Fonte: http://www.stj.jus.br
A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ) que condenou a Coca-Cola Indústrias Ltda. a indenizar a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) por lucros cessantes decorrentes do uso indevido de imagem em campanha publicitária veiculada em 2009, durante as eliminatórias da Copa do Mundo de 2010.
Segundo o processo, a campanha mostrou os ex-jogadores Bebeto, Biro-Biro e Dario trajando vestimenta bem parecida com o uniforme da seleção brasileira e teria induzido o espectador a associar o sucesso da seleção ao refrigerante.
O TJRJ entendeu que a empresa lucrou com o uso indevido, por imitação, do uniforme e do distintivo de propriedade da CBF, o que gerou o dever de indenizar. O tribunal fluminense determinou que o valor dos lucros cessantes fosse fixado em liquidação por arbitramento.
Domínio público
Em recurso ao STJ, a Coca-Cola alegou, entre outros pontos, que a campanha publicitária utilizou as cores verde e amarelo, representativas da nação brasileira, exatamente porque são de domínio público e não cabe à CBF invadir a propriedade imaterial de todos os brasileiros.
Para o relator do recurso no STJ, ministro Villas Bôas Cueva, os elementos apurados no processo revelam que a campanha publicitária, embora disfarçada, utilizando símbolos apenas aproximados, tinha o claro objetivo de “remeter o consumidor da Coca-Cola à imagem da seleção brasileira ou, em outros termos, de usar a imagem cujos direitos são reservados à CBF para vender o produto comercializado”.
Direito personalíssimo
Dessa forma, ressaltou o ministro, deve ser afastada a tese de que a CBF está pretendendo se apoderar comercialmente da camisa amarela e da bandeira do Brasil, já que ficou evidenciado nos autos que não se trata da apropriação dos símbolos nacionais, mas de sua utilização em um contexto que remete, de forma inequívoca, à seleção brasileira, cujos direitos de imagem pertencem à CBF.
Citando precedentes, o ministro afirmou que a jurisprudência consolidada no STJ dispõe que, "em se tratando de direito à imagem, a obrigação da reparação decorre do próprio uso indevido do direito personalíssimo, não havendo de cogitar-se da prova da existência de prejuízo ou dano. O dano é a própria utilização indevida da imagem, não sendo necessária a demonstração do prejuízo material ou moral".
Para Villas Bôas Cueva, é evidente que a CBF deixou de ganhar o valor que deveria ter sido pago pelo uso da imagem. Assim, em decisão unânime, a Turma negou provimento ao recurso especial da Coca-Cola.
Um Blog diversificado, que trata sobre Direito, futebol, carros, Escolas de Samba, etc e tal.
19 de dezembro de 2013
Rebaixada no tapetão, Portuguesa pode disputar Série B com uniforme similar ao do Fluminense.
Fonte: http://odia.ig.com.br
Após ser punida pelo STJD com a perda de 04 pontos, e consequentemente ser rebaixada a Lusa pode adotar um uniforme com o desenho bastante
similar ao do Fluminense, o grande beneficiado, caso realmente dispute a Série B no próximo
ano. A ideia surgiu nas redes sociais, onde os torcedores da Portuguesa,
inconformados com o rebaixamento considerado injusto, sugeriram que o
time adotasse o visual do Tricolor, em protesto.
"Nós vimos a ideia na internet e
passamos a discutir na diretoria. Eu acho que, se ficarmos realmente na
Série B, usar a camisa do Fluminense seria uma grande forma de protesto
contra um clube que sempre dá um jeito de escapar do rebaixamento pelo
tapetão. Se usarmos a camisa, o Fluminense estaria no lugar que merece e
onde a Lusa não deveria estar, pois conquistou dentro de campo o
direito de ficar na Série A", afirmou Roberto dos Santos,
vice-presidente de futebol da Portuguesa.
Os times têm cores similares. Portuguesa veste
branco, verde e vermelho, Flu usa branco, verde e Grená, o que
facilitaria a provocação entre os clubes. Depois de perder em primeira
instância, a Portuguesa recorreu da decisão e não descarta recorrer à
Justiça comum.
Enfim Governo anuncia compra de 36 caças da Suécia para a FAB.
Fonte: www.g1.com.br
Depois de 15 anos de negociações, o governo brasileiro anunciou nesta quarta-feira (18) a compra de 36 caças supersônicos do modelo sueco Gripen,
que farão parte da frota da Força Aérea Brasileira (FAB). De acordo com
a Aeronáutica, o preço total da aquisição será de US$ 4,5 bilhões, a
serem pagos até 2023.
Segundo o ministro da Defesa, Celso Amorim, que fez o anúncio, a decisão
"foi objeto de estudos e ponderações muito cuidadosas". Outras duas
empresas – a norte-americana Boeing e a francesa Dassault – disputavam
com a Saab, fabricante do Gripen, o fornecimento dos caças ao Brasil.
"A escolha, que todos sabem, foi objeto de estudos e ponderação muito
cuidadosa, levou em conta performance, transferência efetiva de
tecnologia e custo, não só de aquisição, mas de manutenção. A escolha se
baseou no melhor equilíbrio desses três fatores", afirmou o ministro da
Defesa, Celso Amorim.
Segundo o ministro, a aquisição dos caças não terá "nenhuma implicação"
no orçamento da União de 2013 nem no de 2014. Segundo ele, a etapa de
discussão do contrato pode demorar entre 10 e 12 meses, e a
transferência dos recursos para a empresa sueca só será feita após essa
etapa. "[A negociação do contrato] é algo demorado. Implica garantias
contratuais de que aquilo que foi ofertado efetivamente ocorrerá",
justificou Amorim. Segundo a assessoria de imprensa da Aeronáutica,
ainda será negociado no contrato quando será feito o primeiro pagamento.
O comandante da Aeronáutica, brigadeiro Juniti Saito, informou que os
primeiros aviões chegarão 48 meses depois da assinatura do contrato,
prevista para o final de 2014. Assim, o Brasil deverá começará a receber
as aeronaves a partir de 2018. Segundo Saito, serão entregues 12 aviões
por ano.
Saito disse que a transferência de tecnologia será completa e feita
diretamente à Embraer, que participará da montagem das aeronaves.
"Quando terminar o desenvolvimento, nós teremos propriedade intelectual
desse avião, isto é, acesso a tudo", disse Saito. Segundo ele, a
brasileira Embraer e a Saab vão atuar em conjunto na transferência de
tecnologia e na produção do caça. Segundo ele, outras empresas poderão,
posteriormente, participar do projeto.
O comandante da Aeronáutica informou que 80% da estrutura do avião será
construída no Brasil. As asas, por exemplo, já estão sendo produzida por
uma empresa de São José dos Campos e, segundo o comandante, já com
padrão supersônico. Segundo ele, serão mais de 15 empresas envolvidas.
Saito esclareceu também que os US$ 4,5 bilhões equivalem a proposta
feita pela empresa sueca, mas que, durante a negociação do contrato, o
valor pode ser revisto. "Nós vamos pechinchar ao máximo".
Ele contou que a presidente Dilma Rousseff o informou da escolha
somente na terça-feira (17).
"Presidenta, muito obrigado. Eu acho que a
Força Aérea e o Brasil ganharam muito com isso", ele relatou ter dito à
Dilma quando recebeu a notícia. Ele contou que participa do processo de
escolha dos caças desde 1995. "Estou muito feliz de ter perseguido esse
objetivo", disse. Segundo ele, todas as empresas foram avisadas ao mesmo
tempo da escolha.
O ministro Celso Amorim disse que, com a decisão do governo, "em
breve, teremos aviões à altura da necessidade de defesa do país". O
ministro ressaltou – dentro do acordo de transferência de tecnologia – a
abertura do código-fonte de armas, que, segundo ele, permitirá
adicionar ao avião armamentos brasileiros.
De acordo com o brigadeiro Marcelo Damasceno, chefe da comunicação
social da Aeronáutica, os caças Gripen “vão atender às necessidades
operacionais da FAB pelos próximos 30 anos”.
Segundo ele, as aeronaves ajudarão na defesa aérea do Brasil e serão
capazes de promover ataques no solo e no mar. “Ele [o Gripen] permitirá à
FAB enfrentar ameaças em qualquer ponto do território nacional com
carga plena de armas. O conjunto de conhecimentos e capacitação
tecnológicos contribuirá para que a indústria nacional se capacite para a
produção de caças de última geração em médio e longo prazo”, disse
Damasceno.
Em entrevista ao Jornal da Globo, em 2009, o presidente-executivo da
Saab, Äke Svensson, explicou porque, para ele, o Gripen é o melhor caça
para o Brasil. "Na comparação com os concorrentes, é o mais barato, tem o
armamento mais completo, os sistema de controle, detecção e combate
mais avançados e – o que só ele faz – pousa até num pedaço de estrada
qualquer, de 500 metros, se for preciso", disse.
Celso Amorim
afirmou que o governo brasileiro tentará, na negociação do contrato
final, obter da Suécia o máximo de transferência de conhecimento
tecnológico. “Há uma disposição efetiva de transferir essa tecnologia”,
afirmou.
Amorim foi questionado sobre o fato de a turbina do avião Gripen ser
produzida nos Estados Unidos. Como o contrato é feito com a Suécia, essa
parte da tecnologia de produção do avião não passaria ao Brasil. O
ministro destacou que a turbina é “importante”, mas não é o “coração” da
aeronave.
“Sabemos que a turbina é norte-americana, mas não é tão sensível em
matéria de conhecimento como outras partes do avião. [...] Embora seja
uma parte importante, não é do ponto de vista tecnológico o coração do
avião”, afirmou.
De acordo com o ministro, o fato de o Brasil ter optado por um contrato
com a Suécia não prejudica as relações comerciais com os Estados
Unidos. “Temos uma boa relação com os Estados Unidos. Diariamente
compramos partes para outros aviões. Não há nenhum temor.”
Atlético Mineiro perde no Mundial de Clubes e repete o vexame do Internacional.
Fonte: http://odia.ig.com.br
O mundo presenciou mais uma zebra histórica do futebol. O Atlético
Mineiro passou longe do futebol que encantou o Brasil e conquistou a Copa Libertadores desse ano, e perdeu para o Raja
Casablanca, do Marrocos, por inapeláveis 3 a 1, com gols de Lajour,
Moutaouali, Vivien Mabide, Ronaldinho Gaúcho descontou para o time
brasileiro em bela cobrança de falta.
De bonito o Atlético só apresentou o uniforme, branco com detalhes em cinza.
É a segunda vez que um clube
das Américas cai nas semifinais, nesse novo modelo do Mundial de Clubes da
Fifa, e pela segunda vez é um brasileiro, pois o primeiro foi o Internacional-RS, que sucumbiu diante do
supreendente Mazembe, da República Democrática do Congo, por 2 a 0 na
edição de 2010.
Com o ocorrido ao Atlético, o clube não conseguir, sequer, alcançar o vice-campeonato munidal de clubes já conseguido duas vezes pelo também mineiro Cruzeiro, e certamente seus torcedres vão passar o próximo ano tendo que suportar as brincadeiras dos rivais.
O Galo teve mais posse de bola durante todo o
jogo, mas os mais eficientes foram os donos da casa. Explorando os
espaços deixados na defesa mineira, todos os lances de gol do Raja foram
em contra-ataques rápidos dos jogadores que atuavam pelas laterais da
defesa. Com o resultado, o Raja Casablanca vai pela primeira vez em sua
história para a final do Mundial de Clubes, e irá enfrentar o todo
poderoso Bayern de Munique no domingo. O Atlético terá que amargar a
decisão do terceiro lugar da competição, que será a partida de abertura
da finalíssima contra o Guangzhou Evergrande, que tem em seu elenco os
brasileiros Muriqui e Elkeson e o argentino Conca.
O Jogo
Os primeiros 10 minutos de partida
foram de estudo entre os adversários, muito toques laterais e pouca
objetividade e ofensividade por parte das equipes. Tanto que o primeiro
lance de perigo do jogo foi somente aos 17 minutos, sem muito perigo.
Ronaldinho cobrou falta na área, Leonardo Silva ganhou pelo alto, mas
mandou por cima do gol. Aos 22, o Galo chegou com Lucas Cândido pela
esquerda e cruzou, Jô finalizou meio desequilibrado. A bola subiu, fez
que ia entrar, mas saiu por cima. O time mineiro ia tendo maior domínio
do campo e tocando a bola com mais facilidade e as chances de marcar iam
aparecendo. Com 32, Marcos Rocha cruzou da direita, Ronaldinho Gaúcho
disputou pelo alto, mas a bola ficou para Fernandinho. O atacante
alvinegro bate cruzado e a bola passa raspando a trave do goleiro
marroquino.
Como o futebol é um esporte apaixonante, quando
todos pensavam que o Galo iria abrir o placar, o Raja, que é mais fraco
tecnicamente, abriu as suas asinhas em duas oportunidades. Aos 35,
Karrouchy chegou bem pela esquerda, cruzou, Moutaouali finalizou de
primeira, e Victor, um dos destaques do time na libertadores, salvou o
Atlético-MG. Quatro minutos depois, o mesmo Moutaouali recebeu livre
pela direita, entrou na área e bateu cruzado. A bola passou pertinho,
para desespero de Iajour, que esperava pelo passe livre na grande área
do Atlético. Essas duas oportunidades assustaram o time mineiro que foi
para o vestiário após o apito do intervalo pensando logo em matar a
partida para não sofrer maiores sustos.
Logo no começo da segunda etapa, o aviso que sido dado no
final do primeiro foi confirmado. Aos 5 minutos, o Raja armou
contra-ataque rápido, a bola chegou até Iajour, que bateu cruzado na
saída do goleiro Victor. Os marroquinos abrem o placar. Com três minutos
a coisa quase que ficou bem pior para os mineiros, o time marroquino
armou outro contra-ataque rápido. Chtibi chegou bem pela direita e
tocou, mas foi pego impedimento. Com a zebra batendo em sua porta o
Atlético tratou de tentar espantá-la. Aos 9, Fernandinho recebeu pela
direita e cruzou. Ronaldinho Gaúcho aparece para cabecear, mas mandou
para fora.
Mas, quando a coisa está difícil, o
verdadeiro craque sempre parecer para tirar o time do sufoco. Aos 17,
Ronaldinho cobra falta na entrada da área marroquina com perfeição, a
bola ainda bateu carinhosamente na trave antes de entrar. O goleiro
Askri nem se mexeu no lance. Cobrança espetacular que relembro o jogador
que encantou o mundo nos tempos do Barcelona. Com o empate no placar, o
Galo conseguiu estabilizar a tensão e novamente impor seu jogo. Com 21,
Fernandinho cortou para o meio, chegou perto da área e chutou. A bola
saiu fraquinha e ficou com o goleiro do Raja.
As chances do Atlético iam aumentando e a virada parecia
certa. Aos 28, Luan tentou o chute cruzado, a bola desviou na zaga e
sobrou para Jô. Ele cabeceou, mas a bola saiu fraca e Askri defendeu.
Quando parecia que a vitóra do Atlético seria certa, mais uma vez a
zebra apareceu. Com 37, em contra-ataque do Raja. Iajour partiu para
cima de Réver, driblou e caiu na área, o árbitro não pensou duas vezes
em marcar pênalti para o time marroquino. Moutaouali bateu com categoria
e calma tirando o goleiro Victor.
O desespero tomou conta do Atlético, o time
mineiro foi todo para o ataque em busca de gol salvador, que não veio. E
pior, o Galo levou mais gol como golpe de misericórdia. Aos 49 minutos,
Moutaouali recebeu em velocidade em mais um contra-ataque rápido,
tentou jogada de craque tentando encobrir Victor, e a bola bateu
caprichosamente na trave. Na sobra, Coulibaly marcou acabando com
qualquer chance de reação do Atlético. Após o final da partida, uma bela
cena. Vários jogadores do Raja ficam no meio campo idolatrando
Ronaldinho Gaúcho. Pedem a camisa do meia, que cede, e aplaudem R10.
18 de dezembro de 2013
Renault Duster picape!
Fonte: http://carplace.virgula.uol.com.br
Muito se cogita sobre uma versão picape do Duster, tanto no Brasil como no exterior. Eis que agora surgem imagens desta versão, por enquanto em forma de protótipo: o “Duster Pickup” ainda não é algo oficial, e sim uma modificação realizada pela empresa Romturingia, especializada em modificar veículos da Dacia, marca que pertence ao grupo Renault-Nissan.
De acordo com a Romturingia, existe uma parceria com a Renault, porém ela se limita à liberdade da empresa utilizar de todo o suporte técnico da engenharia local da montadora. Como podemos ver nas imagens registradas pelo site Auto Industry, o “Duster Pickup” possui muitos componentes do Duster original, sendo que sua cabine não recebe nenhuma modificação. Já a parte traseira traz uma caçamba com 1,7 metro de comprimento e capacidade de carga para até 400 kg. Além disso, o modelo é equipado com tração 4×4 e câmbio manual de seis marchas.
A Romturingia ainda confirma que o modelo recebeu a modificação por conta de muitos pedidos de clientes. Porém, ainda não se sabe se o “Duster Pickup” entrará em produção oficialmente. A intenção da marca de ao menos pensar no produto fica clara com esta parceria. No Brasil, a picape estaria de acordo com a necessidade de muitos clientes e empresas, podendo ainda se tornar a picape “média” mais barata do país.
Muito se cogita sobre uma versão picape do Duster, tanto no Brasil como no exterior. Eis que agora surgem imagens desta versão, por enquanto em forma de protótipo: o “Duster Pickup” ainda não é algo oficial, e sim uma modificação realizada pela empresa Romturingia, especializada em modificar veículos da Dacia, marca que pertence ao grupo Renault-Nissan.
De acordo com a Romturingia, existe uma parceria com a Renault, porém ela se limita à liberdade da empresa utilizar de todo o suporte técnico da engenharia local da montadora. Como podemos ver nas imagens registradas pelo site Auto Industry, o “Duster Pickup” possui muitos componentes do Duster original, sendo que sua cabine não recebe nenhuma modificação. Já a parte traseira traz uma caçamba com 1,7 metro de comprimento e capacidade de carga para até 400 kg. Além disso, o modelo é equipado com tração 4×4 e câmbio manual de seis marchas.
A Romturingia ainda confirma que o modelo recebeu a modificação por conta de muitos pedidos de clientes. Porém, ainda não se sabe se o “Duster Pickup” entrará em produção oficialmente. A intenção da marca de ao menos pensar no produto fica clara com esta parceria. No Brasil, a picape estaria de acordo com a necessidade de muitos clientes e empresas, podendo ainda se tornar a picape “média” mais barata do país.
Por Marcello Muniz; A Renault deveria ter a visão que a possível venda dessa versão da Duster no Brasil, com um preço justo, que poderia ser com um preço até mais barato do que custa a SUV, pois é inegável que essa verão gasta bem menos para ser produzida, seria um verdadeiro divisor de águas para a marca, que com isso, sem dúvida alguma, assumiria a 4ª (quarta) posição em vendas no Brasil, pois essa versão, sem medo de arriscar, seria a líder de vendas da categoria, desde que o preço fosse o correto.
Bastaria a empresa não se preocupar com o que as outras marcas cobram pelos seus carros, tanto com S10, Ranger e Hilux, como também com Montana, Strada e Saveiro, que já são carros mais caros do que realmente deviam ser.
Igreja Universal terá de devolver mais de R$ 74 mil de doações feitas por fiel
Fonte: http://www.stj.jus.br
A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) terá de devolver a uma ex-fiel mais de R$ 74 mil, em valores de 2004 a serem corrigidos. A igreja não conseguiu fazer com que seu caso fosse reavaliado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), que manteve a decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDF).
A fiel trabalhava como contadora. Em 2003, recebeu uma grande quantia em pagamento de um trabalho. Um pastor da IURD a teria então pressionado para que fizesse um sacrifício “em favor de Deus”. A insistência do pastor incluía ligações e visitas à sua residência.
Segundo alegou, estava em processo de separação judicial, atordoada e frágil. Diante da pressão, teria feito a doação de mais de R$ 74 mil, em duas parcelas. Depois disso, o pastor teria sumido da igreja, sem dar satisfações. A IURD afirmava não saber do ocorrido nem ter como ajudá-la. Em 2010, a contadora ingressou com ação para declarar nula a doação.
Ela alegou que, após a doação, passou a sofrer de depressão, perdeu o emprego e ficou em crescente miséria. Testemunhas apontaram que chegou a passar fome, por falta de dinheiro.
Para a IURD, atos de doação como esse estão apoiados na liturgia da igreja, baseada em tradição bíblica. Disse que a Bíblia prevê oferendas a Deus, em inúmeras passagens.
A defesa da IURD destacou a história da viúva pobre, em que a Bíblia afirmaria ser muito mais significativo o ato de fé de quem faz uma doação tirando do próprio sustento.
Assim, a doação da contadora não poderia ser desvinculada do contexto religioso. A IURD apontou ainda a impossibilidade de interferência estatal na liberdade de crença, sustentando que o estado não poderia criar embaraços ao culto religioso.
Além disso, a fiel teria capacidade de reflexão e discernimento suficiente para avaliar as vantagens de frequentar a igreja e fazer doações.
Para o TJDF, as doações comprometeram o sustento da ex-fiel. Entendeu que o ato violava o artigo 548 do Código Civil, que afirma ser nula a doação de todos os bens sem reserva de parte ou de renda suficiente para a subsistência do doador.
O TJDF apontou ainda que o negócio jurídico nulo não pode ser confirmado nem convalesce com o decurso do tempo. Por isso, não se fala em decadência no caso.
O tribunal também afastou a análise do caso sob o ponto de vista do vício de consentimento, já que se discutia a questão da doação universal de bens.
Sob essa perspectiva, as testemunhas apontaram que o padrão de vida da contadora foi progressivamente reduzido diante das campanhas de doação. A insistência do pastor teria impedido que ela realizasse seus planos de investimento do dinheiro recebido, entre eles a aquisição de um imóvel.
Além disso, o TJDF entendeu que, sendo profissional autônoma, ela não poderia contar com remuneração regular, e o valor doado constituiria reserva capaz de ser consumida ao longo de anos na sua manutenção.
“Dos autos se extrai um declínio completo da condição da autora, a partir das doações que realizou em favor da ré, com destaque para a última, que a conduziu à derrocada, haja vista que da condição de profissional produtiva, possuidora de renda e bens, passou ao estado de desempregada, endividada e destituída da propriedade de bem imóvel”, afirma a decisão do TJDF.
O tribunal observou ainda que “todo o quadro de ruína econômica em que se inseriu abalou seu estado de ânimo, havendo, ao que consta, até mesmo sido afetada por depressão, que mais ainda dificultou a reconstrução de sua vida”.
No STJ, a IURD pretendia demonstrar que o ato da contadora não constituía doação universal, já que ela havia mantido um imóvel, carro e parte da renda obtida com o trabalho.
Mas, para o ministro Sidnei Beneti, a análise da pretensão recursal da Igreja Universal exigiria o reexame de provas do processo, o que é vedado em recurso especial. Por isso, o relator negou provimento ao agravo da igreja, o que mantém a decisão do TJDF.
17 de dezembro de 2013
Ricardo Maurício é bicampeão da Stock Car.
Fonte: http://grandepremio.com.br
Ricardo Maurício conquistou o
segundo título da carreira na Stock Car em uma corrida para lá de
emocionante em Interlagos. Cinco anos depois de ser campeão pela
primeira vez, no mesmo Autódromo José Carlos Pace, Maurício ganhou de
Thiago Camilo em um final espetacular para ficar com a taça.
Maurício não parecia tão confiante na tarde de sábado, depois de se classificar em sexto, atrás de Camilo e Daniel Serra. Mas sabia que a corrida seria longa, muita coisa poderia acontecer e tudo dependeria do momento. Foi exatamente assim.
Maurício não parecia tão confiante na tarde de sábado, depois de se classificar em sexto, atrás de Camilo e Daniel Serra. Mas sabia que a corrida seria longa, muita coisa poderia acontecer e tudo dependeria do momento. Foi exatamente assim.
Camilo passou a maior parte da
prova à frente de Maurício. Em terceiro na fase final da disputa,
ultrapassou Allam Khodair e subiu para segundo. Chegou, também, a passar
por Ricardo Zonta. Mas o carro o deixou na mão. Com problemas, o #21
perdeu ritmo, recebeu o troco de Zonta.
Era o momento de Maurício passar Camilo. A ultrapassagem foi arrojada e, sem dúvida, a mais importante da vida do piloto: no Bico de Pato, jogou o carro com tudo no lado interno da curva e deixou o rival para trás. Camilo perdeu outras três posições e terminou a corrida em sexto.
Na volta final, Zonta, Maurício e Cacá Bueno ainda brigaram pelo milhão, mas a ordem não mudou. Zonta venceu pela segunda vez na Stock Car, mas levou o troféu para casa pela primeira vez – em 2009, fora desclassificado porque completou a corrida sem capô. Cacá foi terceiro.
Era o momento de Maurício passar Camilo. A ultrapassagem foi arrojada e, sem dúvida, a mais importante da vida do piloto: no Bico de Pato, jogou o carro com tudo no lado interno da curva e deixou o rival para trás. Camilo perdeu outras três posições e terminou a corrida em sexto.
Na volta final, Zonta, Maurício e Cacá Bueno ainda brigaram pelo milhão, mas a ordem não mudou. Zonta venceu pela segunda vez na Stock Car, mas levou o troféu para casa pela primeira vez – em 2009, fora desclassificado porque completou a corrida sem capô. Cacá foi terceiro.
Stock Car, Corrida do Milhão, Interlagos, Final:
| 1 | Ricardo ZONTA | PR |
RZ Chevrolet Sonic |
51:46.059 | 30 voltas | |||
| 2 | Ricardo MAURÍCIO | SP |
RC Chevrolet Sonic |
+0.707 | ||||
| 3 | Cacá BUENO | RJ |
Red Bull Chevrolet Sonic |
+1.536 | ||||
| 4 | Allam KHODAIR | SP |
Vogel Chevrolet Sonic |
+1.688 | ||||
| 5 | Max WILSON | SP |
RC Chevrolet Sonic |
+4.458 | ||||
| 6 | Thiago CAMILO | SP |
RCM Chevrolet Sonic |
+4.698 | ||||
| 7 | Luciano BURTI | SP |
Boettger Peugeot 408 |
+15.715 | ||||
| 8 | Rubens BARRICHELLO | SP |
Full Time Chevrolet Sonic |
+18.782 | ||||
| 9 | Atila ABREU | SP |
AMG Chevrolet Sonic |
+18.797 | ||||
| 10 | Valdeno BRITO | PB |
WA Mattheis Peugeot 408 |
+23.636 | ||||
Classificação do Campeonato:
| PONTOS | VITÓRIAS | |||||
| 1 | Ricardo MAURÍCIO | SP |
RC Chevrolet Sonic |
218 | 1 | |
| 2 | Thiago CAMILO | SP |
RCM Chevrolet Sonic |
215 | 2 | |
| 3 | Cacá BUENO | RJ |
Red Bull Chevrolet Sonic |
196 | 2 | |
| 4 | Daniel SERRA | SP |
Red Bull Chevrolet Sonic |
181 | 3 | |
| 5 | Max WILSON | SP |
RC Chevrolet Sonic |
163 | ||
| 6 | Valdeno BRITO | PB |
WA Mattheis Peugeot 408 |
154 | ||
| 7 | Ricardo ZONTA | PR |
RZ Chevrolet Sonic |
144 | 1 | |
| 8 | Rubens BARRICHELLO | SP |
Full Time Chevrolet Sonic |
120 | ||
| 9 | Sérgio JIMENEZ | SP |
Voxx Peugeot 408 |
107 | ||
| 10 | Marcos GOMES | SP |
Carlos Alves Peugeot 408 |
102 | 2 | |
| 11 | Atila ABREU | SP |
AMG Chevrolet Sonic |
99 | 1 | |
| 12 | Luciano BURTI | SP |
Boettger Peugeot 408 |
94 |
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