22 de fevereiro de 2016

Novo Volkswagen Voyage 2017.

Fonte: http://www.car.blog.br/

A Volkswagen do Brasil lança hoje a linha 2017 do sedã compacto Voyage, que chega com aperfeiçoamentos estéticos, mecânicos e no interior. 
 
Na parte externa o Novo Voyage 2017 recebe uma dianteira reformulada, com novo para-choque dianteiro, nova grande de refrigeração, além disso, o desenho do segmento inferior do para-choque é totalmente novo, com aberturas maiores e mais esportivas.

Os faróis tem novo desenho, agora alinhados com a linguagem de design que está sendo adotada pela Volkswagen em âmbito mundial.
 
A traseira do Voyage não sofreu alterações, mantendo a lanterna horizontal - assim como na lateral.
 
Já o interior traz um painel totalmente novo, com central multimídia de 6,5 polegadas e possibilidade de espelhamento de tela de celular. Na parte mecânica há inovações também, com a adoção do motor EA-211 1.0 de três cilindros - o mesmo do Up!.

Novo Voyage 2017 
Novo Voyage 2017 




Novo Voyage 2017 
Novo Voyage 2017 
Novo Voyage 2017

Brasil e Argentina vão renegociar acordo automotivo.

Fonte: http://www.autossegredos.com.br/

O Brasil e a Argentina decidiram renegociar o acordo automotivo em vigor, mas não está previsto acordo de livre comércio no curto prazo. É o que indica comunicado conjunto dos países, divulgado após a reunião, em Buenos Aires, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e os ministros da Produção e dos Transportes da Argentina, Francisco Cabrera e Guillermo Dietrich.

De acordo com o comunicado, os ministros concordaram em lançar um cronograma de negociações bilaterais para o setor automotivo com o objetivo de alcançar “a integração produtiva, a geração de emprego, a agregação de valor tecnológico e acesso a novos mercados”. O livre comércio no setor também é um objetivo, mas deve ser alcançado “progressivamente e em condições de equilíbrio”, diz a nota.
Segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Monteiro propôs aos pares argentinos que o livre comércio substitua o atual sistema de cotas no setor automotivo. No entanto, o entendimento foi que, por enquanto, houvesse apenas a rediscussão do modelo vigente.
Também no encontro em Buenos Aires, os ministros dos dois países decidiram reativar a Comissão Bilateral de Comércio, destinada ao fortalecimento das relações comerciais. Ficou acertado que a comissão se reunirá pela primeira vez na segunda quinzena de março. O comunicado fala ainda da necessidade de dinamizar o funcionamento do Mercosul e da importância da troca de ofertas entre o bloco latino-americano e a União Europeia, além da busca por outros acordos extrarregionais.
No mesmo dia da viagem de Monteiro à Argentina, o ministro das Finanças do país vizinho, Alfonso Prat-Gay, visitou Brasília. Ele reuniu-se com os ministros da Fazenda, Nelson Barbosa, e das Relações Exteriores, Mauro Vieira.

Paulistas preparem o bolso, pois São Paulo terá 25 novos pedágios!

Fonte: http://www.noticiasautomotivas.com.br/
O governo de São Paulo introduzir 25 novas praças de pedágio em 2.266 km de estradas estaduais em quatro lotes de concessão, que terão vigência de 30 anos. Os contratos somarão R$ 10,8 bilhões no período.
Atualmente, São Paulo tem 6.400 km de estradas pedagiadas, onde existem 153 praças de arrecadação em 20 concessões. Diante da medida, queixas e protestos já estão sendo realizados em várias regiões do estado.
Em torno de 20 associações comerciais já protocolaram um manifesto junto ao governador, pedindo a revisão da decisão. O edital será lançado em abril e os resultados conhecidos em julho. Dos 25 novos pedágios, dois ficam na região da Baixada Santista e litoral sul. Sete entre Capivari e Ribeirão Branco nas regiões de Itu, Sorocaba e Itapeva.
Doze no centro do estado, de Ituverava na região norte até Wenceslau Braz, no sul. Mais a oeste, entre Lins e Assis, outros quatro. Fora das quatro concessões, a rodovia dos Tamoios, entre São José dos Campos e Caraguatatuba, no litoral norte, terá pedágio de R$ 9,10.

Force India apresenta seu "novo" carro para a temporda da Fórmula 1.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br

A Force India caiu da cama para apresentar o VJM09 e realçar suas grandes expectativas para 2016.
 
A pintura é basicamente a mesma de 2015 com o carro um tanto quanto parecido à especificação B apresentada e utilizada na segunda parte da temporada passada. Depois de estrear o carro novo no GP da Inglaterra, a equipe viveu a melhor metade de ano de sua história e terminou a temporada como quinta força do grid. O carro todo, em si, é bastante idêntico. Toda a dianteira - inclusive as entradas de ar - do carro deixa a sensação de que a Force India gostou do que teve no final do ano que passou e decidiu dar mais uma chance.
 O diretor-técnico do time anglo-indiano, Andy Green, confirmou que a ideia era mesmo usar o carro B de 2015 como a base para passar por 2016. Isso porque seria perigoso para um time privado gastar demais para desenvolver um novo carro já que as regras podem mudar muito no ano que vem.
 

"Você pode dizer que a especificação V do ano passado formou a base para que construíssemos o carro de 2016 em cima. Estávamos em uma situação em que o desempenho na pista era muito bom e a informação que recebíamos era bem parecido ao que esperávamos, então sabíamos que precisávamos continuar para a desenvolver uma plataforma sólida. Como as regulamentações provavelmente vão mudar em 2017, não parecia eficiente usar nossos recursos para começar do zero um projeto de vida tão curta", disse.

O diretor de operações, Otmar Szafnauer, inclusive já prometeu atualizações. A primeira, antes de o GP da Austrália que abre a temporada; depois disso, outro antes do GP da Espanha, primeira prova da perna europeia da temporada.

 

"O programa do túnel de vento em Colônia está amadurecendo legal, e os ganhos que conseguimos durante o inverno me encorajaram. As primeiras atualizações devem estar no carro a tempo para Melbourne. Também pensamos em outro passo grande antes do começo da temporada europeia", completou.

 

Enquanto isso, o dono do time, Vijay Mallya, mostrou animação e falou sobre o desejo de permanecer onde terminou a temporada anterior. "Quero que comecemos 2016 da mesma forma que terminamos 2015. Nossa equipe técnica está animado com o progresso que fizemos durante o inverno e tem todos os motivos para acreditar que podemos ficar na frente da batalha do meio do grid".
 As expectativas da equipe são, sim, enormes para os próximos dois anos. Já foi falado em caçar a Williams e a Red Bull agora, assim como em se manter na posição atual neste momento para ir para cima do time de Grove e da Red Bull quando a nova regulamentação chegar, em 2017. Para um time privado, há um grande medo de gastar demais no desenvolvimento de um carro que pode não servir para mais que uma jornada.
 
Com Pérez e Hülkenberg, o time tem a mesma dupla de pilotos pelo terceiro ano. É um par no qual a escuderia confia e acredita profundamente e sabem que a qualquer momento qualquer um dos dois pode acabar numa equipe de maior orçamento, Pérez já foi da McLaren, por exemplo, ou até como estrelas de outra categoria, pois Hülkenberg, sempre é bom lembrar, ganhou as 24 Horas de Le Mans em 2015.
 
Tal história recente torna a Force India uma referência para as irmãs menores. A Haas, em seu ano de estreia da F1, coloca abertamente o time indiano porém instalado em Silverstone como o melhor espelho para o qual pode olhar na F1 atual.
 

Red Bull apresenta seu carro para a temporada de 2016 da F1.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br

Desde que definitivamente se estabeleceu como equipe grande e passou a vencer corridas na F1, a partir de 2009, jamais os taurinos passaram um ano inteiro sem subir no topo do pódio. Mas depois dos três triunfos de Daniel Ricciardo em 2014, a equipe tetracampeã do mundo ficou no zero no ano passado, travou uma guerra fria com a Renault por conta da falta de competitividade dos seus motores e até ameaçou deixar a F1. No fim das contas, a Red Bull continua no grid e com esperanças e visual renovados. Prova disso é a apresentação, na manhã desta segunda-feira (22), do RB12, com o qual o time de Milton Keynes vai tentar dar a volta por cima na F1.
O carro, assim como outros modelos já apresentados até aqui, sobretudo Williams e Mercedes, não exibe grandes diferenças em relação ao modelo do ano passado. Fruto justamente de um regulamento técnico praticamente intacto em relação a 2015. Desta forma, as equipes preferem concentrar seus esforços já pensando no ano que vem, quando as regras vão ser bastante modificadas.
 
Mesmo com toda a crise do ano passado, a Red Bull segue contando com a Renault para fornecer seus motores. A fábrica francesa apenas não exibe mais sua marca nos carros de Daniel Ricciardo e Daniil Kvyat em 2016, com a nova patrocinadora do time, a TAG Heuer, rebatizando as unidades de potência. Os taurinos bem que tentaram contar com outra fornecedora, chegou a bater às portas de Mercedes, Ferrari e até da Honda, mas em todas teve um sonoro não como resposta, sendo vetada pela McLaren para receber os motores japoneses.
 
De modo que, depois de tanta indefinição sobre o motor para 2016, o projeto atrasou, como salientou Christian Horner, fazendo com que a equipe técnica tivesse de correr contra o tempo para apresentar o novo carro em tempo de começar a pré-temporada.
 
“Obviamente, o atraso na decisão do motor ano passado foi um desafio, mas nós encontramos uma solução em tempo e toda a equipe trabalhou de forma incrivelmente dura para se recuperar durante o inverno. Portanto, nós estamos buscando construir nossa base em um progresso significativo que obtivemos na segunda metade de 2015 e tentar manter este momento nas primeiras corridas da temporada”, afirmou o chefe da Red Bull na F1.
 
Horner crê que a Red Bull deve sofrer ligeiramente no começo da temporada, ficando em um nível de competitividade inferior até mesmo à coirmã Toro Rosso, que vem para 2016 com motores Ferrari de especificação do ano passado.

“Minhas esperanças para esta temporada são de que nós possamos verdadeiramente avançar a partir de onde nós estávamos no ano passado. Trabalhamos duro e desenvolvemos bastante bem o carro e espero que, com alguma performance vindo com a unidade de potência também, isso possa nos permitir nos aproximar um pouco mais dos nossos oponentes diretos”, acrescentou o dirigente britânico.

 Os trabalhos de pista da Red Bull em 2016 começam logo mais, com Daniel Ricciardo ao volante do novo RB12 equipado com motor Renault rebatizado como TAG Heuer, acelerando a partir das 5h (horário de Brasília) em Barcelona.

 
 

Manor apresenta seu carro para temporada 2016 da F1

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br
 
Com a apresentação do MRT05, a Manor fez o lançamento do carro que levará às pistas do Mundial de F1 na temporada de 2016.
 
Depois de alguns anos de nanismo, agora a Manor é empurrada pela Mercedes e se encontra em situação financeira um pouco melhor. Além de tudo, claro, se livrou da montadora russa Marussia. Mas o mais importante está na confiança das declarações, como a que coloca o bólido como "o mais desenvolvido, ambicioso e agressivo" do time.
 
A pintura, por sua vez, tem algumas diferenças do que a Manor levou às pistas nos últimos anos. Ao branco e vermelho, somou-se um importante aumento do azul. O layout tem as cores da bandeira da Grã-Bretanha, mais um passo na mudança de identidade pela qual o time certamente tem a vontade de passar nos próximos meses.

 John McQuilliam, diretor-técnico da equipe britânica, exaltou os esforços dos funcionários da equipe na concepção do novo carro, avaliado pelo engenheiro como o melhor da história da equipe na F1.
 
"Ainda que seja muito cedo, nós podemos dizer facilmente que este é o melhor carro que já lançamos. Certamente, é o mais desenvolvido, o mais ambicioso e o mais agressivo. O pacote global é um passo muito significativo em frente, não apenas em relação ao ano passado, mas em relação a todos os outros carros. Então, sim, nós ainda temos um longo caminho a percorrer partindo daqui em termos de desenvolvimento do MRT05, mas já é um pacote dos sonhos no qual os 154 funcionários da Manor trabalharam duro para desenhá-lo e construí-lo. Numa equipe pequena como a nossa, cada um fez a sua parte", elogiou.
"Bem, para começar, é tudo novo. Como deve ser, claro, mas nós tivemos de fazer o ano passado [com o carro de 2014] e não é para isso que nós estamos aqui. Nós construímos carros de corrida por uma vida e é ótimo voltar a fazer o que amamos. Também é muito bom fazer isso quando nós temos as ferramentas certas para o trabalho. Então é algo muito especial", seguiu. 
 
"Melhor ainda, o MRT05 é um competidor. Nós acreditamos muito nele. A equipe de design focou quase exclusivamente nele desde a metade da última temporada, e se trata de algo completamente diferente dos seus antecessores. Não fica devendo performance em nenhum sentido e posso dizer agora que não há uma nova peça do novo carro que não tenhamos projetado de forma diferente", continuou o engenheiro.
O diretor-técnico também falou sobre a peça que pode ser decisiva para alavancar o desempenho da Manor em 2016: o motor Mercedes, além do sistema de transmissão fornecido pela Williams.
 
"Nós atrasamos o programa do monocoque para esperar a nova unidade de potência, que valeu a pena esperar, claro. A unidade de potência PU106C da Mercedes é um feito magnífico de engenharia e estamos orgulhosos e empolgados por sermos empurrados pela tecnologia de um campeão mundial como a Mercedes", explicou. 
 
"Nós também temos um pacote de transmissão muito competitivo e gostaria de agradecer à nossa parceira técnica Williams, que vai nos fornecer nosso câmbio e outros componentes de traseira. Juntos com os esforços das nossas equipes de mecânica e aerodinâmica, este é um pacote bastante impressionante", completou.
Dave Ryan, novo diretor de corridas da equipe britânica, se mostrou bastante empolgado com o que a Manor pode conseguir em 2016. 

Sobre o que esperar da equipe, Ryan é claro. “Respeito e competitividade. Cada membro desta equipe está ansioso pela primeira corrida em Melbourne, daqui a algumas semanas. Sabemos que temos de melhorar em cada área e que não podemos de forma alguma subestimar nossos oponentes, mas nós montamos um grande grupo de pessoas, temos uma fantástica parceria técnica com a Williams e com a Mercedes, e agora cabe a nós corresponder”, complementou.
 
É com este modelo que Pascal Wehrlein e Rio Haryanto farão suas estreias na F1. Pupilo da Mercedes, Wehrlein aparece como o atual campeão do DTM - aliás, o mais jovem da história a obter tal conquista - e com grandes expectativas sobre o que vai conseguir fazer.
 
Haryanto, por sua vez, é um novato que passou os últimos cinco anos na GP2 e até teve alguns bons resultados, mas está na F1 pela grande quantidade de dinheiro que o governo nacional da Indonésia pagou aos bolsos da Manor para garantir o seu primeiro piloto de F1 da história. Foram mais de R$ 66 milhões, entre petrolífera nacional e Ministério do Esporte.
 
 
 

21 de fevereiro de 2016

Mercedes apresenta o carro a ser batido na Fórmula 1

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br/

A Mercedes, com uma base que se tornou extremamente vencedora ao longo dos últimos dois anos, não precisa tentar se reinventar temporada após temporada – qual a necessidade de mexer em time que está ganhando? E parece que esta filosofia foi empregada no W07, novo carro alemão, lançado oficialmente neste domingo (21): a escuderia optou por desenvolver um bólido muito semelhante ao W06, sem arriscar muito para seguir controlando a F1.

Para não dizer que absolutamente nada mudou, notam-se duas pequenas alterações. Primeiro, o bico do carro ganhou um formato um pouco diferente – mas ainda muito semelhante ao de 2015. O W07 também está mais estreito, graças ao menor tamanho dos sidepods. Outro aspecto interessante é a entrada de ar superior, nitidamente distinta do modelo antigo. Fora isso, é uma cópia quase perfeita do W06.

A pintura do carro também não mudou em quase nada. O carro segue tendo o prata como destaque, com detalhes em verde, remetendo ao patrocínio da Petronas. A diferença é que a traseira do carro ficou mais escura, com a asa traseira predominantemente preta.

A abordagem é claramente diferente, por exemplo, da escolhida pela Ferrari. A escuderia italiana reinventou a asa dianteira de seu carro e mudou as dimensões para o SF16-H. Tudo para bater a Mercedes, claramente o objetivo italiano em 2016. A cúpula de Maranello já deixou claro que fará de tudo para não aumentar ainda mais o jejum de títulos.

Paddy Lowe, diretor-técnico e grande responsável pelo projeto do novo carro, explicou seus objetivos com o W07. “Depois de uma temporada altamente bem-sucedida em todas as áreas em 2015, nossa prioridade foi identificar em quais aspectos nós tínhamos fraquezas e tentar melhorar isso. Nosso objetivo é a excelência em todas as áreas e, embora tenhamos conquistado resultados fantásticos no ano passado, há muitas áreas que nós podemos torna-las muito melhores."

"Esse é o tipo de filosofia que nós implantamos em toda a organização. Tivemos algumas corridas em que as coisas não correram como o planejado em 2015 — especialmente Cingapura —, então há muitas coisas que nós precisávamos melhorar para 2016. Nós estamos buscando otimizar absolutamente tudo”, disse o engenheiro.

“O carro pode ser muito parecido com o seu antecessor do lado de fora, como é inerente dentro dos regulamentos estáveis. No entanto, há muitas mini revoluções que compõem uma evolução global para a nova temporada”, continuou Lowe. “2016 é um ano de transição do ponto de vista do regulamento, de modo que potenciais ganhos inevitavelmente se tornam mais difíceis de se encontrar em tais circunstâncias”, explicou o britânico.

Outro grande trunfo da Mercedes para manter a soberania na F1 está no seu motor, o melhor da categoria desde a adoção da nova ‘Era Turbo’, em 2014. Responsável pelas complexas unidades de potência da marca alemã, Andy Cowell afirmou que a equipe vem lutando para conseguir evoluir ainda mais seu propulsor, batizado de Mercedes-Benz PU106C.

“É preciso perseguir a eficiência para tirar o máximo de desempenho dessa nova geração das unidades de potência. E isso diz respeito tanto à eficiência de combustão e eficiência nas várias etapas de transição de energia. Ou seja: MGU-H, MGU-K, turbocompressor, eletrônica de potência e as baterias”, comentou.

“Estamos trabalhando constantemente em cada peça do quebra-cabeça para melhorar o desempenho e, ao mesmo tempo, procurar garantir que não vamos sofrer nenhum dos problemas que tivemos no ano passado com confiabilidade. Então, tudo diz respeito sobre como identificar a causa-raiz dos problemas e garantir que tudo é robusto ao longo de todo o processo, de forma a extrair o máximo de desempenho”, disse Cowell. A Mercedes, além da própria equipe de fábrica, vai fornecer seus motores em 2016 para Williams, Force India e Manor.

Na Mercedes, a ordem é seguir fazendo o trabalho dos últimos dois anos. Tanto em 2014 quanto 2015, a escuderia venceu 16 das 19 provas do ano, sendo superada apenas por sucessos esporádicos de Daniel Ricciardo e Sebastian Vettel. E olha que, segundo Lewis Hamilton, os bicampeões ainda não estão dando 100% do seu melhor.

Apresentada a nova flecha de prata, o foco passa a ser nos testes de pré-temporada, que já começam nessa segunda em Barcelona. O primeiro GP de 2016 será o da Austrália, em Melbourne, no dia 20 de março.

A McLaren apresenta seu carro para a temporada 2016 da Fórmula 1.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br/

A ordem na equipe é apagar a terrível impressão deixada em 2015. Com este objetivo na cabeça, a McLaren apresentou neste domingo (21) o MP4-31 e se preocupou em não colocar promessa de vitórias na conta dela mesmo ou da Honda. Nesta direção, os pilotos mostraram até uma certa dificuldade para elogiar o novo carro, embora tenham tentado.

Depois de já ter tido lá suas desavenças especialmente com Ron Dennis no ano de seu retorno à McLaren — inclusive quase sendo colocado num ano sabático —, Fernando Alonso lembrou do foco na parceria que o time tomou ano passado e elogiou o detalhismo do pacote aerodinâmico do MP4-31. Pronto ou não, Alonso vai precisar fazer seu segundo de três anos pela McLaren mesmo que não pareça muito emocionado com o projeto.

"O começo de uma nova temporada é sempre especial, caracterizado pela antecipação sobre o ano que vem pela frente. Ano passado, os focos estiveram colocados sobre a McLaren-Honda, já que nós estávamos no primeiro ano de uma renovada parceria. Foi uma temporada complicada para todos, mas aprendemos muito desde então", disse.

"Da mesma forma, foi um inverno muito produtivo para mim. Treinei duro, como de costume, mas também curti um pouco com minha família e vim me mantendo por dentro do trabalho feito no McLaren Technology Centre, em Woking, onde os caras da McLaren vem fazendo algo incrível para que tudo estivesse pronto em tempo. Os caras da Honda também estiveram trabalhando a todo o vapor em Sakura", seguiu.

"O pacote aerodinâmico mostra uma fantástica atenção ao detalhe. Todo o carro é precioso e, de fato, está muito bem desenhado do ponto de vista aerodinâmico, e estou 100% pronto para o desafio que vem pela frente", encerrou o espanhol.

Já Jenson Button, num 2016 que parece ser o segundo ano extra que ganha no grid da F1, e, provavelmente o último, entra com declarações mais animadas após o humor consigo mesmo e com Alonso no Brasil no ano passado. Falou que está muito animado e orgulhoso do trabalho que foi feito. Assim como Fernando, também elogiou a parte aerodinâmica do novo bólido. 

"Mal posso esperar para estar ao volante do MP4-31 amanhã. Todos os pilotos precisam de férias de inverno, mas estou emocionado para começar a temporada e tenho de dizer que o novo McLaren MP4-31 parece fantástico. Posso dizer que há muita energia positiva no McLaren Technology Centre, mesmo levando em conta a alta curva de aprendizado pela qual passamos em 2015", falou.

"A enorme quantidade de trabalho duro que fizemos durante o inverno no desenvolvimento do MP4-31 me faz estar imensamente orgulhoso e, portanto, entro numa nova temporada com mais motivação e esperança", afirmou.

"Apesar dos altos e baixos que vimos no ano passado, houve melhoras constantes durante todo o ano, e isso nos dá confiança sobre o rumo do design que estamos adotando. Há muitas coisas positivas que podemos construir sobre isso e uma base sólida para seguir adiante. Não vou fazer previsões otimistas, já que a F1 é muito imprevisível para isso, mas, pelo que vi até agora, a aerodinâmica do carro tem um aspecto fantástico e tenho muita vontade de começar a testar as inovações quando estiver amanhã ao volante", complementou.

O MP4-31 começa a roncar nesta segunda-feira, quando vai à pista no primeiro dia da pré-temporada da F1 em Barcelona com Button ao volante. O Mundial começa oficialmente em 20 de março nas ruas de Albert Park, em Melbourne.