1 de dezembro de 2012

Presidente veta parte da Lei dos Royalties e reserva dinheiro para educação

Fonte: http://g1.globo.com

A presidente Dilma Rousseff decidiu vetar o artigo 3º do projeto de lei aprovado no Congresso que diminuía a parcela de royalties e da participação especial dos contratos em vigor destinada a estados e municípios produtores de petróleo. O veto, anunciado nesta sexta (30), era uma reivindicação de estados como Rio de Janeiro e Espírito Santo, dois dos principais produtores. 

Dilma também decidiu editar uma medida provisória na qual destina para a educação 100% dos royalties de estados e municípios provenientes dos contratos futuros de concessão de áreas para exploração de petróleo.

Royalties são tributos pagos ao governo federal pelas empresas que exploram petróleo, como forma de compensação por possíveis danos ambientais causados pela extração. Participação especial é a reparação pela exploração de grandes campos de extração, como da camada pré-sal descoberta na costa brasileira recentemente. 

O anúncio do veto foi feito em entrevista coletiva no Palácio do Planalto pelos ministros Gleisi Hoffmann (Casa Civil), Aloizio Mercadante (Educação), Ideli Salvatti (Relações Institucionais) e Edison Lobão (Minas e Energia) na tarde desta sexta (30), último dia do prazo que a presidente dispunha para assinar a sanção do projeto aprovado pela Câmara. 

Com o veto presidencial, fica mantida a atual distribuição dos recursos a estados e municípios produtores dos campos atualmente em exploração.

No caso dos futuros campos de extração de petróleo, fica mantida a distribuição de royalties definida no projeto aprovado pelo Congresso, pela qual a parcela dos estados produtores de petróleo diminui e a dos não produtores aumenta. 

Com isso, a parte dos estados e municípios não produtores, que atualmente é de 7% e 1,75%, respectivamente, passa, em 2013, para 21% (nos dois casos). Em 2020, a parcela aumentaria para 27% do total arrecadado pela União. 

Os estados produtores, que hoje recebem 26% do dinheiro, terão a fatia reduzida para 20% em 2013. Os municípios produtores passam dos atuais 26,25% para 15%, em 2013, chegando a 4%, em 2020. 

A participação especial dos futuros campos de exploração, atualmente dividida entre União (50%), estado produtor (40%) e município produtor (10%), passaria a incluir estados e municípios onde não existe extração. Em 2013, tanto estados como municípios recebem 10%. Em 2020, 15%. A nova lei reduz a parcela atual de 40% destinada a estados produtores para 32%, em 2013, e para 20%, em 2020. 

O secretário de Petróleo e Gás do Ministério de Minas e Energia, Marco Antonio Almeida, afirmou que a MP só valerá para novas concessões. "A medida provisória vai produzir efeito para novas concessões. A primeira rodada de licitações ocorrerá em maio e, até lá, a medida estará aprovada", disse. 

A aplicação de 100% em educação se refere à arrecadação com os novos contratos. O valor, segundo o ministro Aloizio Mercadante, é um acréscimo ao mínimo constitucional exigido atualmente. 

Também irão para a educação 50% dos rendimentos do Fundo Social, que é uma poupança pública com base em receitas da União. Esse fundo foi criado em 2010 e visa a aplicação em programas e projetos de combate à pobreza, educação, cultura, esporte, saúde, entre outros. 

O ministro Mercadante esclareceu que a MP também corrige questões relativas ao texto aprovado no Congresso. Uma delas é a distribuição para contratos futuros de municípios afetados, por onde passam as embarcações de exploração. 

Segundo o ministro, no projeto aprovado no Congresso, a distribuição relativa à arrecadação de royalties somava 101% a partir de 2017. Por conta disso, a MP trará novamente a divisão dos contratos futuros.


Depois de 3 temporadas Hispania confirma fim das atividades.

Fonte: http://www.grandepremio.com.br

E a pior das três equipes consideradas nanicas, da Fórmula 1, é a primeira a deixar a categoria.

Foi por meio do Twitter que o mundo teve a confirmação daquilo que já se especulava há algum tempo no paddock da F1: o fim das atividades da Hispania. O diretor-técnico da equipe espanhola, Toni Cuquerella, confirmou agora à noite, em seu perfil no microblog, que “hoje, depois de três temporadas, a última página da HRT foi escrita”. O prazo final para a negociação da venda do time se encerrava nesta sexta-feira (30). A esquadra passava por uma grave crise financeira e foi colocada à venda. Com a saída da HRT, a F1 tem, por ora, apenas 11 equipes para a temporada de 2013. 

A equipe espanhola entrou na F1 por meio do processo seletivo realizado pela FIA em 2009, que escolheu, ainda, USGP, outra que ficou de fora por problemas financeiros, sem sequer estrear na categoria, Manor (atual Marussia) e Lotus (hoje Caterham).

O time, cuja cidade de origem era Murcia, entretanto, quase não alinhou na temporada de estreia, em 2010. O projeto inicial era comandado por Adrián Campos, então proprietário da equipe Campos na GP2. Contudo, o ex-piloto de F1 não teve fôlego para levar o plano adiante e se viu obrigado a vender a equipe para o empresário José Ramón Carabante antes mesmo de o Mundial começar. 

Quando Carabante assumiu o comando do time, imediatamente mudou o nome para Hispania, e foi assim que a equipe alinhou no grid do Bahrein em 2010, tendo Bruno Senna e Karun Chandhok a abordo dos carros negros. Christian Klien chegou a pilotar pela equipe naquele ano também, mas apenas em três GPs e sem grande representatividade. A temporada foi muito fraca, devido principalmente à frágil estrutura técnica, e o time fechou o ano sem pontos. O melhor resultado foi um 14° na Austrália, na segunda prova do calendário, obtido pelo indiano. Senna repetiu a colocação na Coreia do Sul. E foi só. 

Ainda capengando na F1, a Hispania iniciou o Mundial do ano passado de forma ainda menos competitiva, sendo representada na pista por Narain Karthikeyan, que trazia o patrocínio da montadora indiana Tata, e o experiente Vitantonio Liuzzi, que não levava nenhum grande patrocínio, mas era o referencial da escuderia. Durante a temporada, a partir do GP da Inglaterra, a HRT aceitou um dinheiro da Red Bull, cujo valor não revelado, e emprestou a vaga de Narain a Daniel Ricciardo, para que o jovem australiano ganhasse experiência antes de ser promovido a titular da Toro Rosso no ano seguinte. 

Mas os cofres continuavam vazios pelos lados da escuderia ibérica. A crise financeira na Espanha chegava ao seu ápice. Carabante, obviamente, não conseguiu fortalecer financeiramente uma esquadra de resultados pífios e a vendeu em julho daquele ano para o grupo Thesan Capital, também espanhol. E foi ainda em 2011 que o time conseguiu seu melhor resultado na F1: o 13º lugar de Liuzzi em Montreal. 

Os novos proprietários ainda promoveram mudanças nas áreas técnicas e de comando no ano passado. Levaram à sede do time para Madri, na Caja Magica, e contrataram, já no fim da temporada, o ex-piloto Luis Pérez-Sala para chefiar o time. Além disso, chamaram o experiente Pedro de la Rosa para assumir o carro para essa temporada, em acordo de dois anos. Karthikeyan, trazendo sempre consigo a Tata, voltou à equipe como titular. 

2012 parecia ser uma temporada promissora. Apesar dos rumores que colocavam a equipe como quinta cliente da Renault para fornecimento dos motores, o ano seguiu com a mesma parceria de dois anos antes, com a Cosworth. Karthikeyan e De la Rosa formavam a equipe mais envelhecida da F1, mas diante de um conjunto fraquíssimo, não conseguiram converter a experiência em bons resultados para a escuderia ibérica. 

Durante a temporada, a HRT anunciou a contratação de Ma Qing Hua como seu reserva e terceiro piloto. O jovem de Xangai era figura presente no paddock e chegou a participar dos testes com novatos promovidos pela equipe, em Silverstone. No fim da temporada, o chinês foi cotado para ser titular em 2013, até mesmo como forma de salvar a equipe do limbo, graças a patrocinadores locais. Mas nada disso funcionou. Apesar do acordo promissor e da esperança de finalmente fazer a equipe deslanchar na F1, a HRT viveu um ano tumultuado e marcado, especialmente na segunda parte da temporada, por uma grave crise financeira que afetou toda a Espanha. 

A bancarrota foi inevitável. Diante de problemas de toda a espécie, o clima era de fim de feira, como foi possível ver em Interlagos. De la Rosa chegou a falar na esperança na sobrevivência da HRT, mas o quadro, que já era de estado grave, ficou irreversível. Apesar de todas as tentativas de reanimação financeira, a escuderia espanhola sucumbiu diante do anuncio do seu diretor-técnico, literalmente na calada da noite.


25 de novembro de 2012

Fórmula 1, alguns números!

CAMPEÕES DA FÓRMULA 1:




Sebastian Vettel é tricampeão da Fórmula 1.

Fonte parcial: http://www.grandepremio.com.br

Juan Manuel Fangio, Michael Schumacher e agora Sebastian Vettel, pois é, a partir de hoje a Fórmula 1 tem um novo tricampeão legítimo. 

Com a sexta posição, o alemão da Red Bull garantiu o título da temporada 2012 da principal categoria do automobilismo  mundial, mesmo com Fernando Alonso terminando o GP do Brasil em segundo. 

A vitória da corrida ficou com o inglês Jenson Button, que vinha em terceiro e herdou a posição de honra após a batida de Nico Hulkenberg em Lewis Hamilton, naquele momento, segundo o primeiro respectivamente. 

Embora agora esteja comemorando a conquista, Vettel quase colocou tudo a perder logo no começo, pois o tricampeão largou muito mal e perdeu uma série de posições e depois, na hora de tangenciar a curva do Lago, acabou freando forte demais, fritando os pneus e fechando Bruno Senna, que tentou evitar a colisão entre os dois, mas foi inevitável. 

O brasileiro e Sergio Pérez abandonaram na hora, já Vettel teve muita sorte e mesmo com uma rachadura entre o assoalho e o escapamento, ele pôde seguir em frente, rumo ao tricampeonato. 

No penúltimo giro, Paul Di Resta bateu na curva do Café, fazendo com que o uso do safety-car fosse necessário mais uma vez na prova, o que garantiu o triunfo de Jeson Button. 

Como já dito acima, a segunda colocação em Interlagos ficou com Fernando Alonso, posição aliais que lhe foi "doada" por Felipe Massa, que ficou em terceiro, o seu segundo pódio na temporada.

O brasileiro, por sua vez, fez uma boa corrida e mesmo com todos os problemas por causa da instabilidade conseguiu se manter competitivo. Felipe foi bastante agressivo durante toda a prova, fazendo uma série de ultrapassagens e servindo como escudeiro de Fernando Alonso durante quase toda a disputa, mas como "punição" e não prêmio, acabou, desnecessariamente, sendo obrigado a ceder a segunda colocação que ocupava para Alonso.

Essa é a segunda vez que Felipe Massa é obrigado a ceder sua colocação a um companheiro de equipe no GP do Brasil, isso ocorrera em 2007, quando ele deu a vitória a Kimi Raikkonen, que sagrou-se campeão com este ato. Essa situação deixou o brasileiro muito triste, fato que ficou claro ao responder à pergunta formulada por Nelson Piquet, ainda no pódio de Interlagos.



RESULTADO DA PROVA:
13Jenson ButtonMcLaren-Mercedes711:45:22.656225
25Fernando AlonsoFerrari71+2.7 secs718
36Felipe MassaFerrari71+3.6 secs515
42Mark WebberRed Bull Racing-Renault71+4.9 secs312
512Nico HulkenbergForce India-Mercedes71+5.7 secs610
61Sebastian VettelRed Bull Racing-Renault71+9.4 secs48
77Michael SchumacherMercedes71+11.9 secs136
817Jean-Eric VergneSTR-Ferrari71+28.6 secs174
914Kamui KobayashiSauber-Ferrari71+31.2 secs142
109Kimi RäikkönenLotus-Renault70+1 Lap81
1121Vitaly PetrovCaterham-Renault70+1 Lap19
1225Charles PicMarussia-Cosworth70+1 Lap22
1316Daniel RicciardoSTR-Ferrari70+1 Lap15
1420Heikki KovalainenCaterham-Renault70+1 Lap20
158Nico RosbergMercedes70+1 Lap9
1624Timo GlockMarussia-Cosworth70+1 Lap21
1722Pedro de la RosaHRT-Cosworth69+2 Laps24
1823Narain KarthikeyanHRT-Cosworth69+2 Laps23

RESULTADO DO CAMPEONATO:

1Sebastian VettelAlemãoRed Bull Racing-Renault281
2Fernando AlonsoEspanholFerrari278
3Kimi RäikkönenFinlandêsLotus-Renault207
4Lewis HamiltonBritânicoMcLaren-Mercedes190
5Jenson ButtonBritânicoMcLaren-Mercedes188
6Mark WebberAustralianaRed Bull Racing-Renault179
7Felipe MassaBrasileiroFerrari122
8Romain GrosjeanFrancêsLotus-Renault96
9Nico RosbergAlemãoMercedes93
10Sergio PerezMexicanoSauber-Ferrari66
11Nico HulkenbergAlemãoForce India-Mercedes63
12Kamui KobayashiJaponêsSauber-Ferrari60
13Michael SchumacherAlemãoMercedes49
14Paul di RestaBritânicoForce India-Mercedes46
15Pastor MaldonadoVenezuelanoWilliams-Renault45
16Bruno SennaBrasileiroWilliams-Renault31
17Jean-Eric VergneFrancêsSTR-Ferrari16
18Daniel RicciardoAustralianaSTR-Ferrari10
19Vitaly PetrovRussoCaterham-Renault0
20Timo GlockAlemãoMarussia-Cosworth0
21Charles PicFrancêsMarussia-Cosworth0
22Heikki KovalainenFinlandêsCaterham-Renault0
23Jerome D'AmbrosioBelgaLotus-Renault0
24Narain KarthikeyanIndianoHRT-Cosworth0
25Pedro de la RosaEspanholHRT-Cosworth0



23 de novembro de 2012

Gol anuncia fim da Webjet


Fonte: http://economia.ig.com.br
A companhia aérea Gol anunciou nesta sexta-feira o fim das atividades da controlada Webjet, com corte de cerca de 850 postos de trabalho em decorrência dessa decisão.
Em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a companhia informou que a primeira medida é a extinção das operações de voo. A Webjet possui um modelo de operação com base em uma frota composta majoritariamente por aviões modelo Boeing 737-300, de idade média elevada, alto consumo de combustível e defasagem tecnológica.
Ainda de acordo com o comunicado, com os novos patamares de custo do setor no Brasil, esse modelo deixou de ser competitivo. Como consequência do encerramento das operações, a Webjet desliga aproximadamente 850 colaboradores entre tripulação técnica, tripulação comercial e manutenção de aeronaves.
"Clientes e passageiros da Webjet serão integralmente assistidos pela Gol, e terão seus voos garantidos, permanecendo a Gol, a partir dessa data, responsável por todos os serviços de transporte aéreo e assistência a esses passageiros. Nesse sentido, todas as providências necessárias serão tomadas", disse a companhia.
A Gol anunciou a compra de 100% do capital Webjet no dia 8 de julho de 2011, por R$ 310,7 milhões, sendo R$ 96 milhões de desembolso para o controlador, o empresário Guilherme Paulus, e os R$ 214,7 milhões restantes de dívidas.
No início de outubro, a Gol anunciou uma redução de R$ 26 milhões do desembolso a Paulus. No mesmo mês, a companhia aérea havia concluído a aquisição de 100% do capital social da Webjet Linhas Aéreas. Com isso, a empresa, por meio de sua subsidiária VRG Linhas Aéreas, passou a ser titular da totalidade do capital social da Webjet.
Com essa decisão e as consequências dela decorrentes, a companhia avalia que haverá um aumento de custos no último trimestre de 2012, mas não forneceu mais detalhes. A Gol argumenta que com essas medidas a operação deve ficar mais eficiente a partir de 2013.
Em relação à frota Boeing 737-300 da Webjet, a companhia planeja a devolução das 20 aeronaves até o fim do primeiro semestre de 2013, sendo que 16 aviões serão devolvidos até o fim do primeiro trimestre do próximo ano.
Nesse cenário de redução de sua frota, a Gol prevê uma redução da oferta doméstica (ASK) entre 5% e 8% no primeiro semestre do ano de 2013 na comparação com o mesmo período de 2012. Ainda segundo a companhia, as medidas foram necessárias para recuperar as suas margens operacionais e manter a sustentabilidade do negócio.

22 de novembro de 2012

Black Friday terá descontos de até 90%

Fonte: http://economia.ig.com.br

A terceira edição do Black Friday no Brasil promete ter não só o maior volume de vendas, mas um número de ofertas recordes para os consumidores. Diferentemente dos anos anteriores, quando um número pequeno de lojas aderiu ao saldão virtual, neste ano, pelo menos 300 estabelecimentos já garantiram presença no evento.


Às vésperas do Black Friday, os principais players mantêm em sigilo as grandes ofertas que farão. A expectativa de Pedro Eugenio, criador do Busca Descontos e idealizador da versão brasileira do Black Friday, é de que os descontos variem de 15% a 75%.
Mas, em alguns casos, as promoções chegam a até 90%. É o caso do e-commerce de moda Lets, que promete oferecer mais de 3 mil itens, como roupas e acessórios, com até 90% de desconto. As ofertas, inclusive, ficarão à disposição dos consumidores cadastrados já a partir das 18h de quinta-feira.
Uma novidade deste ano será a participação da companhia aérea TAM que, embora não adiante o percentual do desconto que vai oferecer – por estratégia de mercado -, promete dar descontos para viagens de fim de ano, férias de janeiro e de julho. Serão ofertas os destinos que a companhia opera no Brasil, América Latina, Estados Unidos e Europa.
O Nova Pontocom, e-commerce do Grupo Pão de Açúcar, também promete “vir forte” no Black Friday de 2012. Pioneiro do evento com a bandeira Extra.com, a rede terá descontos em todas as categorias de produto, segundo Vicente Rezende, diretor de marketing da Nova Pontocom. Os descontos chegarão a 70% e estarão disponíveis a partir das 22h desta quinta-feira.
No Magazine Luiza, os descontos chegarão a até 60% em 3 mil itens da loja. No Walmart, a expectativa é quadruplicar as vendas em relação a um dia normal de vendas, oferecendo descontos de até 70%.
A Baby.com, loja voltada a produtos infantis, terá produtos com preços até 80% no Black Friday deste ano. Já a Sepha, especializada em perfumes, terá produtos com desconto de até 70%, em perfumes das marcas Givenchy, Lancôme, Calvin Klein, Dolce & Gabbana, Cacharel, Ferrari e Diesel.
A Netshoes também estará no Black Friday com descontos de até 70% em produtos da linha futebol, casual, fitness, bike, basquete e tênis. Nos itens tênis e vestuário performance, os preços serão até 58% menores.
Já na Hope, os descontos do Black Friday serão mais tímidos: de 10% nas compras acima de R$ 50, válido para a loja virtual e para 100 lojas da rede no país.
Dicas ao comprar
Com uma infinidade de produtos à disposição, com preços fora do convencional, algumas dicas podem ser observadas para que as melhores oportunidades não passem batidas aos olhos do consumidor.
Pedro Eugenio recomenda os “caçadores de descontos” a fazerem uma lista com os itens que o consumidor pretende comprar, uma espécie de “top 10” dos produtos mais desejados.
Além disso, é importante o consumidor observar o orçamento, para não comprometer o início do ano com dívidas. A velha recomendação de comparar os preços em diferentes lojas também vale para o Black Friday.
Na edição deste ano, o evento terá também o Selo Oferta Black Friday, que garante que o produto estará à venda com preços realmente promocionais.