Fonte: http://www.radiotamoio.com.br Corredor exclusivo para ônibus articulados ligará a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional, passando por Penha e Madureira e reduzindo em mais de 60% o tempo gasto no trajeto A Prefeitura do Rio, através da Secretaria Municipal de Obras, dará início nesta quinta-feira (17/03) às intervenções para a implantação do BRT (Bus Rapid Transit) Transcarioca. Trata-se do corredor exclusivo para ônibus articulados que vai ligar a Barra da Tijuca ao Aeroporto Internacional Tom Jobim e terá 39 quilômetros de extensão. O pontapé inicial das obras será nas ruas Cândido Benício e Domingos Lopes, onde técnicos da SMO trabalham na construção do mergulhão do Campinho. Outras frentes de trabalho também serão abertas nos próximos dias, como o viaduto de Madureira e o mergulhão da Avenida Ayrton Senna. Junto com a Transoeste (Jardim Oceânico/Santa Cruz/Campo Grande) – já em construção – e a Transolímpica (Recreio dos Bandeirantes/Deodoro), a Transcarioca faz parte do conjunto de obras viárias da Prefeitura para preparar a cidade para os Jogos Olímpicos de 2016, sendo um importante legado para todos os cariocas. O corredor expresso conta com um investimento total de R$ 1,3 bilhão e a construção dos dois lotes será concluída em três anos. A Transcarioca será o primeiro corredor de transporte de alta capacidade no sentido transversal da cidade, reduzindo em mais de 60% o tempo gasto no trajeto entre a Barra da Tijuca e a Ilha do Governador, passando por importantes bairros da Zona Norte – como Madureira e Penha. As intervenções incluem também uma faixa segregada ao BRT, que vai permitir a integração física e tarifária com os outros modais (trem, metrô e ciclovias) ao longo da via. Com isso, o uso da frota e o tempo das pessoas serão otimizados, trazendo maior economia, qualidade de vida e novas oportunidades para toda a região. Esse sistema integrado de transporte atenderá cerca de 400 mil passageiros por dia. Ao todo serão 45 estações, três terminais para embarque e desembarque de passageiros, nove pontes, três mergulhões, dez viadutos, duplicação de pistas e projetos de urbanização das áreas adjacentes. Para executar a obra, a SMO dividiu a licitação em dois lotes. PRIMEIRO LOTE – O primeiro lote da Transcarioca, com 28 quilômetros, terá a construção iniciada pelo mergulhão que será construído no Campinho. Neste lote, a via vai passar pelos bairros Barra da Tijuca, Jacarepaguá, Curicica, Taquara, Tanque, Praça Seca, Campinho, Madureira, Vaz Lobo, Vicente de Carvalho, Vila da Penha, Penha. Além da ampliação da via, a obra do Lote 1 inclui sete pontes, dois mergulhões na Barra (um na altura do ‘Cebolão’ da Avenida Ayrton Senna e outro na Avenida Via Parque), quatro viadutos, uma passagem inferior e a urbanização da área adjacente. O custo deste lote é de R$ 798,4 milhões. SEGUNDO LOTE – O segundo lote contempla o traçado entre o bairro da Penha e o aeroporto. Estima-se que a construção desse traçado receba investimento de R$ 548,3 milhões. São 11 quilômetros de extensão, prevendo a construção de oito obras de arte (duas pontes e seis viadutos): viaduto sobre linha férrea em Olaria, viaduto em arco estaiado sobre Avenida Brasil, viaduto sobre a Avenida Brigadeiro Trompowski, ponte sobre o Canal do Cunha e Linha Vermelha, ponte estaiada sobre Baía de Guanabara (ligação Fundão/Ilha do Governador), viaduto sobre a ponte nova do Galeão, viaduto sobre Estrada do Galeão e viaduto sobre a Avenida 20 de Janeiro. O trajeto se inicia no início do Largo da Penha, seguindo pela Rua Monsenhor Alves Rocha, Rua Ibiapina, Rua Uranos, Estrada Engenho da Pedra, Rua Ismael Rocha, Rua Sargento Peixoto, Avenida Brigadeiro Trompowski, um binário (na altura do Fundão) pelas avenidas Um e Vinte e Quatro, seguindo pela Avenida Vinte e Nove, Estrada do Galeão e Avenida 20 de Janeiro. - Conheça os quatro trechos de obras do primeiro lote: - O primeiro é constituído pelo Terminal Alvorada, Avenida Ayrton Senna e Avenida Embaixador Abelardo Bueno, em uma extensão aproximada de 5 km. Nesse trecho serão construídas duas passagens inferiores sob a Avenida das Américas (dois mergulhões) na Avenida Ayrton Senna e uma ponte sobre a Lagoa de Jacarepaguá. Neste trecho, além do Terminal Alvorada, haverá cinco estações (Lourenço Jorge, Via Parque, Pólo Cine Vídeo, Hospital Sarah, Autódromo). - O trecho 2 tem extensão de 7 km e começa na Estrada Coronel Pedro Correia, seguindo até o final da Estrada dos Bandeirantes. Nesse trecho serão construídas dez estações (Pedro Correia, Curicica, Praça do Bandolim, Arroio Pavuna, Schering, Comandante Guaranys, Gusmão Lobão, Merck, André Rocha e Largo da Taquara). - No trecho 3, de 7,5 km, o trajeto passa pela Avenida Nelson Cardoso, Rua Cândido Benício, Rua Domingos Lopes, Rua Guaxima e Viaduto Negrão de Lima, que será duplicado. Haverá, ainda, um mergulhão, para ligação da Rua Cândido Benício à Rua Domingos Lopes e dez estações (Marechal Bevilaqua, Praça Araci Cabral, Largo do Tanque, Albano, Praça Seca, Capitão Menezes, Pinto Teles, Largo do Campinho, Madureira e Mercadão). - O último trecho é formado pela Avenida Ministro Edgard Romero, Avenida Vicente de Carvalho e Avenida Brás de Pina. São 8,5 km até o Terminal da Penha, com onze estações (Otaviano, Vila Queiroz, Largo de Vaz Lobo, Marambaia, Vicente de Carvalho, Praça Aquidauana, Lafaiete, Pedro Taques, Praça do Carmo, Guaporé e Cajá). Será construído um viaduto sobre a Linha 2 do metrô, na altura de Vicente de Carvalho.
Um Blog diversificado, que trata sobre Direito, futebol, carros, Escolas de Samba, etc e tal.
31 de março de 2011
28 de março de 2011
Blatter diz que Brasil está atrasado na organização em relação à África do Sul
Fonte: www.g1.com.br
O presidente da Fifa, Joseph Blatter, advertiu nesta segunda-feira o Brasil por sua lentidão nos preparativos para a Copa do Mundo de 2014, ao afirmar que, a três anos do torneio, o país está mais atrasado na organização do que a África do Sul estava, no mesmo prazo, antes do Mundial de 2010. - O Brasil está atrasado em comparação com a África do Sul no mesmo período - afirmou Blatter em entrevista coletiva, lembrando que faltam apenas três anos para a competição e dois para a Copa das Confederações, "que deve ser um treino para o grande evento". - Em 2007, a três anos da Copa na África do Sul, os sul-africanos estavam mais avançados do que os brasileiros hoje - reiterou.
O presidente da Fifa alertou que, se os preparativos não se acelerarem de forma significativa, "corre-se o risco de que nem Rio de Janeiro ou São Paulo possam organizar partidas", já que não haverá estádios adequados para recebê-las. Questionado se uma solução para o Brasil seria reduzir a quantidade prevista de estádios, Blatter disse que o atual número (12) é adequado. - O que precisam fazer é ter pressa e acelerar os preparativos. A Copa do Mundo é amanhã, e os brasileiros pensam que é depois de amanhã - declarou.
Cirurgia bariátrica, uma conquista médica e judicial
A cada ano, cresce o número de pessoas que encaram o desafio de emagrecer reduzindo o tamanho do estômago por meio de cirurgia bariátrica. Na última década, o número de cirurgias deste tipo cresceu mais de 500%. Atualmente, o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking dos países que mais realizam este tipo de intervenção, ficando atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM), a previsão é de que em 2011 sejam realizadas 70 mil cirurgias de redução de estômago no país. Mas quem precisa fazer a cirurgia bariátrica enfrenta uma verdadeira maratona para conseguir que o plano de saúde pague pelas despesas. A Lei n. 9.656/1998 compreende a cobertura assistencial médico-ambulatorial e hospitalar para o tratamento da obesidade mórbida, doença listada e classificada pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Entretanto, nem sempre as seguradoras cobrem o procedimento. É comum o plano alegar que a cirurgia de redução de estômago é puramente estética e, por isso, negar a realização da intervenção. Outros pontos questionados pelos convênios são a carência do plano e a pré-existência da doença. Decisões recentes do Superior Tribunal de Justiça (STJ) enfrentam essas questões e, caso a caso, contribuem para firmar uma jurisprudência sobre o tema. Muitas acabam beneficiando quem precisa da cirurgia bariátrica como único recurso para o tratamento da obesidade mórbida. No julgamento do Recurso Especial (Resp) 1.175.616, os ministros da Quarta Turma destacaram que a gastroplastia (cirurgia bariátrica), indicada como tratamento para obesidade mórbida, longe de ser um procedimento estético ou mero tratamento emagrecedor, revela-se cirurgia essencial à sobrevida do segurado que sofre de outras enfermidades decorrentes da obesidade em grau severo. Por essa razão, é ilegal a recusa do plano de saúde em cobrir as despesas da intervenção cirúrgica. No caso julgado, a Turma negou provimento ao recurso especial da Unimed Norte do Mato Grosso, que alegava não haver previsão contratual para a cobertura desse tipo de procedimento. Segundo o relator, ministro Luis Felipe Salomão, a Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde (ANS), que reconhece a gravidade da obesidade mórbida e indica as hipóteses nas quais a cirurgia bariátrica é obrigatória. Além disso, o Código de Defesa do Consumidor (CDC) garante que cláusulas contratuais que implicarem limitação de direito do consumidor deverão ser redigidas com destaque, permitindo a imediata compreensão, tanto física quanto semântica, não podendo qualquer uma delas dar margem à dupla interpretação. “Afinal, um paciente com obesidade mórbida não se submeterá a uma cirurgia de alto risco apenas com finalidade estética”, ressaltou o ministro. Carência Em outro julgamento (MC 14.134), a Unimed Rondônia teve que autorizar todos os procedimentos necessários para a cirurgia de redução de estômago de um paciente com obesidade mórbida, independentemente do período de carência. A Quarta Turma negou pedido da cooperativa médica, que tentava suspender a determinação da Justiça estadual. Técnica nova Ainda sobre redução de estômago, os ministros da Terceira Turma determinaram que um plano de saúde arcasse com as despesas da cirurgia em uma paciente que mantinha contrato de seguro anterior ao surgimento dessa técnica de tratamento (Resp 1.106.789). A relatora, ministra Nancy Andrighi, destacou que deve ser proporcionado ao consumidor o tratamento mais moderno e adequado, em substituição ao procedimento obsoleto previsto especificamente no contrato. Ela observou que havia uma cláusula contratual genérica que previa a cobertura de cirurgias “gastroenterológicas”. Segundo a ministra, se o contrato previa a cobertura para a doença, qualquer constatação de desequilíbrio financeiro a partir da alteração do tratamento dependeria de uma comparação entre os custos dos dois procedimentos. Para a relatora, sem essa comparação, é apenas hipotética a afirmação de que a nova técnica seria mais onerosa. Cirurgia plástica No julgamento do Resp 1.136.475, a Terceira Turma entendeu que a cirurgia plástica para a retirada do excesso de pele decorrente de cirurgia bariátrica faz parte do tratamento de obesidade mórbida e deve ser integralmente coberto pelo plano de saúde. Para o relator do processo, ministro Massami Uyeda, esta cirurgia não pode ser classificada como mero tratamento de rejuvenescimento ou de emagrecimento com finalidade estética, procedimentos expressamente excluídos de cobertura, nos termos do artigo 10 da Lei n. 9.656/98. “É ilegítima a recusa da cobertura das cirurgias destinadas à remoção de tecido epitelial, quando estas se revelarem necessárias ao pleno restabelecimento do segurado acometido de obesidade mórbida”, ressaltou o ministro. Preexistência da doença No Resp 980.326, a Quarta Turma confirmou decisão que determinou à Unimed o pagamento de cirurgia bariátrica a um segurado de Mossoró (RN). O plano de saúde havia se recusado a cobrir as despesas com a cirurgia de redução de estômago, ao argumento de ser o autor portador de doença pré-existente. Quanto à alegação, o relator, ministro Luis Felipe Salomão, asseverou que não se justifica a recusa à cobertura porque a seguradora “não se precaveu mediante a realização de exames de admissão no plano, sobretudo no caso de obesidade mórbida, a qual poderia ser facilmente detectada”. Além disso, o ministro constatou que as declarações do segurado foram submetidas à apreciação de médico credenciado pela Unimed, ocasião em que não foi verificada qualquer incorreção na declaração de saúde do indivíduo. “Deve a seguradora suportar as despesas decorrentes de gastroplastia indicada como tratamento de obesidade mórbida”, concluiu. Dano moral Para as seguradoras, o prejuízo em recusar o tratamento pode ser ainda maior que o pagamento do custo do procedimento médico em si. Foi o que ocorreu com a Golden Cross Assistência Internacional de Saúde. Depois de negar a cobertura de cirurgia bariátrica a uma segurada, a empresa se viu ré em uma ação de obrigação de fazer cumulada com dano moral. Em primeira instância, a sentença determinou a cobertura da cirurgia para tratamento da obesidade mórbida, já que a doença representava risco à saúde da paciente. No entanto, o juiz afastou o dano moral. O Tribunal estadual manteve a decisão. No STJ, a Terceira Turma atendeu ao recurso da segurada (Resp 1.054.856). A relatora, ministra Nancy Andrighi, afirmou que a recusa indevida do plano de saúde de cobrir o procedimento pode trazer consequências psicológicas bastante sérias. Daí a ocorrência do dano. No mesmo recurso, a ministra constatou que, para casos semelhantes, a indenização foi fixada entre R$ 7 mil e R$ 50 mil. Na hipótese analisada, a Turma entendeu ser razoável o valor de R$ 10 mil pelo dano moral sofrido. Atendimento público A hipótese de realização da cirurgia bariátrica pelo Sistema Único de Saúde (SUS) também é alvo de judicialização no STJ. Por vezes, a determinação de antecipação de tutela para a realização do procedimento é questionada, mas os ministros tem entendido que analisar a urgência ou não do procedimento implica reexame de provas e fatos, o que não é permitido pela Súmula 7/STJ (Ag 1.371.505). Solução semelhante teve um recurso do Distrito Federal que questionou a impossibilidade de o paciente esperar na fila de precatórios para que recebesse valor arbitrado judicialmente para custeio de honorários médicos de uma cirurgia de redução de estômago (Ag 1.265.444). Em 2008, o município de Lagoa Vermelha (RS) apresentou pedido de suspensão de liminar e de sentença (SLS 957) para que fosse desobrigado de cumprir determinação do Tribunal de Justiça estadual para realização ou custeio de cirurgia bariátrica de uma moradora que sofria de obesidade mórbida. A decisão do TJ se deu em antecipação de tutela. O município alegou que a imposição de fornecimento de cirurgia “não seria de sua responsabilidade” e traria ameaça de grave lesão à economia. O então presidente do STJ, ministro Cesar Asfor Rocha, não acolheu a pretensão, porque o alegado prejuízo não estava evidente. Para o ministro, o custeio de cirurgia urgente de obesidade mórbida, a uma única pessoa, em razão de suas circunstâncias pessoais de grave comprometimento da saúde, não tem o potencial de causar dano concreto e iminente aos bens jurídicos que podem ser protegidos pelas SLSs. Fonte: Coordenadoria de Editoria e Imprensa do STJ
24 de março de 2011
Mapa mostra tamanhos de pênis no mundo
Fonte: www.r7.com
O Brasil mostrou que é um "grande país" e que segue firme em um importante ranking mundial: o do tamanho médio de pênis no mundo.
A competição é dura, mas estamos bem colocados: somos o 14º do planeta, com média de tamanho de pênis (ereto) de 16,10 cm.
O líder é o Congo, que 17,93 cm de média, enquanto o lanterninha é a Coreia do Sul, com 9,66 cm.
A apuração de "densidade demográfica", digamos, foi publicada pelo site Desinformation.
Alguns países, em cinza no mapa acima, não tiveram suas médias contabilizadas... Mas, ainda assim, estamos bem! Vai, Brasil!
A competição é dura, mas estamos bem colocados: somos o 14º do planeta, com média de tamanho de pênis (ereto) de 16,10 cm.
O líder é o Congo, que 17,93 cm de média, enquanto o lanterninha é a Coreia do Sul, com 9,66 cm.
A apuração de "densidade demográfica", digamos, foi publicada pelo site Desinformation.
Alguns países, em cinza no mapa acima, não tiveram suas médias contabilizadas... Mas, ainda assim, estamos bem! Vai, Brasil!
Há 20 anos, Senna conquistava 1ª vitória no Brasil
Fonte: http://grandepremio.ig.com.br
Há exatas duas décadas Ayrton Senna conquistava aquela que seria uma das vitórias mais dramáticas de sua consagrada carreira. No dia 24 de março de 1991, o então piloto da McLaren cruzou a linha de chegada do GP do Brasil, realizado em Interlagos, na primeira posição, após conviver com problemas crônicos no sistema de câmbio semiautomático do MP4-6. Ainda assim, apenas com a sexta marcha, Senna alcançou uma vitória histórica diante de 70 mil torcedores, vitória que seria decisiva para a conquista do tricampeonato no fim daquele ano.
A etapa brasileira fora a segunda do Mundial de 1991. Ayrton venceu antes o GP dos Estados Unidos, realizado nas ruas de Phoenix, cidade cravada no deserto do Arizona. Senna chegou ao Brasil como franco favorito, já que Alain Prost capengava com a Ferrari 642. A Williams, ao contrário, estava em franca ascensão com Nigel Mansell e Riccardo Patrese, mas o piloto da McLaren número 1 sobrou desde o início das atividades em Interlagos nos treinos de sexta.
A força de Senna ficou evidente na classificação, quando o brasileiro conquistou a pole de maneira absoluta, sendo quase 0s4 mais rápido que Patrese. Mais atrás, Mansell, aquele que viria a ser seu grande rival em 1991, faturou a terceira posição do grid, tendo o companheiro de Ayrton, Gerhard Berger ao seu lado. Na terceira fila, largou a dupla da Ferrari, com Jean Alesi à frente de Prost, que foi seguido pelo duo brasileiro Nelson Piquet, com a Benetton, e Maurício Gugelmin, com a Leyton House. Companheiro de Piquet, Roberto Moreno largou em 14º.
O clima nas arquibancadas era de absoluta certeza da vitória de Senna. Jamais o piloto havia vencido no Brasil. Seu melhor resultado aconteceu em 1986, quando ainda defendia a Lotus. Naquela oportunidade, Ayrton foi superado por Nelson Piquet em Jacarepaguá. Mas o grande revés do brasileiro aconteceu em 1990, quando viu seu maior rival e então campeão mundial Prost subir no alto do pódio em São Paulo, enquanto Senna teve de se contentar com a terceira posição.
Supremo no início da temporada, o piloto sabia que tinha a grande chance de se consagrar no Brasil. Ayrton largou bem em Interlagos e manteve a primeira posição sem ser ameaçado pelos rivais da Williams, que inverteram as colocações, com Mansell tomando o segundo posto de Patrese. Desde o princípio da corrida, o ‘Leão’ foi o maior oponente de Senna, que mostrou força com o FW14.
Embora sempre próximo de Senna, jamais o britânico chegou a esboçar uma ultrapassagem sobre o então bicampeão do mundo. As chances de Nigel em buscar a ponta praticamente se extinguiram no primeiro pit-stop na volta 25. Após a troca de pneus, o ‘Cinco Vermelho’ não conseguiu engatar a primeira marcha, e sua parada durou eternos 14s59, perdendo a segunda posição para Patrese e a terceira para Alesi.
Mas tão logo o veterano italiano da Williams de número 6 foi aos boxes, Mansell voltou à segunda colocação, mas já estava longe de Senna, que reinava soberano na ponta. Na tentativa de diminuir a vantagem para o brasileiro, Nigel estabeleceu sucessivas voltas rápidas, mas desgastou os pneus da Goodyear, sendo necessário mais um pit-stop, praticamente sepultando suas chances de vitória. Na volta 60, com problemas no câmbio, o britânico rodou no S do Senna e abandonou a prova. Era a senha para uma mais uma vitória fácil de Senna. Mas foi exatamente o contrário.
O abandono de Mansell coincidiu com a perda sucessiva de marchas do carro da McLaren nas dez voltas finais do GP do Brasil. A imensa vantagem de quase 40s para Riccardo foi pulverizada, já que o italiano andava sempre 3s, 4s mais rápido que Ayrton. A falha no câmbio atingiu o limite quando o carro do brasileiro ficou apenas com a sexta marcha disponível, causando um esforço tremendo, tanto em termos físicos quanto psicológicos, para tentar manter o bólido em um ritmo aceitável e à frente do rival da Williams.
Senna conseguiu amenizar o desempenho superior de Patrese e ainda contou com a chuva, como aliada no final da prova. Após 1h38min28s, o brasileiro cruzou a linha de chegada em Interlagos a meros 2s991 do italiano, causando uma verdadeira festa, não apenas no circuito paulistano, mas em todo o Brasil. Senna comemorou muito sua primeira vitória aos berros. “Eu não acredito, eu não acredito”, bradou. Esgotado, Ayrton mal conseguiu completar a volta de comemoração, estacionando seu McLaren na Reta Oposta, e foi trazido de volta aos boxes pelo carro da organização da corrida.
No pódio, Ayrton deu mais sinais de seu cansaço. No lugar de honra, o piloto ergueu, com muito sacrifício, o troféu destinado ao vencedor. A consagração veio com o banho de champanhe dado pelos companheiros de pódio, Patrese e Berger. Já na entrevista concedida após o encerramento da prova, Senna dedicou o resultado aos céus. “Foi Deus”.
Há exatas duas décadas Ayrton Senna conquistava aquela que seria uma das vitórias mais dramáticas de sua consagrada carreira. No dia 24 de março de 1991, o então piloto da McLaren cruzou a linha de chegada do GP do Brasil, realizado em Interlagos, na primeira posição, após conviver com problemas crônicos no sistema de câmbio semiautomático do MP4-6. Ainda assim, apenas com a sexta marcha, Senna alcançou uma vitória histórica diante de 70 mil torcedores, vitória que seria decisiva para a conquista do tricampeonato no fim daquele ano.
A etapa brasileira fora a segunda do Mundial de 1991. Ayrton venceu antes o GP dos Estados Unidos, realizado nas ruas de Phoenix, cidade cravada no deserto do Arizona. Senna chegou ao Brasil como franco favorito, já que Alain Prost capengava com a Ferrari 642. A Williams, ao contrário, estava em franca ascensão com Nigel Mansell e Riccardo Patrese, mas o piloto da McLaren número 1 sobrou desde o início das atividades em Interlagos nos treinos de sexta.
A força de Senna ficou evidente na classificação, quando o brasileiro conquistou a pole de maneira absoluta, sendo quase 0s4 mais rápido que Patrese. Mais atrás, Mansell, aquele que viria a ser seu grande rival em 1991, faturou a terceira posição do grid, tendo o companheiro de Ayrton, Gerhard Berger ao seu lado. Na terceira fila, largou a dupla da Ferrari, com Jean Alesi à frente de Prost, que foi seguido pelo duo brasileiro Nelson Piquet, com a Benetton, e Maurício Gugelmin, com a Leyton House. Companheiro de Piquet, Roberto Moreno largou em 14º.
O clima nas arquibancadas era de absoluta certeza da vitória de Senna. Jamais o piloto havia vencido no Brasil. Seu melhor resultado aconteceu em 1986, quando ainda defendia a Lotus. Naquela oportunidade, Ayrton foi superado por Nelson Piquet em Jacarepaguá. Mas o grande revés do brasileiro aconteceu em 1990, quando viu seu maior rival e então campeão mundial Prost subir no alto do pódio em São Paulo, enquanto Senna teve de se contentar com a terceira posição.
Supremo no início da temporada, o piloto sabia que tinha a grande chance de se consagrar no Brasil. Ayrton largou bem em Interlagos e manteve a primeira posição sem ser ameaçado pelos rivais da Williams, que inverteram as colocações, com Mansell tomando o segundo posto de Patrese. Desde o princípio da corrida, o ‘Leão’ foi o maior oponente de Senna, que mostrou força com o FW14.
Embora sempre próximo de Senna, jamais o britânico chegou a esboçar uma ultrapassagem sobre o então bicampeão do mundo. As chances de Nigel em buscar a ponta praticamente se extinguiram no primeiro pit-stop na volta 25. Após a troca de pneus, o ‘Cinco Vermelho’ não conseguiu engatar a primeira marcha, e sua parada durou eternos 14s59, perdendo a segunda posição para Patrese e a terceira para Alesi.
Mas tão logo o veterano italiano da Williams de número 6 foi aos boxes, Mansell voltou à segunda colocação, mas já estava longe de Senna, que reinava soberano na ponta. Na tentativa de diminuir a vantagem para o brasileiro, Nigel estabeleceu sucessivas voltas rápidas, mas desgastou os pneus da Goodyear, sendo necessário mais um pit-stop, praticamente sepultando suas chances de vitória. Na volta 60, com problemas no câmbio, o britânico rodou no S do Senna e abandonou a prova. Era a senha para uma mais uma vitória fácil de Senna. Mas foi exatamente o contrário.
O abandono de Mansell coincidiu com a perda sucessiva de marchas do carro da McLaren nas dez voltas finais do GP do Brasil. A imensa vantagem de quase 40s para Riccardo foi pulverizada, já que o italiano andava sempre 3s, 4s mais rápido que Ayrton. A falha no câmbio atingiu o limite quando o carro do brasileiro ficou apenas com a sexta marcha disponível, causando um esforço tremendo, tanto em termos físicos quanto psicológicos, para tentar manter o bólido em um ritmo aceitável e à frente do rival da Williams.
Senna conseguiu amenizar o desempenho superior de Patrese e ainda contou com a chuva, como aliada no final da prova. Após 1h38min28s, o brasileiro cruzou a linha de chegada em Interlagos a meros 2s991 do italiano, causando uma verdadeira festa, não apenas no circuito paulistano, mas em todo o Brasil. Senna comemorou muito sua primeira vitória aos berros. “Eu não acredito, eu não acredito”, bradou. Esgotado, Ayrton mal conseguiu completar a volta de comemoração, estacionando seu McLaren na Reta Oposta, e foi trazido de volta aos boxes pelo carro da organização da corrida.
No pódio, Ayrton deu mais sinais de seu cansaço. No lugar de honra, o piloto ergueu, com muito sacrifício, o troféu destinado ao vencedor. A consagração veio com o banho de champanhe dado pelos companheiros de pódio, Patrese e Berger. Já na entrevista concedida após o encerramento da prova, Senna dedicou o resultado aos céus. “Foi Deus”.
Ídolo eterno do povo brasileiro - sinceras saudades!
Neste final de semana começam a F1 e F Indy
Neste final de semana começam as temporadas dos campeonatos de Fórmula 1 e de Fórmula Indy. Para os desavisados ambas são categorias de automobilismo, esporte que amo, mais até do que o futebol.
A primeira é nascida na Inglaterra, sendo a mais globalizada, e tem uma etapa disputada em São Paulo, no autódromo de Interlagos, no dia 27 de novembro, a outra, origina-se nos Estados Unidos, tem menor importância no cenário mundial, mas sem dúvida, é a mais emocionante e disputada, pois mescla corridas em circuitos ovais, que as vezes são surpreendentes, e circuitos mistos. A exemplo da Fórmula 1, a Indy também tem uma corrida em São Paulo, que será disputada no feriado de 1º de Maio, em um circuito de rua, montado na marginal do Rio Tiete, Sambódromo e Centro de Exposições do Anhembi.
Na Fórmula 1 correrão os brasileiros 6-Felipe Massa, pela Ferrari e 11-Rubens Barrichello, pela Williams-Cosworth.
Já a Indy contará com os brasucas 24-Ana Beatriz Figueiredo, pela Deyer & Reinbold, 3-Hélio Castro-Neves, pela Pensk, 82-Tony Kanaan, pela KV Racing, 17-Rapahel Matos, pela AFS Racing e 14-Vitor Meira, pela A.J.Foyth. Será que um deles será capaz de destronar o atual bi-campeão 10-Dario Franchitti, da atual tri-campeã Chip Ganassi? Foto abaixo:
2010: Dario Franchitti-Escócia-Chip Ganassi Honda-602 pontos; Will Power-Austrália-Pensk Honda-597 pontos; Scott Dixon-N.Zelândia-Chip Ganassi Honda-547 pontos; Hélio C.Neves-Brasil-Pensk Honda-531 pontos.
2009: Dario Franchitti-Escócia-Chip Ganassi Honda-616; Scott Dixon-N.Zelândia-Chip Ganassi Honda-605; Ryan Briscoe-Austrália-Pensk Honda-604; Hélio C.Neves-Brasil- Pensk Honda-433.
2008: Scott Dixon-N.Zelândia-Chip Ganassi Honda-646; Hélio C.Neves-Brasil-Pensk Honda-629; Tony Kanaan-Brasil-Andretti Green Honda-513; Dan Wheldon-Inglaterra-Chip Ganassi Honda-492.
E na Fórmula 1, alguém será capaz de destronar 1-Sebastien Vettel da campeã Red Bull? Foto abaixo:
Resultado dos três últimos campeonatos:
2010: Sebastian Vettel-Alemanha-Red Bull Renault-256 pontos; Fernando Alonso-Espanha- Ferrari- 252 pontos; Mark Webber-Austrália-Red Bull Renault-242 pontos; Lewis Hamilton- Inglaterra-Mc Laren Mercedes-240 pontos.
2009: Jeson Bouton-Inglaterra-Braw Mercedes-95; Sebastian Vettel-Alemanha-Red Bull Renault-84; Rubens Barrichello-Brasil-Braw Mercedes-77; Mark Webber-Austrália-Red Bull Renault-69,5.
2008: Lewis Hamilton-Inglaterra-Mc Laren Mercedes-98; Felipe Massa-Brasil-Ferrari-97; Kimi Raikkonen-Finlândia-Ferrari-75; Robert Kubica-Polônia-BMW Sauber-75.
Abaixo confiram os capacetes dos piltos da temporada de 2011 da Fórmula 1, através do belíssimo trabalho executado por Ivan Capelli, fonte: Blog do Capelli http://www.blogdocapelli.com.br/
23 de março de 2011
Primeiros ônibus com piso baixo do Rio de Janeiro.
Esta postagem serve para homenagear e parabenizar a Auto Viação 1001, por ser esta empresa a primeira a adotar o uso de veículos com piso baixo em nosso estado, no serviço regular de passageiros, veículo este que já é amplamente utilizado em São Paulo, por exemplo.
Devemos informar que já há dois veículos semelhantes utilizados pela Vila Isabel e São Silvestre, um para cada, utilizados exclusivamente nas duas linhas extensivas do Metrô na zona sul da cidade.

Kanaan assina com KV e corre na Indy com número em homenagem a Clark
Fonte: http://grandepremio.ig.com.br e http://colunistas.ig.com.br/flaviogomes/
Acabou a agonia de Tony Kanaan, pois o brasileiro assinou com a KV de Jimmy Vasser, campeão da Fórmula Cart em 1996, primeiro ano da dissidência da velha Indy, e Kevin Kalkhoven, australiano que chegou a ser dirigente da ChampCar, a fase posterior e finada da Cart, também coproprietário da Cosworth.
Acabou a agonia de Tony Kanaan, pois o brasileiro assinou com a KV de Jimmy Vasser, campeão da Fórmula Cart em 1996, primeiro ano da dissidência da velha Indy, e Kevin Kalkhoven, australiano que chegou a ser dirigente da ChampCar, a fase posterior e finada da Cart, também coproprietário da Cosworth.
A KV é aliada da Lotus Cars, Grupo Proton, aquela que é patrocinadora da Renault na F-1. No ano passado, as cores da Lotus já pintavam de verde e amarelo o carro 5 do japonês Takuma Sato, e nesta pré-temporada o venezuelano Ernesto Viso tem apresentado layout semelhante. O mesmo vai acontecer com Kanaan, exceto no GP de São Paulo, quando o carro 82 vai apresentar as cores da cerveja Itaipava e do energético TNT, ambas marcas do Grupo Petrópolis.
O carro do baiano ostentará o número 82, que foi utilizado pela Lotus de Jim Clark, quando este correu e venceu as 500 Milhas de Indyanápolis, no ano de 1965.
Kanaan viveu duas vezes na beirada do calabouço de outubro para cá. Ao terminar antecipadamente seu vínculo com a Andretti pela saída do patrocinador máster de seu carro, a 7-Eleven, Tony teve de correr atrás de empresas que bancassem sua permanência na Indy. Com parte do dinheiro oriundo do Grupo Petropólis, negociou com Gil de Ferran para ingressar na equipe presidida pelo amigo, a De Ferran Dragon. No fim de dezembro, o acordo era anúncio e nos bastidores, começava a corrida para a DFDR achar o restante da grana. A falha na meta, dois meses depois, resultava no término da parceria e até no fechamento do time.
Então Tony passou a ligar para todas as equipes que ainda tinham vagas sobrando. A KV era, de fato, a mais promissora diante das opções na Dreyer & Reinbold e na Dale Coyne, por exemplo. A Newman/Haas, com quem flertou, já tinha praticamente tudo combinado para ficar com a dupla com a qual vem treinando na pré-temporada, o veteraníssimo Oriol Servià e o novato e promissor James Hinchcliffe. E a KV precisa de um piloto como Tony por ter em seu elenco uma dupla como Sato e Viso, ávida por encontros com muros e áreas de escape.
Kanaan terá um treino só até a corrida de estréia neste fim de semana, em Saint Petersburgo Flórida, que diante do apuro dos últimos tempos para achar um lugar na Indy, é refresco.
Sobre Tony, o brasileiro tem 132 corridas nas costas, 14 vitórias, 10 poles e o título de 2004, quando completou todas as voltas de todas as provas da temporada. Não é alguém que devesse ficar de fora da temporada 2011.
O carro do baiano ostentará o número 82, que foi utilizado pela Lotus de Jim Clark, quando este correu e venceu as 500 Milhas de Indyanápolis, no ano de 1965.
Kanaan viveu duas vezes na beirada do calabouço de outubro para cá. Ao terminar antecipadamente seu vínculo com a Andretti pela saída do patrocinador máster de seu carro, a 7-Eleven, Tony teve de correr atrás de empresas que bancassem sua permanência na Indy. Com parte do dinheiro oriundo do Grupo Petropólis, negociou com Gil de Ferran para ingressar na equipe presidida pelo amigo, a De Ferran Dragon. No fim de dezembro, o acordo era anúncio e nos bastidores, começava a corrida para a DFDR achar o restante da grana. A falha na meta, dois meses depois, resultava no término da parceria e até no fechamento do time.
Então Tony passou a ligar para todas as equipes que ainda tinham vagas sobrando. A KV era, de fato, a mais promissora diante das opções na Dreyer & Reinbold e na Dale Coyne, por exemplo. A Newman/Haas, com quem flertou, já tinha praticamente tudo combinado para ficar com a dupla com a qual vem treinando na pré-temporada, o veteraníssimo Oriol Servià e o novato e promissor James Hinchcliffe. E a KV precisa de um piloto como Tony por ter em seu elenco uma dupla como Sato e Viso, ávida por encontros com muros e áreas de escape.
Kanaan terá um treino só até a corrida de estréia neste fim de semana, em Saint Petersburgo Flórida, que diante do apuro dos últimos tempos para achar um lugar na Indy, é refresco.
Sobre Tony, o brasileiro tem 132 corridas nas costas, 14 vitórias, 10 poles e o título de 2004, quando completou todas as voltas de todas as provas da temporada. Não é alguém que devesse ficar de fora da temporada 2011.
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