.1921.601
39FORD/FIESTA19.0571.677
40FORD/RANGER17.8302.459
41DACIA/DUSTER17.6401.930
42HONDA/CITY15.9741.118
43HONDA/WR-V15.3531.378
44GM/MONTANA14.8721.788
45NISSAN/MARCH14.0521.355
46RENAULT/CAPTUR13.7422.105
47TOYOTA/HILUX SW412.5671.240
48PEUGEOT/20812.1571.004
49GM/TRACKER12.1362.074
50VW/AMAROK11.9671.317
51RENAULT/OROCH11.0471.133
52FIAT/FIORINO10.947982
53PEUGEOT/200810.571826
54HYUNDAI/IX3510.254972
55MITSUBISHI/L2009.946834
56CITROEN/C39.8811.096
57SEAT/POLO9.5294.898
58CITROEN/AIRCROSS8.314568
59VW/JETTA7.669626
60GM/CRUZE HB7.328567
61RENAULT/MASTER6.181616
62FORD/FOCUS SEDAN6.163700
63FIAT/DOBLO5.105581
64HYUNDAI/TUCSON5.032537
65MITSUBISHI/ASX4.922503
66M.BENZ/CLASSE C4.883205
67FORD/FOCUS4.756406
68MITSUBISHI/Outlander4.675202
69FORD/FUSION4.401494
70BMW/X14.137567
71NISSAN/FRONTIER4.057446
72AUDI/Q34.046390
73HYUNDAI/HR4.041387
74VW/GOLF3.955200
75NISSAN/SENTRA3.861243
76M.BENZ/CLASSE GLa3.749341
77KIA/SPORTAGE3.639380
78LAND discovery3.566368
79FIAT/WEEKEND3.497219
80CITROEN/C4L3.313232
81GM/TRAILBLAZER3.272298
82CHERY/QQ3.215332
83BMW/3202.966335
84AUDI/A3 sedan2.819288
85TOYOTA/PRIUS2.405199
86VOLVO/XC602.349249
87LIFAN/X602.268341
88HYUNDAI/ELANTRA2.158237
89JAC/T52.152129
90SUZUKI/JIMNY2.032183
91VW/SPACEFOX2.021508
92IVECO/DAILY 35142.008293
93LAND EVOQUE1.995197
94MITSUBISHI/PAJERO1.899209
95MAGNATA/VITARA1.830187
96FIAT/PUNTO1.81512
97KIA/K25001.650141
98KIA/CERATO1.604163
99FIAT/DUCATO1.54420
100TROLLER/T41.541165
101MINI/COOPER1.456132
102VW/TIGUAN1.418477
103RENAULT/KANGOO1.25482
104GM/EQUINOX1.240420
105PEUGEOT/4081.11851
106JAC/T401.093482
107RENAULT/FLUENCE1.086107
108AUDI/A41.072125
109PEUGEOT/30896591
110PEUGEOT/PARTNER93983
111HYUNDAI/SANTAFE91448
112PEUGEOT/3008861182
113M.BENZ/A2008188
114M.BENZ/GLC783112
115JAGUAR/FPACE76073
116KIA/PICANTO7549
117SUZUKI/SCROSS65142
118SUBARU/FORESTER63753
119HONDA/CRV6345
120VW/GOLF VARIANT63040
121LIFAN/LF62637
122JEEP/CHEROKEE6216
123M.BENZ/SPRINTER 313620149
124FIAT/DOBLO6062
125M.BENZ/GLE59850
126TOYOTA/RAV4593104
127VW/PASSAT54566
128VOLVO/XC9052968
129M.BENZ/CLA20049353
130DODGE/JOURNEY46933
131CITROEN/C446762
132AUDI/A5456138
133M.BENZ/VITO43820
134BMW/32842726
135DODGE/SPRINTER42481
136MITSUBISHI/LANCER4221
137PORSCHE/MACAN42231
138FIAT/5004192
139CITROEN/JUMPER4153
140FORD/NEW FIESTA411121
141VOLVO/V4039838
142TOYOTA/HILUX SW4391229
143AUDI/Q538498
144LIFAN/FOISON38037
145BMW/X537046
146JAGUAR/XE36449
147BMW/X436326
148AUDI/A333424
149FREIGHTLINER/25003322
150M.BENZ/CLASSE E33035

Fabricantes de carros que mais venderam em 2017.

Fonte: https://www.car.blog.br

RankMarcaVendas% de mercado
1GM394.08818,2%
2FIAT291.32213,4%
3Volkswagen272.00612,5%
4Ford206.7359,5%
5Hyundai201.9549,3%
6Toyota189.9538,8%
7Renault166.9887,7%
8Honda131.0766,0%
9Jeep88.1894,1%
10Nissan78.8103,6%
11Peugeot26.8551,2%
12Citroen22.5561,0%
13Mitsubishi21.8641,0%
14Mercedes13.8130,6%
15BMW9.9510,5%
16Audi9.8840,5%
17Kia8.4290,4%
18Land Rover5.7940,3%
19Suzuki4.5480,2%
20JAC3.8200,2%
21Chery3.7340,2%
22Volvo3.4930,2%
23Lifan3.2810,2%
24Iveco2.1010,1%
25Mini1.5870,1%
26Jaguar1.2550,1%
27Porsche1.1530,1%
28Subaru1.1270,1%
29Dodge9110,0%
30Lexus6210,0%

Marcas de carros mais vendidas em dezembro de 2017.

Fonte: Renavam
1GM37.41518,3%
2FIAT26.62913,0%
3Volkswagen25.60012,5%
4Ford19.2029,4%
5Toyota19.1209,3%
6Hyundai18.9819,3%
7Renault15.3127,5%
8Honda11.3215,5%
9Jeep8.4734,1%
10Nissan8.1464,0%
11Peugeot2.3371,1%
12Citroën2.0551,0%
13Mitsubishi1.7490,9%
14Audi1.1830,6%
15BMW1.1250,5%
16Mercedes1.0570,5%
17Land Rover7750,4%
18Kia7430,4%
19JAC6410,3%
20Lifan4150,2%

Brasil atinge o maior Superávit na balança comercial da história.

Fonte: http://atarde.uol.com.br

A balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 67,001 bilhões em 2017, o melhor resultado da série história, iniciada em 1989. O recorde anterior era de 2016 e somava US$ 47,683 bilhões. O montante é resultado de exportações de US$ 217,746 bilhões e importações de US$ 150,745 bilhões no ano.

O saldo registrado no ano passado ficou dentro do intervalo das estimativas coletadas pela pesquisa do Projeções Broadcast com 16 instituições, que variavam de US$ 65,5 bilhões a US$ 67,5 bilhões, e acima da mediana de US$ 66,2 bilhões.

Em dezembro, o saldo comercial ficou positivo em US$ 4,998 bilhões. As exportações somaram US$ 17,595 bilhões, e as importações, US$ 12,598 bilhões. O resultado ficou dentro do intervalo das estimativas coletadas pelo Projeções Broadcast, de US$ 3,5 bilhões a US$ 5,4 bilhões, e acima da mediana de US$ 4,2 bilhões

Na quinta semana de dezembro houve superávit de US$ 1,488 bilhão, com exportações de US$ 3,619 bilhões e importações de US$ 2,131 bilhão. Na quarta semana o resultado foi positivo em US$ 1,215 bilhão, com vendas ao exterior de US$ 4,591 bilhões e importações de US$ 3,376 bilhões.

Caixa Econômica reabre linha de financiamento imobiliário com FGTS.

Fonte: http://atarde.uol.com.br

A Caixa Econômica Federal retomou a linha de financiamento habitacional Pró-Cotista do FGTS, que havia sido suspensa em junho do ano passado. A modalidade oferece taxa de juros de 7,85% (clientes com débito em conta ou conta-salário) a 8,85% ao ano - é a menor para quem não se enquadra no programa federal Minha Casa, Minha Vida.

Estão aptos à linha trabalhadores que possam comprovar um período mínimo de 36 meses de trabalho sob o regime do FGTS (não necessariamente consecutivos) ou saldo em conta vinculada de, ao menos, 10% do valor do bem a ser financiado.

Além disso, não é permitido ser proprietário de imóvel na cidade (ou região metropolitana) onde mora ou trabalha, tampouco possuir financiamento no Sistema Financeiro da Habitação (SFH) em qualquer parte do País.

Este ano, o valor disponibilizado é de R$ 4 bilhões. Em 2017, foram R$ 6,1 bilhões emprestados na categoria.

O crédito pode ser pago em até 30 anos. O teto é de R$ 950 mil para imóveis em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Distrito Federal e de até R$ 800 mil para os demais Estados.

Petrobras vai instalar número recorde de plataformas em 2018.

A Petrobrás vai instalar um número recorde de plataformas este ano. Serão oito embarcações, todas destinadas ao pré-sal, que, no prazo de um a dois anos, vão ampliar a produção da empresa em mais de 1 milhão de barris por dia, quase a metade do volume total extraído em todo País, atualmente de 2,6 milhões de barris.

Nunca a Petrobrás instalou tantas plataformas em um mesmo ano. O marco, até então, era 2014, quando quatro unidades iniciaram operação. Na prática, será um salto de produção no pré-sal, que vai ganhar ainda mais importância nos negócios da empresa e no abastecimento interno.

A virada, porém, poderia ter acontecido antes, não fosse a crise nos estaleiros nacionais e a transferência de parte das obras de construção desse conjunto de plataformas para a China. As embarcações foram projetadas em 2012, ainda num período de bonança na Petrobrás.

Só agora, depois de muitas reviravoltas contratuais, elas vão começar a produzir. Em 2018, vão entrar em operação o navio-plataforma Cidade de Campos dos Goytacazes, a P-67, P-69, P-74, P-75, P-76 e P-68, segundo levantamento feito pela consultoria E&P Brasil, com exclusividade para o Estadão / Broadcast.

De acordo com fontes, é possível que também a P-77, programada para 2019 e já com as obras adiantadas, seja antecipada e o número de instalações chegue a oito. Cada uma dessas plataformas tem capacidade para produzir 150 mil barris por dia de petróleo e 6 milhões de metros cúbicos por dia de gás natural. Juntas, podem extrair, portanto, 1,2 milhão de barris por dia.

Mas, para isso, têm que estar conectadas a todos os poços projetados - cinco produtores e outros cinco injetores de água, usados para aumentar a produtividade de cada poço. Produção. Esse processo vai acontecer aos poucos, segundo Luiz Carlos Cronemberg Mendes, gerente-executivo de Projetos de Desenvolvimento da Produção da Petrobrás. Um poço será instalado a cada três meses.

Gradualmente, a produção será ampliada, até chegar a 800 mil barris por dia em 2019 e à capacidade máxima em 2020. Num segundo momento, quando esses poços entrarem na fase de esgotamento, mais 40 serão instalados para compensar perdas. "O desafio é grande, mas factível. Há dois anos havia um risco, por causa da crise. Hoje, esse risco não existe mais."

A fase de instalação de plataformas é bastante custosa e consome boa parte do caixa das petroleiras, destaca o especialista Carlos Rocha, da consultoria IHS Markit. "Não seria sustentável instalar tantas plataformas a cada ano. Isso só vai acontecer em 2018 porque vários fatores contribuíram para que elas entrassem em operação juntas", diz.

Além de construir e transportar a plataforma até um campo, a petroleira tem que criar uma infraestrutura submarina para conseguir transferir o petróleo do subsolo à unidade operacional. Pelas contas do IHS, cada poço perfurado custa cerca de US$ 90 milhões e o somatório dos dez a 11 poços de cada plataforma sai por quase US$ 1 bilhão à estatal.

Há ainda outro custo bilionário com a compra de equipamentos e serviços de instalação submarina. Mas o gerente da estatal garante que a empresa tem fôlego financeiro para isso. Enquanto as plataformas eram produzidas, a Petrobrás já perfurava os poços e comprava os equipamentos, o que fez com que os gastos fossem diluídos ao longo de anos.

De acordo com Mendes, todos os custos estão previstos no plano de negócios da empresa e não serão um sobrepeso nas contas da petroleira em 2018. Com isso, em dois anos, quando a produção tiver atingido o volume máximo, o Brasil deve se transformar "num exportador de óleo como nunca", segundo Ramos, do IHS.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.