11 de junho de 2015

Maior tragédia da história do automobilismo completa 60 anos.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br/

Nenhum dia foi tão negro na história do automobilismo quanto 11 de junho de 1955, exatos 60 anos atrás. Um grave acidente durante a 23ª edição das 24 Horas de Le Mans matou, de acordo com números oficiais, 83 espectadores e o piloto francês Pierre Levegh. Outros 120 ficaram feridos. Uma corrida jamais esquecida.

O grid estava relativamente equilibrado, mas a britânica Jaguar e a alemã Mercedes eram francas favoritas à vitória na corrida mais difícil do mundo. O desafio não era enorme apenas pela necessidade de se passar 24 horas seguidas na pista, mas também pelas enormes velocidades atingidas em Sarthe – em um tempo em que a segurança não acompanhava o ritmo dos carros e dos pilotos.

Em 1955, nas longas retas do circuito de Le Mans, os carros já atingiam a casa de 300 km/h. Qualquer acidente, portanto, teria proporções enormes. Infelizmente, foi exatamente isso que aconteceu.

Foi uma tragédia que teve muitas consequências, dentro e fora das pistas, como o afastamento da Mercedes do esporte e até mesmo a proibição da realização de corridas em alguns países.

Na pista, dois campeões mundiais de F1 na década de 1950 começaram a duelar ferrenhamente. O contexto do duelo, pelas marcas que eles representavam, ainda carregava componentes históricos bastante vivos na memória dos europeus: apenas dez anos haviam se passado desde o fim da Segunda Guerra Mundial, e a antipatia entre ingleses e germânicos continuava bem quente.

O representante da Jaguar era Mike Hawthorn; o da Mercedes, Juan Manuel Fangio. A partir da largada, eles se mandaram na ponta duelando como se não se tratasse de uma corrida de 24 horas: travavam uma batalha digna de um GP, uma corrida 'sprint'. Foi assim que eles chegaram à 35ª volta, na terceira hora da corrida.

Hawthorn era o líder, e recebeu da Jaguar na reta que antecedia a dos boxes um sinal para parar e reabastecer. Sem querer dar mais uma volta, ele cortou para a direita logo após ultrapassar o retardatário Lance Macklin e brecou.

Os freios do carro britânico foram um detalhe determinante no acidente: ele já tinha a tecnologia de freio a disco, muito mais adequado às altas velocidades de Le Mans. Os demais, Mercedes inclusa, ainda usavam freios a tambor. Isso significava que não conseguiam desacelerar com a mesma rapidez da Jaguar.

Uma vez que Hawthorn pisou no freio, Macklin desviou para a esquerda e se colocou à frente de outro retardatário, Pierre Levegh, que guiava a outra Mercedes de fábrica. O francês de 49 anos não foi capaz de desviar, acertou a traseira do Austin-Healey de Macklin e decolou. As imagens são fortíssimas. (click no link abaixo).


No impacto com o muro, a Flecha de Prata se desintegrou. O eixo dianteiro e o bloco do motor se soltaram e, com a altíssima velocidade do carro, voaram por metros em direção às arquibancadas. Espectadores foram esmagados e decapitados. Para piorar, pessoas também foram queimadas pelas chamas que se espalharam. O fato de a Mercedes ter componentes de magnésio, um metal mais leve, mas altamente inflamável, corroborou.

300 mil pessoas estavam em Le Mans naquele dia, e a versão oficial é que a corrida não foi interrompida porque os organizadores não queriam que as estradas ficassem congestionadas, atrapalhando assim o resgate das vítimas. 25 médicos estavam a postos no circuito, e nada preparados para algo como aquilo.

Fangio e seu companheiro de equipe, Stirling Moss, continuaram na corrida disputando a liderança com Hawthorn e Ivor Bueb. Oito horas mais tarde, a Mercedes decidiu se retirar da corrida com Fangio e Moss na liderança.

A Mercedes sugeriu à Jaguar que também se retirasse, mas a fábrica inglesa se recusou e ficou na pista até o fim, vencendo com Hawthorn e Bueb. As imagens dos dois comemorando com champagne no pódio renderam muita polêmica.

Não fazia mais que dez anos desde que a Segunda Guerra Mundial havia terminado após deixar para trás um rastro de destruição e desolação que jamais havia sido visto em escala global. Os seis anos da segunda parte do combate que começara na verdade em 1914 e com rancores que não se encerraram entre batalhas campais obviamente deixaram marcas muito mais profundas do que prédios caídos e dívidas a pagar. Deixou cicatrizes que persistiriam por um longo tempo.

Se Hawthorn, por exemplo, crescido em tempos de rivalidade mortal e latente entre Inglaterra e Alemanha, não conseguia aceitar a ideia de perder para a Mercedes, uma analogia muito próxima poderia ser aplicada ao público francês.

Absolutamente esmagada e com Paris tomada e sitiada há muito menos tempo que o necessário, a vergonha que começou nas trincheiras do exército francês contra a 'blitzkrieg' alemã talvez tenha sido a maior da história daquele país. E vivia ardente. 

Por isso ver Levegh, um herói do esporte francês, um homem que quase ganhou as 24 Horas de Le Mans sozinho anos antes, morrer e matar dezenas de outros franceses numa máquina de destruição alemã, um carro dividido aos pedaços pelo ar e em direção ao público, poderia ser simplesmente demais.

Após se manter na corrida por algumas horas, a Mercedes concluiu que vencer em tal situação seria um desastre de relações públicas num momento em que ainda reconstruía sua imagem internacional e a desassociava da guerra. Um momento em que a Alemanha inteira seguia tais passos.

Fangio e Moss, dois dos maiores da história, tinham uma vantagem brutal para Hawthorn e a Jaguar, duas voltas, quando chegou à decisão, por volta das 20h, de que deveriam encostar os carros e dar adeus.

As últimas duas corridas daquela temporada de 1955 aconteceram apenas em setembro e outubro, ambas vencidas pela Mercedes. Moss, nas duas; foi acompanhado por Fitch na Irlanda do Norte e por Peter Collins na Itália.

Ao fim de 1955, campeã também na F1, a Mercedes deixou o automobilismo, assim como fizera nos anos 1930. Só voltou, de fato, competitivamente e apostando altas fichas, no final da década de 1980. Então, já sem riscos de seu nome ser atrelado de qualquer forma ao nazismo.

Proibição e reabertura

Internacionalmente, o desastre também causou um levante. Na realidade - e nada anormal na história humana -, a tragédia fez com que uma onda em prol da segurança no esporte começasse. Mesmo o papel que Fitch assumiu foi um reflexo.

Mas o movimento veio também forçado pelos países. Mesmo na França, o esporte a motor foi banido até que os autódromos apresentassem maior segurança. Pouco após aquele 11 de junho, o pit-lane do palco das 24 Horas foi colocado ao chão e reconstruído. A não separação entre reta dos boxes e os pits era inaceitável. 

Assim como a França, a Alemanha adotou a mesma obrigação. Legalização só após renovação e reforço da segurança. Outros países também o fizeram, mas eventualmente foram checando a segurança aumentada e liberando o esporte a motor em seus territórios. 

Nos Estados Unidos, a Associação Americana de Automóveis também provocou mudanças e dissolveu o Conselho de Disputas, que cuidava das competições de automobilismo. Deu lugar então ao Comitê de Competição Automobilística dos Estados Unidos, um novo órgão com novas intenções.

Quase todos eventualmente permitiram o automobilismo a regressar. A Suíça, não. O país seguiu com o banimento a todos os eventos de esporte a motor em que há competição direta. Os eventos de subida de montanha e slalom, por exemplo, seguiram sendo permitidos. O Parlamento suíço deixou a proibição fora de discussões por anos, até 2007, quando passou uma emenda para terminar o banimento. Mas a emenda bateu no Conselho dos Estados da Suíça e travou, sendo descartada em 2009 após uma segunda negativa. Desta vez, a discussão batia mais em questões ambientais que de segurança.

Em março deste ano, no entanto, o mesmo Conselho dos Estados passou uma moção para que a Suíça possa receber eventos automobilísticos de carros com motores elétricos. Inclusive uma demonstração com a suíça Simona de Silvestro acelerando um carro da F-E pelas ruas de Berna selou o futuro que o país pode ter no calendário da nova categoria do automobilismo mundial.


5 de junho de 2015

Carros mais vendidos em Maio/2015.

Na disputa por marcas, a Fiat (15,01%) retomou a liderança da Chevrolet (14,64%) por margem mínima, com a Volkswagen (13,85%) no encalço das duas. Ford (10,04%) e Hyundai (9,18%) vieram em seguida.
Terceiro colocado nos dois meses anteriores, o Fiat Palio (8.509) emplacou quase mil unidades a mais do que o Hyundai HB20 (7.573) para assumir a liderança geral, já o Chevrolet Onix (7.126) unidades, deixou o segundo lugar de abril e agora completou o pódio, na terceira posição do ranking.
Pelo segundo mês consecutivo o Honda HR-V emplacou quase 5 mil unidades e repetiu a sexta posição já conquistada em abril, ficando à frente de modelos mais baratos como Ford Ka (4.819) e Chevrolet Prisma (4.116).
Já o SUV fabricado em Goiana (PE) saltou para o 18º lugar e abriu quase 300 unidades de vantagem sobre o rival Ford Ecosport (2.259 x 1.963).
Oitavo colocado, o Corolla (4.676) foi novamente o sedã nº 1 na preferência dos consumidores. Principal rival do Toyota, o Honda Civic (2.947) ficou à frente do VW up! (2.865) e por pouco não garantiu presença no top 15.
As marcas francesas vem perdendo cada vez mais mercado, o modelo da Renault mais vendido sé o Sandero, que só aparece na 10ª posição com 3.625 unidades vendidas, já a Citröen só aparece na 30ª posição com o C3, com apenas 1.149 carros vendidos, pior só a Peugeot que aparece na 34ª posição com 960 carros do modelo 208 vendidos, destacando que o 2008 já é o segundo mais vendido da marca, com 589 unidades.
Novamente líder entre os comerciais leves, a Fiat Strada (3.073) assegurou pouco mais de 1,1 mil unidades de vantagem sobre a VW Saveiro (1.971). Entre as picapes maiores, nova vitória da Toyota Hilux (1.855) sobre a Chevrolet S10 (1.209). Fechando o top 5, a Mitsubishi L200 (994) derrotou a Ford Ranger (920).
Automóveis mais vendidos:


 1º - FIAT PALIO: 8.509 unidades 

2º - HYUNDAI HB20: 7.573 unidades 
3º - CHEVROLET ONIX: 7.126 
4º - VW GOL: 5.525
5º - VW FOX / CROSS FOX: 5.347
 

6º - HONDA HR-V: 4.947 
7º - FORD KA: 4.819 
8º - TOYOTA COROLLA: 4.676 
9º - CHEVROLET PRISMA: 4.116 
10º RENAULT SANDERO: 3.625
11º HYUNDAI HB20S: 3.595 

12º FIAT UNO: 3.453 
13º FORD FIESTA: 3.148 
14º FIAT SIENA: 3.135
15º TOYOTA ETIOS HB: 3.020
16º HONDA CIVIC: 2.947 

17º VW UP: 2.865 
18º JEEP RENEGADE: 2.259 
19º HONDA FIT: 2.042 
20º FORD ECOSPORT: 1.963
21º CHEVROLET CLASSIC: 1.957 

22º TOYOTA ETIOS SEDAN: 1.829 
23º VW VOYAGE: 1.498 
24º FORD KA SEDAN: 1.462
25º RENAULT DUSTER: 1.381 
26º HONDA CITY: 1.364 
27º CHEVROLET CELTA: 1.359
28º NISSAN VERSA: 1.233
29º NISSAN MARCH: 1.211
 

30º CITROËN C3: 1.149 
31º CHEVROLET SPIN: 1.137 
32º RENAULT LOGAN: 1.090 
33º CHEVROLET COBALT: 1.025 
34º PEUGEOT 208: 960 
35º FIAT PUNTO: 956
36º HYUNDAI IX35: 874
37º MITSUBISHI ASX: 804
38º VW GOLF: 750
39º CHEVROLET CRUZE SEDAN: 744
40º FORD FOCUS: 721 

41º CHEVROLET CRUZE HB: 705
42º CHEVROLET TRACKER: 691
 

43º NISSAN SENTRA: 688 
44º VW JETTA: 688 
45º KIA SPORTAGE: 600 
46º RENAULT CLIO: 591 
47º PEUGEOT 2008: 589 
48º TOYOTA HILUX SW4: 569
49º HYUNDAI TUCSON: 563 

50º MITSUBISHI OUTLANDER: 487
Comerciais Leves:
 1º - FIAT STRADA: 3.073
2º - VW SAVEIRO: 1.971 

3º - TOYOTA HILUX: 1.855 
4º - CHEVROLET S10: 1.209
5º - MITSUBISHI L200: 994
6º - FORD RANGER: 920 

7º - CHEVROLET MONTANA: 499
8º - FIAT FIORINO: 395
 

9º - VW AMAROK: 385
10º HYUNDAI HR: 270
11º MERCEDES-BENZ SPRINTER 311: 213
12º NISSAN FRONTIER: 203
13º KIA K2500: 200
14º IVECO DAILY 3514: 194
15º CITROËN JUMPER: 182
16º RENAULT MASTER: 166
17º RENAULT KANGOO: 97
18º FIAT DUCATO: 96
19º PEUGEOT BOXER: 86
20º LIFAN FOISON 78
21º FIAT DOBLO 55
22º FOTON AUMARK 1039: 44
23º MERCEDES-BENZ SPRINTER 43
24º RELY RELY PICK-UP 35
25º JAC T8: 24
26º SHINERAY DTRUCK: 12
27º SHINERAY P TRUCKS: 12
28º IVECO DAILY: 11
29º HAFEI RUIYI: 11
30º EFFA START PICK UP: 9
31º SHINERAY P VAN: 8
32º VW KOMBI: 7
33º JINBEI M35: 5
34º JINBEI TOPIC: 5
35º PEUGEOT PARTNER: 4
36º SHINERAY TRUCK: 4
37º HAFEI START PICK UP: 4
38º HAFEI MINI: 3
39º HAFEI TOWNER: 3
40º MAHINDRA HWKCS32: 3
41º FORD F150: 2
42º MERCEDES-BENZ SPRINTER 415: 2
43º TOYOTA BANDEIRANTE: 2
44º TOYOTA RIBEIRAUTO: 2
45º MAHINDRA HWKCD4: 2
46º DODGE RAM: 1
47º DODGE RAM 1500: 1
48º FIAT TECFORM: 1
49º FORD COURIER: 1
50º FORD F1000: 1

2 de junho de 2015

Venda dos SUVs compactos em maio/2015, dá HR-V na frente!

Fonte: http://carplace.uol.com.br/

Com o Honda HR-V já consolidado na liderança do segmento, a “emoção” ficou por conta das posições seguintes da categoria de SUVs compactos. E as outras novidades do mercado ainda não disseram a que veio: o Renegade quase bateu o Duster, mas está bem abaixo da previsão da Jeep, enquanto o 2008 não conseguiu nem desbancar o Tracker, que tem venda limitada pelas cotas de importação do México.

Com praticamente 5 mil carros emplacados, o HR-V está abrindo quase o dobro de vendas do EcoSport, que mesmo sem novidades ainda se mantém firme na segunda posição, com 2.824 carros. Já a briga pelo terceiro lugar esquentou com a chegada do Renegade, que ficou a menos de 30 unidades do Duster.

A decepção fica por conta do 2008, que chegou com uma previsão de vendas bastante tímida (1.000 unidades mensais), mas não está conseguindo nem isso: em maio foram emplacadas apenas 636 unidades, número inferior até ao do Tracker, que por sua vez ficou atrás dos nacionalizados Tucson e ASX.

Nas últimas posições do Top 10 estão o chinês X60 e o recém-lançado S-Cross, enquanto JAC T6 (também recém-chegado às lojas) ainda não aparece na lista.

Confira as vendas de maio na tabela abaixo:
SUVs compactos

1) Honda HR-V: 4.997
2) Ford EcoSport: 2.824
3) Renault Duster: 2.516
4) Jeep Renegade: 2.493
5) Mitsubishi ASX: 825
6) Hyundai Tucson: 827
7) Chevrolet Tracker: 716
8) Peugeot 2008: 636
9) Lifan X60: 146
10) Suzuki S-Cross: 103


30 de maio de 2015

Renault revela o Kwid que será produzido no Brasil em 2016.

Fonte: http://www.autossegredos.com.br/

A Renault revelou oficialmente o compacto KWID que será fabricado em São José dos Pinhais (PR), em 2016. O compacto tem linhas que lembram os irmãos Duster e Sandero tem 3,68 metros de comprimento e 1,58 metros de altura. O modelo já nasceu com visual aventureiro com molduras pretas nos para-lamas. No Brasil ele será equipado com um motor 1.0 12v de três cilindros de origem Renault.

O KWID é um compacto altinho e marca francesa diz que ele oferecerá um bom espaço interno para os ocupantes. Internamente, o KWID tem visual simples, mas, funcional como a tela multimídia de sete polegadas sensível ao toque. O quadro de instrumentos é totalmente digital.

No Brasil os fornecedores o chamam de Projeto XBA, mas, internamente o compacto é conhecido como BB. A marca inclusive já prepara para o fim do ano uma nova prensa de estampagem destinada aos novos projetos. O compacto será produzido no Brasil em 2016 na fábrica de São José dos Pinhais (PR).

Em dezembro o site Autossegredos publicou que a marca já estava com unidades do compacto para testes no Brasil.  O protótipo foi montado em CKD no Brasil. Seguranças vigiaram as peças do modelo do desembarque até a montagem do protótipo.

O modelo será construído na plataforma CMF (Common Module Family), que pretende unificar a estrutura de 75% dos modelos da aliança franco-nipônica até 2020, proporcionando economia estimada em quatro bilhões de euros em um prazo de dois anos.

O novo compacto terá um motor Renault de 1.0 12v de três cilindros, e o mesmo já é testado no Brasil e futuramente estará disponível em outros produtos da marca. O motor terá uma versão normal e outra com turbo.


Kia reduz preços de Novo Kia Soul, que agora parte de R$ 84.900.

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/

O Novo Kia Soul chegou ao Brasil com preço muito alto, custando o mesmo que carros de entrada do segmento premium. No entanto, com a atual situação do mercado, fica difícil manter o ritmo de vendas com valores assim. Dessa forma, o modelo ganhou redução nos preços, partindo agora de R$ 84.900.

Antes, porém, o crossover asiático partia de R$ 94.100. A versão mais completa, agora começa em R$ 88.900. Quando chegou, no início do segundo semestre de 2014, o Novo Kia Soul custava a partir de R$ 88.900 e teve dois reajustes para cima desde então.

Flamengo é campeão brasileiro de basquete - NBB.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/

Se o chocolate no primeiro jogo já havia causado um impacto grande, a exibição de gala do Flamengo neste sábado, no segundo jogo das finais do NBB 7, então, nem se fala. Mesmo numa temporada sem muito tempo para treinar, com altos e baixos e cheio de percalços, o time carioca mostrou a força de sua camisa e passou por cima dos adversários na hora da decisão. Sob os olhares do técnico da seleção brasileira, Rubén Magnano, e de mais de sete mil torcedores que lotaram o ginásio Municipal Neuza Galetti, os visitantes dominaram os donos da casa. 

Superiores do início ao fim, o Flamengo não deu a menor chance para Bauru, que novamente contou com Alex apagadíssimo no ataque - o ala anotou quatro pontos, pegou oito rebotes e deu duas assistências. Com a vitória por 77 a 67 (40 a 25), o Rubro-Negro fechou o confronto decisivo da temporada 2014/2015 do NBB em 2 a 0 e garantiu com sobras o tricampeonato. O Flamengo  chega ao seu quarto título em sete edições do NBB e supera Brasília, que tem três conquistas.

- É muito difícil se manter no topo. Estamos em um grande clube e isso nos motiva muito a continuar trabalhado. Só quem estava lá dentro sabe o quanto foi difícil essa temporada. A gente jogou mal em alguns jogos, mas sabíamos do nosso potencial e entramos com tudo nos playoffs. E no mata-mata jogamos um basquete digno de campeão. Isso é um time e isso é Flamengo - disse o capitão Marcelinho, único atleta a participar dos quatro títulos do time carioca no NBB.

Com 19 pontos, sete rebotes e quatro assistências, o armador Nico Laprovittola foi eleito o MVP das finais e recebeu o troféu das mãos do presidente da Liga Nacional de Basquete (LNB), Cássio Roque. O cestinha do jogo foi o americano Robert Day (Bauru), com 23 pontos. Ele foi o responsável pelo esboço de reação dos paulistas no período final, quando acertou quatro bolas de três pontos. Mas acabou eliminado com a quinta falta a pouco menos de cinco minutos para o fim da partida e o time paulista não teve forças para seguir pontuando.

Olivinha (17 pontos e oito rebotes) e Benite (15 pontos e seis rebotes) também se destacaram pelo lado carioca. Ricardo Fischer (14 pontos e cinco rebotes) e Larry Taylor (11 pontos, sete rebotes e seis assistências) responderam à altura pelo Bauru.

- Essa temporada não foi como a gente esperava na fase de classificação. A equipe foi montada para conseguir a primeira colocação, mas não conseguiu. Durante os playoffs, conversamos, crescemos e fizemos 3 a 0 em Limeira. Ganhamos muita confiança e, agora, dois jogos contra Bauru com total controle. A equipe se preparou muito bem para esses dois jogos e conquistamos o campeonato - disse Olivinha, um dos destaques da final.

FLAMENGO: Laprovittola (19), Marquinhos (6), Benite (15), Olivinha (17) e Meyinsse (8). Técnico: José Neto. Entraram: Gegê (0), Cristiano Felício (3), Marcelinho (8) e Herrmann (1)

BAURU: Ricardo Fischer (14), Alex (7), Robert Day (23), Hettsheimeir (10) e Murilo (2). Técnico: Guerrinha. Entraram: Larry Taylor (11), Mathias (0) e Gui Deodato (0)

Últimos Campeões Brasileiros de Basquete:

Títulos do Flamengo: 2008 / 2009 / 2013 / 2014 / 2015
Títulos do Brasília: 2007 / 2010 / 2011 / 2012
Títulos do Telemar Rio: 2005
Títulos do Uberlândia: 2004
Títulos do COC Ribeirão Preto: 2003
Títulos do Bauru: 2002

Títulos do Vasco da Gama: 2000 / 2001



29 de maio de 2015

Flamengo divulga nova camisa para 2015.

Fonte: http://globoesporte.globo.com/

O Flamengo divulgou em sua conta no Twitter a nova camisa do time. Na imagem, Samir, Canteros, Marcelo Cirino e Gabriel posam com o manto sagrado rubro-negro acompanhados da frase "isso aqui é Flamengo #quebreabanca". O novo uniforme será usado pela primeira vez no clássico diante do Fluminense, no próximo domingo no Maracanã.

O modelo atual tem gola olímpica e mais listras horizontais. Outra novidade é o detalhe das mangas. As três listras tradicionais da Adidas, patrocinadora do clube, perderam o destaque e agora aparecem em cor escura em cima do preto. A faixa negra na lateral, porém, continua separando os dois lados da camisa. Além disso, há uma barra em branco no final do tecido.

O uniforme de goleiro também ganhou toque especial. A camisa agora aparece nas cores azul marinho, azul e com detalhes em laranja.

O presidente do clube, Eduardo Bandeira de Mello, afirmou estar muito satisfeito com o resultado.

O novo manto sagrado estará disponível para venda a partir do dia 29 de maio no site da fornecedora de material esportivo, nas lojas oficias do clube e lojas de material esportivo. De acordo com a Adidas, as camisas vão custar R$ 229,99 (adulto) e R$ 199,99 nas versões infantil e feminina.



Santos entra com processo na Fifa contra Neymar e o Barcelona

Fonte: http://globoesporte.globo.com/

O Santos entrou com um processo na Fifa contra Neymar, contra o pai do atacante, contra a empresa do jogador e o Barcelona. 

O motivo é a polêmica transferência do craque do time catalão, feita há exatamente dois anos. 

Em entrevista coletiva nesta sexta-feira, o presidente do Peixe, Modesto Roma Júnior, chegou a chorar ao falar da idolatria do clube por Neymar, mas explicou que a ação é não só contra o Barcelona e a empresa do atacante, mas também contra o jogador. 

– O Santos interpôs uma demanda arbitral perante a Fifa em face do Barcelona, do senhor Neymar da Silva Santos Júnior, Neymar da Silva Santos, Neymar Sports e Marketing Ltda – disse o dirigente.

– O Santos considera que o Barcelona, o Neymar e a empresa dele cometeram violações do contrato de transferência e reclama uma indenização dos prejuízos, mais juros – emendou Modesto, que se emocionou ao falar da idolatria que o clube tem pelo atacante.

A nova diretoria, que assumiu em janeiro, entende que o Santos foi lesado e tem direito a um valor maior na negociação. O clube catalão disse inicialmente que havia pago cerca de € 57 milhões na compra do brasileiro, mas reconheceu posteriormente que o custo ultrapassou os € 86 milhões.

O Peixe teria recebido € 17 milhões, enquanto a empresa do pai de Neymar levou € 40 milhões. 

O valor total do negócio teria sido ocultado para que pudesse ser fragmentado em diversas parcelas. Calcula-se que essas irregularidades tenham evitado a arrecadação de € 13 milhões pelo Tesouro espanhol.

– Em 31 de maio de 2013, o Santos e os acima citados firmaram um contrato de transferência de cessão de direitos de direitos econômicos, por 17,1 milhões de euros, mais uma parcela de 2 milhões de euros, caso o jogador venha a ser finalista do prêmio Fifa de melhor do mundo. No entanto, face à investigação na Espanha, o Santos tomou conhecimento que os valores ascendiam a quantia de 83,371 milhões de euros. O contrato de transferência dispunha que qualquer disputa controvérsia ou pleito se resolveria na Câmara de Resolução de Disputas da Fifa, cuja decisão será suscetível ao tribunal do esporte. O Santos considera que o Barcelona, o Neymar e a empresa dele cometeram violações do contrato de transferência e reclama uma indenização dos prejuízos, mais juros – disse Modesto Roma Júnior.

–  O Santos pretende obter indenização pelos danos causados. O Santos fará uso de todas as vias legais para salvaguarda de seus direitos através de seus advogados. Não estamos demandando contra o ídolo. Estamos demandando em prol do Santos. Não poderíamos nos omitir e não nos omitiremos em nada que seja a favor do Santos. Temos o Santos como sendo maior do que suas partes. Respeitamos a todos e as suas imagens, mas precisamos ressarcir os prejuízos causados ao clube. A nossa posição nessa demanda que atinge todas as partes envolvidas no contrato – emendou o presidente santista, que assumiu o cargo em janeiro.

Agora, a Corte Arbitral da Fifa, com 24 membros, irá juntar provas para analisar o caso e decidir quem está com a razão. Depois disso, quem perder deve recorrer ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS), que, com três membros, voltará a juntar novos documentos e em 20 dias decidir, desta vez definitivamente, sem a possibilidade de que uma das partes recorra, quem ganhará a ação.

Entenda o caso: Quando Neymar foi vendido em 2013, o presidente do clube na época, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, estava de licença médica. A transferência foi assinada pelo vice, Odílio Ribeiro, que, pouco depois, veio a herdar o cargo de Laor, que renunciou ao cargo.

Durante a gestão de Odílio Ribeiro, o Santos foi à Justiça paulista para pedir que o pai de Neymar apresentasse ao clube documentos da transação, mas a demanda foi rejeitada. O Grupo DIS, que detinha 40% dos direitos do atleta, também foi aos tribunais, no Brasil e na Espanha, para ter acesso aos papeis.

Em fevereiro, a empresa teve a seu favor uma decisão que obriga o agente Wagner Ribeiro a apresentar os documentos que tinha em sua posse. Por fim, a Teisa, fundo que era parceiro do Santos e proprietário de 5% dos direitos do atleta, também buscou a Justiça para ter acesso às informações da venda. O caso aguarda sentença e a expectativa é de que ela seja publicada até o final de julho.

Investigação na Espanha: No último dia 13, a Justiça espanhola decidiu levar a julgamento o presidente do Barcelona, Josep Maria Bartomeu, e seu antecessor, Sandro Rosell, além do próprio clube (como pessoa jurídica), sob acusação de terem cometido fraude fiscal na contratação de Neymar, em 2013.

Promotores pediram em março uma pena de dois anos e três meses de prisão para Bartomeu e de sete anos e meio de detenção para Rosell, e que Barcelona pague mais de € 30 milhões entre impostos devidos e multas.

Na semana passada, o Tribunal de Justiça da Espanha decidiu que o "caso Neymar" fosse julgado em Barcelona, o que foi visto como uma "pequena vitória" do Barça, já que o processo vinha sendo tocado em Madri.

O julgamento na capital catalã era uma exigência da diretoria do clube. A Terceira Seção do Penal da Audiência Nacional cedeu à apelação do Barcelona, e dos advogados de Bartomeu e Rosell (que renunciou ao cargo após a acusação de fraude). O pedido era baseado na competência da localidade responsável – e que o assunto abordado apenas afetaria a Catalunha.