28 de setembro de 2014

Flamengo é mais uma vez Campeão do Mundo, agora no basquete!

Fonte: http://globoesporte.globo.com/

Assim como ocorreu no futebol em 1981, o Flamengo é o segundo time de basquete do Brasil a ser campeão do Mundo.

Agora não falta mais nada, depois do Carioca, do NBB, da Liga das Américas e da Liga Sul-Americana, o torcedor do Flamengo pode encher a boca para falar que tem o título de clubes mais importante do planeta: a Copa Intercontinental. 

Numa atuação coletiva perfeita e com grandes desempenhos individuais do argentino Nico Laprovittola e do americano Jerome Meyinsse, o time comandado pelo técnico José Neto derrotou o Maccabi Tel Aviv por 90 a 77 (46 a 36), neste domingo, na quase lotada Arena da Barra, e agora pode dizer que é campeão de tudo. A equipe carioca precisava de uma diferença de no mínimo quatro pontos após a derrota por 69 a 66 na primeira partida, na última sexta-feira.

Assim que o cronômetro zerou, a torcida do Flamengo invadiu a quadra para festejar junto com os jogadores, num ambiente de euforia generalizada. A polícia teve que ser acionada para retirar os torcedores, e o locutor da Arena avisou pelo alto-falante que a premiação só aconteceria depois que a quadra fosse devidamente esvaziada.

Com 24 pontos e seis rebotes, o argentino Nicolas Laprovittola, que terminou a partida eliminado com cinco faltas, foi o grande nome da conquista rubro-negra - e eleito melhor jogador do torneio (MVP). Jerome Meyinsse, que anotou 22 pontos e cinco rebotes, e Marquinhos, com nove pontos, quatro rebotes e duas assistências, também se destacaram. 

- Fizemos história hoje e temos que desfrutar. Toda a equipe fez um ótimo trabalho. Levamos o jogo bem, como tem que fazer. Somos um equipe dentro e fora de quadra. Temos que seguir assim. Esse é o começo da temporada, um começo muito bom e feliz para todo o Brasil - disse Laprovittola.

Pelo lado israelense, Jeremy Pargo, cestinha do jogo com 28 pontos, sete assistências e seis rebotes, Keith Hayes, com 15, e Guy Pnini, que contribuiu com 10, foram os maiores pontuadores

Com o campeão da Euroliga no bolso, a equipe rubro-negra agora vai arrumar as malas para encarar os jogos contra Phoenix Suns, Orlando Magic e Memphis Grizzlies pela pré-temporada da NBA.

Antes do feito rubro-negro, o Sírio, de São Paulo, era o único time brasileiro com um título de expressão internacional: o Mundial Interclubes de 1979, superando o Bosna, da antiga Iugoslávia, na final. No ano passado, o Pinheiros disputou o título intercontinental com o Olympiacos, da Grécia, mas perdeu as duas partidas da decisão, em Barueri.

Escalações:
Flamengo: Marquinhos (9), Marcelinho (5), Meyinsse (22), Herrmann (8), Laprovittola (24); Entraram: Olivinha (9), Benite (8), Caracter (4), Gegê (0), Felício (1), Danielzinho (0)
Técnico: José Neto

Maccabi: Pargo (28), Pnini (10), Randle (6), Landersberg (7), Maric (4); Entraram: Haynes (15), Smith (2), Tyus (4), Ohayon (0), Cohen (1), Linhart (0)
Técnico: Guy Goodes


MITSUBISHI PAJERO TR4 4X2

Seguia eu lendo o caderno de automóveis do jornal, desse sábado 27/09, quando na última página, me deparo com um anúncio da montadora japonesa Mitsubishi, o qual, normalmente nem passo o olho, contudo, como tinha um belíssimo ASX, dessa vez fiz diferente e dei mais atenção, pois estou na busca por meu próximo suv ou similar.

Para minha surpresa, o outro modelos anunciado era o Pajero TR4 4X2, 2.0 flex, modelo 2015, custando R$68.990,00.

E porque surpresa? Logo me veio a mente o preço do Ecospot e do Duster em versões equivalentes com o que é oferecido por esta versão da Pajero, e pensei, será que esse Mitsubishi não teria uma melhor relação custo-benefício?

Eu nem sabia que esse modelo é nacional, não fazia idéia quanto custava e nem mesmo que era flex, agora, mesmo tendo um designer já um pouco ultrapassado em comparação com outros carros do tipo, e com o prórprio ASX, R$15.000,00 mais caro, passa a ser uma opção que merece ser considerada com carinho.

Fica o registro que comprei meu Ecosport 2012, no apagar das luzes para da versão anterior à atual, paguei um preço justo para um carro, naquela época considerado completo, e até com comandos de som atrás do volante e sistem My conect para atendimento de celular, e não me arrependi em um só instante que fosse, e sei que algo parecido ocorreu para muita gente que comprou o Kadett, o Astra, o Focus antigo, e muitos outros no fim de carreira.

Por esta razão, pelo menos para mim, não seria problema algum pagar um preço justo por um carro, apenas porque o modelo já tem anos de estrada, como é nítido nesse modelo, ou está perto do fim de fabricação. Registro que nem sei se esse é o caso da Pajero TR4 4X2.

Para não dizerem que só elogiei, sem dúvidas há faltas da Mitsubishi, pois o modelo, em razão da concorrência, já deveria vir com sensor de ré, rack de teto, kit multimidia com sistema de navegação e comandos de som no volante ou coluna.

Ele vem equipado com motor 2.0L Flex de 16V HCR, estrutura monobloco com chassi reforçado, preparado para uso urbano, transmissão mecânica de cinco marchas, proporcionando maior performance do veículo, além de suspensão dianteira independente McPherson e suspensão traseira formada por estrutura 5-link.

Portanto, quem quer comprar uma SUV ou similar, avaliem esse modelo, faça um test drive se a fabricante permitir, em breve eu vou tentar fazer o meu, pois talvez seja uma grata surpresa!

DIMENSÕES

COMPRIMENTO (MM) 4058
LARGURA (MM) 1680
ALTURA (MM) 1714 (COM RACK NO TETO: 1770)
ENTRE-EIXOS (MM) 2450
BITOLA DIANTEIRA (MM) 1441
BITOLA TRASEIRA (MM) 1451
ALTURA LIVRE DO SOLO (MM) 215
PESO EM ORDEM DE MARCHA (KG) 1360
CARGA ÚTIL (KG) 450
PESO BRUTO TOTAL (KG) 1810

MOTOR

DENOMINAÇÃO 4G94
TRAÇÃO 4X2 TRASEIRA
DISPOSIÇÃO E COMBUSTÍVEL LONGITUDINAL / FLEX (GASOLINA E/OU ETANOL EM QUALQUER PROPORÇÃO)
CILINDROS E CABEÇOTE 4 EM LINHA / 16 VÁLVULAS / SOHC
CILINDRADA (CM³) 1999
DIÂMETRO E CURSO (MM X MM) 81,5 X 95.8
TAXA DE COMPRESSÃO 11,0 : 1
ALIMENTACAO INJEÇÃO ELETRÔNICA MULTIPONTO SENQUENCIAL
POTÊNCIA MÁXIMA (CV @ RPM) GASOLINA: 135 @ 5500 ETANOL: 140 @ 5500
TORQUE MÁXIMO (KGF.M@ RPM) GASOLINA: 20,0 @ 2250 ETANOL: 22,0 @ 4500
TANQUE DE COMBUSTIVEL (LITROS) 72
SUSPENSÃO: DIANTEIRA INDEPENDENTE, ESTRUTURA MCPHERSON MOLAS HELICOIDAIS, BARRA ESTABILIZADORA e TRASEIRA EIXO RÍGIDO, ESTRUTURA 5-LINK, MOLAS HELICOIDAIS
FREIOS: DIANTEIRO DISCO VENTILADO e TRASEIRO TAMBOR
RODAS: RODAS LIGA LEVE 17''X 7,0'' com PNEUS 225/65 R17

Cronologia:

2003 - Substituição do Pajero importado pelo nacional TR4 com motor 2.0 16V de 131 cv 
2005 - Versão blindada de fábrica e versão Long Range com tanque de gasolina de 91 litros
2006 - Faróis e lanternas redesenhados (junho)
2007 - Motor 2.0 16V Flex (julho)
2008 - Versão GLS com airbag apenas para o motorista e sem ABS (maio)
2009 - Reestilização e motor mais potente de 135/140 cv (setembro)
2011 - Opção de tração apenas traseira 4x2 (dezembro)
2014 - Série especial O’Neill limitada a 600 unidades (setembro)

É claro que esse carro poderia vender muito mais se a Mitsubishi fizesse um melhor trabalho de divulgação do modelo, aliais, não só desse, dos outros também, pois a montadora pouco divulga seus carros!




27 de setembro de 2014

Fórmula 1 para quem gosta mais não conhece a história!

Fonte parcial: http://papodevelocidade.com/
A Fórmula 1 tem atualmente 11 equipes no grid disputando as corridas durante a temporada. Mas apenas três delas estão há décadas sem trocas de nomes, Ferrari, Williams e McLaren. Graças a várias mudanças de comando, patrocinadores e acionistas, a categoria tem uma linha do tempo bizarra para quem não a acompanha. Por exemplo: a Mercedes, escuderia da histórica montadora alemã, já foi Honda, concorrente japonesa no mundo dos carros.
A explicação está na história dessa equipe. A Mercedes GP surgiu em 2010 após a compra da Brawn GP, equipe formada com a estrutura deixada para trás pela Honda, pelo engenheiro Ross Brawn, campeã em 2009 com Jeson Button. A montadora japonesa abandonou a Fórmula 1 no fim de 2008, por causa da crise econômica mundial. A sede das três equipes é a mesma, em Brackley, na Inglaterra.
A própria Honda não é a origem dessa equipe montada em terras inglesas. Os japoneses colocaram o nome de sua marca em 2006, após assumir o controle da BAR, a British American Racing, que pertencia a uma empresa de tabaco desde 1999, quando esta comprou a histórica Tyrrell, campeã mundial nos anos 1970, mas que vivia em crise nos últimos anos.
Braw GP
BAR Honda
Tyrrel
Lotus já foi Toleman
Outro caso interessante de hoje na Fórmula 1 é a Lotus. Embora leve o nome do time que teve nomes como Emerson Fittipaldi, Jim Clark, Graham Hill, Ayrton Senna, Nelson Piquet, Nigel Mansell, Mario Andretti e Jochen Rindt, a equipe atual de Pastor Maldonado e Romain Grosjean não é uma sequência da linha histórica da escuderia de Colin Chapman.
A Lotus atual surgiu em 2011, quando a Renault vendeu o controle de sua equipe. Apesar de ser de uma fábrica francesa, a equipe dos títulos mundiais de Fernando Alonso tinha sede na Inglaterra, em Enstone. Isso porque a equipe comprou a antiga Benetton, pertencente a uma empresa italiana de moda, que também entrou para a história da F1 com o bicampeonato de Michael Schumacher, em 1994 e 1995, e teve durante duas temporadas o brasileiro Nelson Piquet, em 1990 e 1991.
A Benetton, por sua vez, surgiu da compra da pequena inglesa Toleman, que é conhecida por ter sido a primeira equipe da carreira de Ayrton Senna na Fórmula 1, pela qual o brasileiro fez o brilhante GP de Mônaco de 1984 e despertou o interesse de escuderias maiores até ir para a Lotus de então. Ou seja, por essa linha do tempo a Lotus de hoje não é a Lotus de Senna, mas tem o brasileiro em sua história.
Toleman
Benetton - Equipe que proporcionou a última dobradinha brasileira na categoria, no GP do Japão de 1990, com Nelson Piquet vencendo e Roberto Moreno em segundo.
Que fim levou a Jordan?
A Jordan, equipe fundada em 1991 por Eddie Jordan, deixou sua marca na Fórmula 1 como a primeira equipe das carreiras de Michael Schumacher, Eddie Irvine e Rubens Barrichello. Esses dois últimos mais tarde fariam dupla com Schumi na Ferrari. O time acabou em 2005 e foi comprado pela Midland.
Essa equipe durou apenas um ano, e em 2007 já estava no grid, em seu lugar, a Spyker, que também teve vida curta. Surgia, em 2008, graças à compra feita pelo indiano Vijay Mallya, a Force India, que hoje faz sua melhor temporada com um quinto lugar no Mundial de Construtores.
Jordan
E a Red Bull?
A equipe austríaca que dominou a Fórmula 1 nas últimas quatro temporadas com o alemão Sebastian Vettel começou sua trajetória em 2005, quando a empresa de energéticos comprou a Jaguar, time que pertenceu à Ford e surgiu da Stewart, famosa por ter levantado a carreira de Rubens Barrichello em 1999, servindo de palco para que ele fosse observado pela Ferrari.
A Red Bull ainda mantém fábrica em Milton Keynes, no Reino Unido, onde Jackie Stewart montou sua equipe em 1997. 
Jaguar
Stewart
A Toro Rosso, espécie de filial italiana da RBR, começou em 2006 após a compra da tradicional, porém não vencedora, Minardi, que teve brasileiros como Christian Fittipaldi, Tarso Marques e Roberto Moreno. Se a Minardi foi a primeira escuderia da carreira de Fernando Alonso, o viés formador da equipe italiana continuou com o tempo. Foi na Toro Rosso que surgiram Sebastian Vettel e Daniel Ricciardo, sendo a equipe na qual o alemão venceu sua primeira corrida.
Minardi
Sauber
A Sauber tem o nome original, mas não competiu assim desde sua fundação, em 1993. Entre 2006 e 2010, o time teve a parceria da alemã BMW, e correu como BMW-Sauber, muitas vezes chamada apenas de BMW, foi quando conseguiu sua única vitória com o polonês Robert Kubica, no GP do Canadá de 2008. O rompimento com a montadora, em 2010, gerou uma das maiores bizarrices da história da Fórmula 1, pois a BMW-Sauber correu com motor Ferrari.
Pequenas
As duas equipes menores da atualidade também tiveram outro nome, apesar de tão pouco de existência. A Caterham entrou na F1 em 2010 como Lotus, mas acabou tendo que abrir mão da nomenclatura após uma batalha de judicial. Em 2011, a Fórmula 1 teve suas equipes com esse mesmo nome no grid graças a essa briga.
Já a Marussia, fundada também em 2010, correu inicialmente como Virgin, nome da empresa que a fundou e foi patrocinadora da Brawn GP na temporada anterior, em 2009.
Tradicionais
A Ferrari é a única equipe atual que está presente desde o início da Fórmula 1. A escuderia criada por Enzo Ferrari nunca alterou sequer a cor de seus carros, mantendo o vermelho tradicional que marcava os carros italianos no início do automobilismo.
Já a Williams é, na verdade, uma segunda equipe formada por Frank Williams. Ele já havia feito uma tentativa nos anos 1970 com a Frank Williams Racing Cars. A escuderia atual surgiu em 1978 e nunca mais mudou. As cores, entretanto, se alternaram de acordo com o patrocinador principal da vez. Essa equipe tem uma curiosidade, só consegue um campeonato com cada piloto, nunca tendo feito um bicampeão. Jones-1980, Rosberg-1982, Piquet-1987, Mansell-1992, Prost-1993, Hill-1996 e Villeneuve-1997.
Outro ponto interessante é o fato de que essa equipe é a que teve mais brasileiros como piloto, sendo Piquet, Senna, Barrichello, Pizzonia, Bruno Senna e Massa.

A McLaren, fundada por Bruce McLaren, está na ativa desde 1966 e também não sofreu alterações. Assim como a Williams, só mudou a pintura dos carros em função dos patrocinadores, sendo esta a equipe pela qual Senna sagrou-se tricampeão.

Não por acaso, Ferrar, McLaren e Williams são as três maiores campeãs da Fórmula 1 em todos os tempos.

Novo Cruze será Argentino já em 2015.

Fonte: http://www.car.blog.br/

O Novo Chevrolet Cruze 2016 adota um estilo com linhas mais retilíneas e elegantes, que lembram muita a concorren americana Ford, e avançam os investimentos para a produção deste modelo na Argentina, conforme comunicado do Ministério da Indústria daquele país, informando sobre a reunião que a direção da General Motors manteve com autoridades platinas.

A GM atualizou o governo da Argentina acerca de seus planos de investimentos no âmbito do Projeto Phoenix - programa que tem como objetivo produzir um automóvel exclusivo para a região, o qual será o Cruze de segunda geração - carro já lançado na China e cujas imagens ilustram este artigo.

O Chevrolet novo Cruze será fabricado na planta da GM na cidade de Rosário, Argentina, a partir de outubro 2015, sendo um modelo médio para competir de igual para igual com os japoneses Toyota Corolla e Honda Civic em tecnologia e valor.

O modelo será lançado  ainda em 2015, já como modelo 2016, tendo como novidade também a adoção de motores turbo com injeção direta, além de transmissão automática de sete marchas com dupla embreagem.

Na reunião que mantiveram com autoridades portenhas, não se especificou qual motor o Novo Cruze adotará, mas a unidade de injeção direta que é aplicada no modelo chinês é um quatro cilindros 1.4L turbo com injeção direta, com potência de 150 cavalos e torque máximo de 23,5 Kgfm.

O motor que equipará o novo Chevrolet Cruze II fabricado na Argentina deverá ser importado nas etapas iniciais de produção, mas tal propulsor tem produção confirmada no país para 2017.

O novo designer, o interior e conjunto motriz modernizados, fará do sedã médio norte-americano um um competidor mais perigoso para os tradicionais líderes nipônicos Civic e Corola.


Novo Volkswagen Jetta será produzido no Brasil em 2015

Fonte: http://www.car.blog.br/

A Volkswagen do Brasil passará a produzir o Jetta na sua fábrica da Anchieta, em São Bernardo do Campo, SP, já a partir do primeiro semestre de 2015. Mesma fábrica que na semana passada desativou a produção do Polo.

O plano de produção, já aprovado pela direção da VW na Alemanha, foi apresentado ao Sindicado dos Metalúrgicos do ABC, que, em Assembléia, também aprovou o projeto,l entretanto, a produção nacional envolverá apenas a montagem final, com peças prontas vindas do México.

A Volkswagen tem uma capacidade de produção de 20.000 unidades por ano nessa linha, sendo que o modelo nacional substituirá o que vem importado do México. 

A capacidade de produção de 20.000 unidades ano é coerente com a demanda de mercado do modelo, que, em 2013, teve 9,4 mil vendidas até agosto, enquanto este ano está abaixo disso, em torno de 5,9 mil.


Se a VW colocar o pé na realidade, enteder que o mar não está pra peixe e cobrar um preço adequado e competitivo para esse modelo, o mesmo tem tudo para ser um sucesso e melhorar as vendas da marca alemã aqui no Brasil.

25 de setembro de 2014

Beleza escrita com quatro letras: AUDI !

Aqui no Brasil a Fiat tem apresentado um designer encantador em seus modelos, contudo, o que há de mais belo em automóveis de série, aí entendo como excluídos desse contexto, Ferrari, Maserati e Lamborghini, entre outros, tem origem alemã, na AUDI.

Aí fico com uma dúvida, porque a Volkswagen não se inspira em sua subsidiaria e não faz carros com uma beleza e qualidade parecidas?

Abaixo alguns dos modelos Audi:

Q7

Q3

TT

A1

A3

A4 Avant

21 de setembro de 2014

Hamilton vence GP de Cingapura e assume a liderança do campeonato.

Fonte: http://www.grandepremio.com.br/

Lewis Hamilton não precisou fazer nenhum esforço para lutar pela primeira posição com seu companheiro Nico Rosberg, pois este teve um problema logo de cara, que o tirou qualquer chance de disputar a ponta da prova. Uma falha eletrônica deixou o carro do alemão parado no grid no momento da volta de apresentação, e com isso, foi levado aos boxes para de lá largar. Após a luz verde, a dificuldade de acompanhar o ritmo de Marussia e Caterham, levavam Rosberg a perceber que o fim de sua corrida seria iminente, o que acabou ocorrendo na parada de box.

E com isso, Hamilton caminhou para uma vitória tranquila, mesmo com a entrada do safety-car na metade da corrida, em razão de um toque entre Adrian Sutil e Sergio Perez, que forrou a pista de detritos dos carros, o inglês perdeu a vantagem que tinha para as Red Bull e Alonso, tendo de parar mais uma vez para trocar os pneus, passou a ter de andar em ritmo de classificação e a oito voltas do fim, foi aos pits e retornou atrás de Sebastian Vettel. Não levou mais do que duas voltas para retomar a primeira posição, de forma tranquila.

Com os 25 pontos, Hamilton assumiu a liderança do Mundial de Pilotos, algo que só havia conseguido depois do GP da Espanha, o quinto da temporada. A vantagem sobre Rosberg é de meros 3 pontos.

Vettel, então, acabou na segunda colocação e Daniel Ricciardo, que comboiou o parceiro durante a corrida toda. Fernando Alonso, com uma rapidíssima Ferrari, chegou logo atrás. 

No quinto posto, Felipe Massa conseguiu um verdadeiro feito: 37 voltas com o mesmo jogo de pneus. E em Cingapura. Na parte final da prova, contou com Valtteri Bottas, então sexto lugar, como escudeiro: com problemas, o finlandês não se aproximava, mas não deixava Jenson Button e Kimi Räikkönen irem adiante. Ao fim, Bottas escapou na volta final, ficando em 11º. Button teve problemas eletrônicos e abandonou. Räikkönen navegou para trás, ficando com o sétimo posto.

Jean-Éric Vergne foi o sexto, mesmo com os 5s acrescidos a seu tempo devido uma saída da pista em disputa com Pastor Maldonado. Vergne ficou sob investigação quatro incríveis vezes durante as duas horas de corrida. Sergio Pérez foi o sétimo, seguido por Räikkönen, Nico Hülkenberg e Kevin Magnussen, encerrando a zona de pontuação.

Bottas seguiu, com as duas Lotus atrás. Em dado momento, parecia que Pastor Maldonado e Romain Grosjean levariam alguns pontos para casa, mas acabou não se concretizando. Daniil Kvyat foi 14º, com Marcus Ericsson sendo 15º e Jules Bianchi na 16ª colocação. 

GP de Cingapura, final:
144LEWIS HAMILTONINGMERCEDES2:00:04.79560 voltas
21SEBASTIAN VETTELALERED BULL RENAULT+13.534 
33DANIEL RICCIARDOAUSRED BULL RENAULT+14.273 
414FERNANDO ALONSOESPFERRARI+15.389 
519FELIPE MASSABRAWILLIAMS MERCEDES+42.161 
625JEAN-ÉRIC VERGNEFRATORO ROSSO RENAULT+56.801P +5s
711SERGIO PÉREZMEXFORCE INDIA MERCEDES+59.038 
87KIMI RÄIKKÖNENFINFERRARI+1:00.641 
927NICO HÜLKENBERGALEFORCE INDIA MERCEDES+1:01.661 
1020KEVIN MAGNUSSENDINMcLAREN MERCEDES+1:02.230 
1177VALTTERI BOTTASFINWILLIAMS MERCEDES+1:05.065 
1213PASTOR MALDONADOVENLOTUS RENAULT+1:06.915 
138ROMAIN GROSJEANFRALOTUS RENAULT+1:08.029 
1426DANIIL KVYATRUSTORO ROSSO RENAULT+1:12.008 
159MARCUS ERICSSONSUECATERHAM RENAULT+1:34.188 
1617JULES BIANCHIFRAMARUSSIA FERRARI+1:34.543 
174MAX CHILTONINGMARUSSIA FERRARI+1 volta


Confira a classificação do Mundial de Pilotos depois do GP de Cingapura:
     PolesVitóriasPontosMultas
144LEWIS HAMILTONINGMERCEDES67241 
26NICO ROSBERGALEMERCEDES74238 
33DANIEL RICCIARDOAUSRED BULL RENAULT-3181 
414FERNANDO ALONSOESPFERRARI--133 
51SEBASTIAN VETTELALERED BULL RENAULT--124 
677VALTTERI BOTTASFINWILLIAMS MERCEDES--1222
722JENSON BUTTONINGMcLAREN MERCEDES--72 
827NICO HÜLKENBERGALEFORCE INDIA MERCEDES--72 
919FELIPE MASSABRAWILLIAMS MERCEDES1-65 
1011SERGIO PÉREZMEXFORCE INDIA MERCEDES--45 
117KIMI RÄIKKÖNENFINFERRARI--45 
1220KEVIN MAGNUSSENDINMcLAREN MERCEDES--392
1325JEAN-ÉRIC VERGNEFRATORO ROSSO RENAULT--19 
148ROMAIN GROSJEANFRALOTUS RENAULT--8 
1526DANIIL KVYATRUSTORO ROSSO RENAULT--8 
1617JULES BIANCHIFRAMARUSSIA FERRARI--24
Confira a classificação do Mundial de Construtores depois do GP de Cingapura:
  
PolesVitóriasPontos
1 MERCEDES119479
2 RED BULL RENAULT-3305
3 WILLIAMS MERCEDES1-187
4 FERRARI--178
5 FORCE INDIA MERCEDES--117
6 McLAREN MERCEDES--111
7 TORO ROSSO RENAULT--27
8 LOTUS RENAULT--8
9 MARUSSIA FERRARI--2
10 SAUBER FERRARI--0
11 CATERHAM RENAULT--0