16 de maio de 2016

Vice campeão Paulista, Audax, se une ao Oeste.

Fonte: http://esporte.uol.com.br/

Audax e Oeste fecharam uma fusão para a disputa da Série B de 2016. O técnico Fernando Diniz selecionará os melhores atletas entre os dois elencos para formar o time que tentará o acesso à elite do futebol nacional no fim deste ano. Tudo será oficializado para a imprensa e para a torcida nesta terça. 

Roberto Fonseca, agora ex-técnico do Oeste, confirmou a notícia. "Fui comunicado pela direção que não faço mais parte dos planos. Um grupo de atletas, já a partir de amanhã, irá para Osasco treinar nas instalações do Audax", disse por telefone. 

Ernesto Garcia, presidente do Oeste, também confirmou a notícia. "A gente vai conversar com o Fernando e com a diretoria do Audax para bater os detalhes amanhã (terça-feira)", afirmou. 

O comunicado aos atletas foi dado de um modo curioso, como revelado pelo blog Bastidores FC e confirmado pelo UOL Esporte. De acordo com jogadores ouvidos pela reportagem, uma lista com os nomes dos convocados foi colocada na parede do vestiário avisando da mudança. Fábio, Mazinho, Fernandinho e Ricardo Bueno, todos com passagens pelo Palmeiras, são alguns dos exemplos dos que foram chamados.

A tendência é que o Audax use outros times do mesmo grupo de gestão para formar o grupo que disputará a Série D, vaga conquistada após o vice-campeonato no Paulistão deste ano. A equipe também disputará a Copa do Brasil em 2017.

Os dois clubes já haviam feito uma parceria em 2015, na qual o Oeste passou a disputar as partidas da Série B em Osasco. Na ocasião, alguns jogadores do Audax também reforçaram a equipe originária de Itápolis.

Vale ressaltar que a equipe continuará disputando a Série B com o nome de Oeste.
                                                              

14 de maio de 2016

Processo em que atuo destacado como Jurisprudência sobre entendimento recente das Turmas Recursais Federais do RJ.

4ª Turma Recursal
Composição
Exma. Juíza Federal Cynthia Leite Marques
Exma. Juíza Federal Daniella Rocha Santos Ferreira de Souza Motta (Presidente)
Exma. Juíza Federal Adriana Menezes de Rezende 

014 - Processo: 0017987-48.2015.4.02.5168/01 
ORIGEM: 03º Juizado Especial Federal de Duque de Caxias

RELATOR: DANIELLA ROCHA SANTOS FERREIRA DE SOUZA MOTTA
RECORRENTE: UNIAO FEDERAL 
Adv/Proc.: ANDRÉ FREITAS DA SILVA
RECORRIDO: SEVERINO ... 
Adv/Proc.: MARCELLO (...) MUNIZ

ADMINISTRATIVO. SERVIDOR CIVIL. APOSENTADO. REPOSIÇÃO AO ERÁRIO. GRATIFICAÇÃO DE DESEMPENHO RECEBIDA A MAIOR. PLEITO DE CESSAÇÃO DOS DESCONTOS, RESTITUIÇÃO DOS VALORES E RESTABELECIMENTO DO PAGAMENTO DA GRATIFICAÇÃO EM VALOR INTEGRAL. VERBAS ALIMENTARES RECEBIDAS DE BOA FÉ. SENTENÇA DE PARCIAL PROCEDÊNCIA MANTIDA. RECURSO DA PARTE RÉ CONHECIDO E NÃO PROVIDO. 

11 de maio de 2016

Origem do nome de alguns bairros cariocas. Parte 3 - Zona Norte.

Abolição: O nome provavelmente tem origem na antiga alcunha da Rua da Abolição, 13 de maio, dia da abolição dos escravos no Brasil.

Acari: O nome do bairro vem do Rio Acari. Acari, por sua vez, é um tipo de peixe. Hoje chamada de Favela de Acari, a região é a junção do Conjunto Amarelinho, construído no final dos anos 50 na beira da Avenida Brasil, e mais quatro localidades: Parque (Proletário) Acari, Vila Rica de Irajá, Coroado e Vila Esperança.

Água Santa: Água mineral jorrava de uma fonte localizada nessa área. Ela era engarrafada e vendida na região.

Andaraí: Seu nome provém da expressão indígena “Andirá-y Açu”, que significa “Rio Grande dos Morcegos”, na linguagem dos índios tamoios que habitavam a região. O “Rio dos Morcegos” hoje é denominado Rio Joana, que atravessa o bairro, dividindo as duas pistas da Rua Maxwell. Outra versão diz que vem do Pico do Andaraí, cuja tradução do tupi para o português seria “empinado para cima”

Barros Filho: A família Costa Barros era proprietária dos latifúndios na região. O pai passou toda a área para seu herdeiro, Barros Filho. Entre os anos de 1892 e 1898 foi instalada a estação de trem que deu nome ao bairro atravessado pela Avenida Brasil.

Benfica: Antigamente, os moradores chamavam a região de Praia Pequena e Praia Grande devido às praias que existiam no local. A partir de determinado momento, não se sabe ao certo quando, começaram a chamar o local de Benfica. Estudiosos apostam na influência de moradores portugueses, população em massa do local (existe em Lisboa, Portugal, uma região que leva o mesmo nome).

Bento Ribeiro: Homenagem a Bento Manuel Ribeiro Carneiro Monteiro, general e prefeito do Rio de 1910 a 1914, no governo do Marechal Hermes da Fonseca.

Bonsucesso: O nome “Bonsucesso” vem de D. Cecília Vieira de Bonsucesso, que, em 1754, reformou a capela da região, cortada pelo Rio Faria.

Brás de Pina: Brás de Pina era, no século 18, o proprietário da região que originou o bairro. Era, também, contratante da pesca da baleia e mantinha um engenho de açúcar e aguardente. Bangu – possui 2 versões para o nome: “paredão negro ou escurecido”, numa referência à grande sombra projetada pelo Maciço da Pedra Branca sobre o vale onde Bangu se localiza. A segunda versão atribuí a palavra “banguê” (corruptela de bangu), vocábulo africano, simbolizando uma espécie de padiola construída de couro ou trançado de fibras, amarrada a dois varais e conduzida por dois homens, usada para transporte de cana-de-açúcar, tijolos e outros materiais. É possível, inclusive, que desse processo meio desordenado de transporte tenha surgido a conhecida expressão “à bangu”, que é “fazer alguma coisa sem a menor técnica, de improviso”.

Cachambi: Caxamby, de origem indígena, significa feixo, laço que amarra o capim ou mato trançado. Suas terras eram formadas por vastos capinzais, muito procurados para alimentar os animais, o que valorizava o terreno.

Campinho: No cruzamento das atuais ruas Intendente Magalhães e Ernani Cardoso com a Cândido Benício e a Domingos Lopes havia um local em que os viajantes costumavam descansar, próximo a um pequeno campo onde havia uma feira de gado – o campinho, como era chamada -, que acabou dando nome ao lugar.

Cascadura: A origem do nome do bairro tem três versões: a primeira está ligada à inglesa Maria Graham, que relatou, em 1824, um passeio à Fazenda Real de Santa Cruz, fazendo referência ao local como “Casca D’Ouro”. A segunda remonta à dificuldade que os operários tiveram para abrir, com picaretas, a pedreira na construção da estrada de ferro – o conjunto de pedras ganhou o apelido de “casca dura”. A terceira, por fim, diz respeito a um dos primeiros moradores da região, um comerciante bastante difícil, fechado para negociações e doações.

Caju: As chácaras e sítios da região tinham muitos cajueiros, daí o nome do bairro. Mas há outra versão que diz ser devido  a um morro localizado no bairro que tinha o formato de uma castanha de caju.

Coelho Neto: Originalmente, a região era denominada Areal. A família Amaral era a principal proprietária das terras. Com a implantação da Estrada de Ferro Rio D’Ouro, foi construída a estação do Areal, que depois passou a se chamar Coelho Neto, uma homenagem a Henrique Maximiano Coelho Neto (1864-1934), famoso escritor, jornalista e membro da Academia Brasileira de Letras que ocupou a cadeira 2.

Colégio: Na região onde hoje está o bairro havia apenas um professor público, José Teodoro Burlamaqui. O seu colégio, de 1860, ficava no cruzamento das estradas da Pavuna e Barro Vermelho, cuja continuação ganharia o nome de Estrada do Colégio.

Complexo do Alemão: A ocupação da Serra da Misericórdia ocorreu no início do século 19 com Francisco José Ferreira Rego. Seus herdeiros venderam as terras para Joaquim Leandro da Motta, que dividiu a propriedade em grandes lotes. Um deles foi vendido para Leonard Kacsmarkiewiez, polonês refugiado da Primeira Guerra Mundial que ficou conhecido pelo apelido de “Alemão”, nome depois dado ao morro que lhe pertencia.

Encantado: Segundo a tradição local, a origem do nome está relacionada ao rio que corria em suas redondezas, o Rio Faria. Dizia-se que suas águas encantadas tragavam tudo que nelas caíssem, até uma carroça com condutor, cargas e burro.

Engenheiro Leal: Este pequeno bairro situado no sopé do morro do Dendê era terra do Engenho da Portela, da família Cardoso Quintão. Sua origem é a implantação da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, depois chamada de Linha Auxiliar, em 1892. Nela, foi instalada a Estação Engenheiro Leal, companheiro de Paulo de Frontin e Magno de Carvalho, no início do século 20.

Engenho da Rainha: As terras pertenciam inicialmente ao Engenho da Pedra ou de Bonsucesso, e se expandiam desde a orla da Baía de Guanabara até Inhaúma. A rainha Dona Carlota Joaquina, esposa de Dom João VI, comprou uma quarta parte do engenho onde havia uma casa de 15 quartos, próxima à atual Rua Dona Luísa. Por isso o nome do bairro.

Engenho de Dentro: O nome surgiu de um engenho de açúcar existente no local, que pertencia ao mestre de campos João Árias de Aguirre, no século XVIII.  A abertura da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, trouxe ao bairro grandes oficinas ferroviárias, consideradas as mais importantes da América Latina em 1881. A estação do Engenho de Dentro foi inaugurada em 1873 e, mais tarde, foi demolida. Em 1937, foi construída a atual.

Engenho Novo: O nome tem origem no Engenho Novo dos Jesuítas, construído em 1707.

Grajaú: Foi dado em homenagem a cidade de Grajaú, terra natal do engenheiro que projetou, em 1920, o bairro, Antônio Eugênio Richard Júnior, no interior do Maranhão. Várias ruas do bairro tem nome de cidades e rios maranhenses. Richard vem a ser avô de Sergio Castro, empresário do ramo imobiliário e fundador da Sergio Castro Imóveis, logo Richard é bisavô do atual diretor da empresa, Claudio Castro.

Guadalupe: O nome do bairro foi uma sugestão de Dona Darcy Vargas, esposa do presidente Getúlio Vargas, em homenagem à padroeira da América Latina, Nossa Senhora de Guadalupe.

Higienópolis: Originalmente, a área era ocupada por uma fazenda com lavouras. Foi, mais tarde, convertida pela família Darke de Matos, proprietária do Café Globo, no bairro “Cidade Jardim Higienópolis”. O projeto é de 1934, durante a gestão do prefeito Pedro Ernesto.

Honório Gurgel: Com a inauguração da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil (depois Linha Auxiliar), em 1892, a região passou a abrigar a Estação de Munguengue. Mais tarde, ela teve o nome alterado para Honório Gurgel em homenagem ao Tenente Honório Gurgel do Amaral, vereador cujo pai possuía uma fazenda em Irajá.

Inhaúma: Vem de “i” (água) e “n-hdú” (lodo, lama, barro), ou seja, “água suja”. Designava a extensa planície entre a Baía de Guanabara, a Serra da Misericórdia, e os morros dos Urubus e Juramento. Originalmente existia na região uma aldeia de índios tamoios.

Irajá: A origem deste nome tem duas versões. Na primeira, Irajá significa “o mel brota”, nome dado pelos índios Muduriás que habitavam a região. Na segunda, o nome viria de “Aribo” (rio que brota do alto do morro e cai abaixo), referindo-se ao Rio Irajá, que nasce no Morro do Juramento e deságua na Baía de Guanabara..

Jacaré: É uma corruptela de “yacaré” (torto, sinuoso), em alusão às voltas que o Rio Jacaré dá.

Jardim América: Originou-se no Projeto de Arruamento e Loteamento Proletário denominado “Jardim América” em terreno situado à Rodovia Presidente Dutra. O loteamento, de 1957, resultou em 39 logradouros, 2782 lotes residenciais, 124 comerciais e 90 industriais atravessados pelo Rio dos Cachorros e pela faixa das linhas de transmissão elétrica da Light.

Ilha do Governador: Habitada pelos índios Temiminós, que a abandonaram em conseqüência dos ataques de inimigos Tamoios e traficantes franceses de pau-brasil, os quais foram definitivamente expulsos em 1567, pelos portugueses foi doada a 5 de setembro desse ano por Mem de Sá a seu sobrinho Salvador Correia de Sá (o Velho), futuro governador (daí o nome do bairro) da capitania. Ele se instalou na ilha em posição privilegiada, na elevação acima da atual Praia do Engenho Velho, de onde tinha o controle da Baía de Guanabara.

Lins de Vasconcelos: O Médico-Major Modesto Benjamim Lins de Vasconcelos possuía propriedade no alto da Estrada da Serra do Matheus, que depois levou o nome de sua tradicional família, Lins de Vasconcelos.

Madureira: O nome do bairro vem de Lourenço Madureira, que, no século 19, era lavrador e criador de gado em terras da antiga Fazenda do Campinho, existente desde o início do século 17.

Mangueira: As terras pertenciam ao Visconde de Niterói e ficavam juntas ao Morro do Telégrafo, assim chamado pela inauguração, em 1852, do primeiro telégrafo aéreo do Brasil, próximo à Quinta da Boa Vista. Ali foi instalada a Fábrica de Fernando Fraga, que produzia chapéus e passou a ser conhecida como Fábrica das Mangueiras pela intensa produção de mangas na região. A indústria acabou adotando o nome de Fábrica de Chapéus Mangueira. A Central do Brasil aproveitou a popularização da alcunha e batizou de Mangueira a estação de trem inaugurada em 1889.

Manguinhos: Como o próprio nome diz, tratava-se de uma grande região alagadiça, repleta de mangues, situada entre o Caju, a Praia Pequena de Benfica e as terras do Engenho da Pedra, prolongamento do antigo Saco de Inhaúma, na Baía de Guanabara. Incluía a ilha do Pinheiro e a ilha do Bom Jardim.

Maracanã: Vem do tupi maraka’nã, que significa papagaio. Provavelmente o rio homônimo recebeu este nome por ter suas cercanias habitadas por uma ou mais espécies destes pássaros.

Maré: Toda a região era constituída por pântanos e manguezais junto à orla da Baía de Guanabara. O termo “maré” tem origem no fenômeno natural que afligia os moradores das palafitas da região a partir da década de 1940.

Marechal Hermes: Fundado em 1913, o bairro foi o primeiro no Brasil implantado como uma vila proletária e planejado para ser estritamente residencial, com direito à infraestrutura de serviços públicos. Foi idealizado pelo então presidente Marechal Hermes da Fonseca para suprir a carência de moradias populares.

Maria da Graça: Na região ficava a Fazenda Maria da Graça, da família Cardoso Martins. Foi adquirida, mais tarde, pela Companhia Imobiliária Nacional que, em 1934, fez o arruamento e loteamento do bairro.

Méier: As terras abrigavam, no início do século 19, a extensa Quinta dos Duques, de José Paulo da Mata Duque Estrada e Dulce de Castro Azambuja. A filha do casal, Jerônima Duque Estrada, casou-se com o guarda-roupas do Paço, o Comendador Miguel João Meyer, descendente de alemães. O primogênito dos nove filhos, Augusto Duque Estrada Meyer, se destacou como acompanhante do Imperador Dom Pedro II, recebendo o título de Camarista e extensas terras abrangendo desde a Estrada Grande (atual Dias da Cruz) até a Serra dos Pretos Forros. O Camarista Meyer abriu várias ruas em suas propriedades, dando a elas nomes de seus familiares, como Carolina Meyer, Frederico Meyer e Joaquim Meyer. Formava-se o atual bairro do Méier, versão aportuguesada do sobrenome.

Olaria: Em 1820, Francisco José Pereira Rego comprou terras entre o Caminho da Matriz (Itararé) e o Morro da Penha. Ali, a família Rego viria a instalar várias olarias para atender a vizinhança, aproveitando o terreno de barro vermelho. Outras fábricas de tijolos surgiram fazendo com que o local ficasse conhecido como “região das olarias”.

Oswaldo Cruz: Com a implantação da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, foi fundada na região, em 1898, a Estação Rio das Pedras. Mais tarde, o nome mudou para Oswaldo Cruz em homenagem ao grande médico sanitarista que erradicou a febre amarela no Rio de Janeiro e implantou o Instituto em Manguinhos.

Parada de Lucas: O nome se refere a José Lucas de Almeida, um próspero agricultor que morreu aos 94 anos de idade. Quando da implantação da Estrada de Ferro Leopoldina (antiga Estrada de Ferro Norte), José Lucas doou parte de suas terras para uma parada de trens que, em 1949, tornou-se a estação Parada de Lucas.

Parque Anchieta: Parque Anchieta é um desmembramento do bairro de Anchieta que tem como origem loteamento de 1969 compreendendo 1639 lotes, 27 ruas e quatro praças.

Parque Colúmbia: Em 1956 surgiu um Projeto de Arruamento e Loteamento Misto, Proletário e Industrial, a 229 metros da rodovia Presidente Dutra, entre o Rio Acari e a Rua Embaú, resultando em sete ruas. O projeto foi implantado na propriedade da empresa Ferrometais Colombo Comércio e Indústria S.A., daí o nome Parque Colúmbia.

Pavuna: Vem do indígena “pabuna” ou “ypabuna”, que significa lugar ou região escura, sombria. A palavra deu nome ao bairro e ao rio de 14 quilômetros de curso que separa o Rio dos municípios da Baixada Fluminense. No século 16, os franceses registraram aldeias de índios Tupis em seus mapas, e uma delas, a aldeia de Upabuna, estaria às margens do referido rio.

Penha: Em homenagem à Nossa Senhora da Penha, por causa de uma lenda de um viajante francês que percorria o Brasil e estava em São Paulo. Uma noite pernoitou lá pelos lados de onde hoje é o bairro. Amarrada ao cavalo estava uma imagem de Nossa Senhora. Ele acordou no outro dia e pôs-se a caminho. Léguas mais tarde deu pela falta da santa, voltou e encontrou a imagem no mesmo lugar onde estava dormindo. Colocou-a de volta no alforje e partiu. Horas depois o viajante descobre que a Nossa Senhora não está mais com ele. Volta novamente, e lá está ela, no mesmo lugar. Aí chegou à conclusão que a santa escolhera aquele lugar para ficar. Assim o francês construiu ali uma capela. Já a história oficial diz quea  primeira capela em louvor a Nossa Senhora da Penha foi erguida em Vila Velha, antiga capitania do Espírito Santo, entre 1558 e 1570. A segunda surgiu no Rio de Janeiro após a fundação da Fazenda de Nossa Senhora da Ajuda, propriedade do capitão português Baltazar de Abreu Cardoso. Por volta do ano de 1635, o Capitão Baltazar, ao ser atacado por uma cobra, pediu auxilio a Nossa Senhora da Penha. Agradecido por ter se livrado do perigo, construiu uma pequena capela no alto de suas terras, onde colocou uma imagem da santa. Pessoas que viam a pequena capela à distância logo passaram a subir a grande pedra para rezar e agradecer.

Penha Circular: As origens do bairro coincidem com a história do bairro da Penha. Seu nome vem da existência, no início da década de 1930, de uma linha circular destinada a permitir o retorno dos trens de subúrbios. A linha circular da Penha foi desativada na década de 40, sendo construída a estação de Penha Circular, que deu nome ao bairro.

Piedade: O nome do bairro era “Terra dos Gambás” (por existirem gambás aos montes) e os moradores se reuniram e escreveram uma cartinha para o diretor da Estrada de Ferro Central do Brasil, no fim do século 19, quem teria escrito foi a esposa de Assis Carneiro, leiloeiro e dono de chácara. O texto era o seguinte: “Por piedade, doutor, troque o nome da nossa estaçãozinha”. O apelo acabou dando certo. “O diretor respondeu: “Perfeitamente minha senhora, ela se chamará Piedade”.

Pilares: Em 1873, as fazendas da região pertenciam a Francisca Carolina de Mendonça Zieze e a seu genro Gaspar Augusto Nascente Zieze. Eles doaram o terreno no qual a Irmandade de São Benedito dos Pilares levantaria a sua capela, remodelada mais tarde pelo Padre José Corrêa. Mas o nome Pilares tem duas versões: viria da Venda dos Pilares, devido aos adornos de pedra destacados na edificação, ou do largo do bairro, uma das paradas da Estrada Real de Santa Cruz (depois Avenida Suburbana e, hoje, Avenida Dom Hélder Câmara), onde havia pequenos pilares que serviam para amarrar cavalos, rodeando uma fonte d’água..

Praça da Bandeira: Em 1853, exatamente no local onde hoje está a praça, foi construído o antigo Matadouro da Cidade. Evoluiu em volta dele o Largo do Matadouro, que se tornou o centro de gravidade para o adensamento das cercanias. A região foi urbanizada no início do século 20, após transferência do Matadouro, em 1881, para Santa Cruz. A construção da Avenida Radial Oeste (atual Oswaldo Aranha) e do Trevo das Forças Armadas alterou a área nas décadas de 60/70, assim como a abertura do metrô. A antiga Estação Lauro Müller da Supervia passou a se chamar Praça da Bandeira.

Quintino Bocaiúva: A abertura da Estrada de Ferro Dom Pedro II, depois Central do Brasil, deu ao local a Estação Cupertino (dono de grande pedreira fornecedora para construções na cidade), inaugurada em 1o de maio de 1876. O nome foi mudado em 1912 para Quintino Bocaiúva em homenagem ao parlamentar, jornalista e comandante civil da Proclamação da República, que morou numa chácara nas proximidades.

Ramos: Dona Leonor Mascarenhas de Oliveira deixou, em meados do século 19, treze lotes da Fazenda de Nossa Senhora de Bonsucesso para serem divididos entre parentes e amigos. João Torquato de Oliveira herdou a casa e a fazenda-sede, região dos atuais núcleos de Bonsucesso e Ramos. Em 1870, sua viúva, Francisca Hayden, vendeu ao Capitão Luiz José Fonseca Ramos as terras que abrangiam o Sítio dos Bambus, onde Ramos começou a prosperar. O bairro surgiu por obra dos descendentes do Capitão Ramos, quando os trilhos da Estrada de Ferro do Norte (Leopoldina) chegaram à área, onde foi construída a Parada de Ramos.

Riachuelo: Surgiu nas terras da antiga fazenda do Engenho Novo, desmembrada em chácaras e, depois, ocupadas por loteamentos. A Estação Ferroviária, de 1869, se chamava Riachuelo do Rio em homenagem a uma batalha naval.

Ricardo de Albuquerque: A estação de Ricardo de Albuquerque, inaugurada em 1913, deve seu nome a José Ricardo de Albuquerque, antigo diretor da ferrovia e poeta.

Tijuca: O nome Tijuca, de origem indígena, significa água podre, charco ou brejo. Referia-se às lagoas da atual Barra, depois passou para as montanhas, floresta e vertente oposta, correspondendo à antiga região do Andaraí Pequeno que, entre os séculos 19 e 20, transformou-se no atual bairro da Tijuca. Na década de 70, parte do Andaraí Grande foi incorporada a ele.

Todos os Santos: Era inicialmente um prolongamento do Méier. A Estação Ferroviária de Todos os Santos (daí o nome), inaugurada em 1868, foi extinta no final da década de 1960.

Tomás Coelho: Servido pelos trens da antiga Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil (mais tarde Linha Auxiliar), a região ganhou a Estação Tomás Coelho. O nome é uma homenagem ao Conselheiro Thomaz Coelho, Ministro da Guerra no Segundo Reinado que instalou o Colégio Militar na Tijuca, em 1889.

Turiaçu: Corruptela de “tury” ou “tory” (facho) e “açú”, (grande, extenso), significa “fogaréu” ou ainda “fogaréu feito de sapê”. Na região, atravessada pela Estrada do Otaviano, ficava o Engenho do Vira-Mundo, último grande fabricante de rapadura e cachaça depois da decadência do Engenho de Portela.

Vila Isabel: Todas as terras do bairro eram da Fazenda do Macaco, limitada pelo Rio Joana, pelo Caminho do Cabuçu (atual Rua Barão do Bom Retiro) e pela Serra do Engenho Novo. Dom Pedro I a presenteou à Imperatriz D. Amélia de Beauharnais, Duquesa de Bragança, sendo frequentes os passeios do casal no local. Com a volta de Dom Pedro a Portugal, a fazenda ficou abandonada, sendo atingida pela epidemia de cólera em meados do século 19. Em 1872, o Barão João Batista de Viana Drummond (mais conhecido por ter inventado o jogo do bicho) comprou a fazenda e montou a Companhia Arquitetônica de Villa Izabel, em homenagem à Princesa Isabel, para a promoção de loteamento. Assim, em 1873, nascia o primeiro bairro planejado da cidade.

Vila Valqueire: No passado, o bairro era ocupado pelo Engenho Valqueire. A origem do nome se deve ao proprietário das terras em meados do século 18, Antonio Fernandes Valqueire. A sede do engenho ainda existe, em ruínas. Sua mais antiga construção é a Igreja São Roque, próxima à Rua Quiririm. Dizia a lenda que o engenho tinha este nome porque era um terreno que media 5 alqueires. Como a placa fazia a indicação com algarismos romanos, V Alqueire virou Valqueire.

Vista Alegre: O projeto imobiliário com o nome de Jardim Vista Alegre (1954) levou à construção de 400 casas na região. Em sua periferia existiam chácaras com hortas, verduras, fazendolas e um grande pântano, repleto de rãs, onde foi construído o chamado Bairrinho. Vista Alegre é um dos menores bairros da cidade.

Vaz Lobo: Grandes chácaras onde se cultivava café, aipim e batata doce, entre os morros do Sapê e da Serrinha, ocupavam a área. Uma delas, a do Capitão-Tenente José Maria Vaz Lobo, no cruzamento com a Estrada de Irajá (atual Avenida Monsenhor Félix), deu nome ao bairro.

Vicente de Carvalho: O nome do bairro se refere a um fazendeiro local, Vicente de Carvalho, que batizaria também a estrada e a estação da Estrada de Ferro Rio D’ Ouro, implantada na segunda metade do século 19.

Não estão todos os bairros!  Em negrito os que eu quis destacar!

9 de maio de 2016

Os carros mais vendidos em abril de 2016.

Fonte: http://carplace.uol.com.br/

A Fenabrave divulgou os números de emplacamentos em abril. 

Apesar do número inferior ao mês passado, quando emplacou mais de 12 mil unidades, o Chevrolet Onix (10.607) foi novamente o carro mais vendido do país, desbancado o Hyundai HB20 (9.832), que segue firme na vice-liderança do acumulado do ano.

Atualizado com um leve facelift e o novo motor 1.0 três cilindros nas versões de entrada, o VW Gol (6.533) cresceu nas vendas e voltou ao pódio após um longo período de vendas mornas.

Um dos principais destaques do ranking, o Toyota Corolla (5.825) subiu para a quarta posição, se consolidando como o sedã mais vendido do país. Caindo para o quinto lugar em vendas, o Honda HR-V (5.447) segue como o líder entre os SUVs.

Comerciais Leves

Perdendo espaço entre os automóveis, a Fiat não tem do que reclamar entre os comerciais leves. Como de costume, a picape Strada (5.427) segue isolada na liderança. Logo em seguida vem a novata Toro (3.954), que se consolida no segundo lugar ficando distante das demais médias como a Toyota Hilux (2.744), quarta mais vendida, e Chevrolet S10 (1.871), em quinto lugar.

Veja o ranking dos automóveis e comerciais leves mais vendidos em abril:

AUTOMÓVEIS
1. GM / ONIX: 10.607
2. HYUNDAI / HB20: 9.832
3. VW / GOL: 6.533
4. TOYOTA / COROLLA: 5.825
5. HONDA / HR-V: 5.447
6. FORD / KA: 5.285
7. GM / PRISMA 4.998
8. RENAULT/SANDERO: 4.847
9. VW/FOX e CROSS FOX: 4.222
10. FIAT / PALIO: 4.110
11. JEEP / RENEGADE: 4.047
12. HYUNDAI/HB20S 3.832
13. VW / UP: 3.278
14. FIAT / SIENA: 3.143
15. FIAT / UNO: 3.124

16. FORD / ECOSPORT: 2.233
17. HONDA / FIT: 2.219
18. TOYOTA / ETIOS sedan: 2.197
19. GM / COBALT 2.133
20. TOYOTA / ETIOS HB: 2.090
21. RENAULT / DUSTER: 1.932
22. FORD / KA SEDAN: 1.825
23. VW / VOYAGE: 1.780
24. RENAULT / LOGAN: 1.750
25. GM / SPIN: 1.735

26. NISSAN / VERSA: 1.696
27. HONDA / CIVIC: 1.411
28. GM / CLASSIC: 1.284
29. HONDA / CITY: 1.243
30. NISSAN / MARCH: 1.187

31. HYUNDAI/TUCSON 1.067
32. FIAT/MOBI 1.062
33. FORD/FIESTA 1.027
34. RENAULT/CLIO 1.013
35. GM/TRACKER 992
36. PEUGEOT/2008: 951
37. TOYOTA/HILUX SW4 947
38. CITROEN/C3: 923
39. HYUNDAI/IX35 807
40. PEUGEOT/208: 806
41. FIAT/PUNTO 767
42. FORD/FOCUS 605
43. FIAT/DOBLO 595
44. GM/CRUZE SEDAN 592
45. VW/JETTA 587
46. CITROEN/AIRCROSS 585
47. RENAULT/FLUENCE 478
48. MITSUBISHI/Outlander 416
49. FIAT/WEEKEND 403
50. NISSAN/SENTRA 398
COMERCIAIS LEVES
1. FIAT/STRADA: 5.427
2. FIAT/TORO: 3.954
3. VW/SAVEIRO: 3.042
4. TOYOTA/HILUX: 2.744
5. GM/S10: 1.871
6. RENAULT/OROCH: 1.179
7. MITSUBISHI/L200: 985
8. VW/AMAROK: 968
9. GM/MONTANA: 904
10. FIAT/FIORINO: 893

11. RENAULT/MASTER: 773
12. FORD/RANGER: 703
13. HYUNDAI/HR: 520
14. NISSAN/FRONTIER: 301
15. FIAT/DUCATO: 186

16. RENAULT/KANGOO 184
17. IVECO/DAILY3514 167
18. KIA/K2500 117
19. PEUGEOT/BOXER 115
20. FIAT/DOBLO 100
21. M.BENZ/SPRINTER311 69
22. M.BENZ/SPRINTER 58
23. CITROEN/JUMPER 55
24. LIFAN/FOISON 55
25. M.BENZ/VITO 42
26. FOTON/AUMARK1039 42
27. PEUGEOT/PARTNER 27
28. RAM/2500 24
29. JINBEI/TOPIC 7
30. JAC/T8 5
31. RELY/RELY PICK-UP 5
32. SHINERAY/P TRUCKS 4
33. JINBEI/M35 4
34. AGRALE/AGRALE MARRUA 2
35. M.BENZ/SPRINTER415 2
36. M.BENZ/SPRINTER515 2
37. TOYOTA/BANDEIRANTE 2
38. AGRALE/MA 1
39. DODGE/RAM 1
40. M.BENZ/RIBEIRAUTO 1
41. SHINERAY/TRUCK 1
42. HAFEI/START PICK UP 1
43. JAC/T140 1

Motoristas do Uber já formam frotas e cobram diárias.

Fonte: http://canaltech.com.br/

O Uber pode até ter aberto o mercado de transporte para mais motoristas, mas ainda assim, tem suas regras que não o tornam acessíveis para todos. O serviço exige carros mais luxuosos, na cor preta, e uma série de outros parâmetros que levaram, agora, a dinâmicas extremamente parecidas com as do mercado de táxi. Em São Paulo, começam a surgir as primeiras frotas de veículos da plataforma, com veículos que são alugados para terceiros em troca de valores semanais. 

Os preços variam de R$ 400 a R$ 600 por semana e incluem não apenas o carro em si, mas também a gasolina e manutenção, além de extras como as famosas água e balinhas que são oferecidas aos passageiros. Em alguns casos, até o smartphone com chip pode ser locado, e na maioria das vezes, quem realiza esse tipo de prática são os próprios motoristas, que cedem seus carros durante o período em que, eles mesmos, não estão trabalhando para o Uber.

A estratégia do Uber, que estimula a prática, visa a aumentar a frota do serviço, ao mesmo tempo em que estimula o empreendedorismo, segundo o diretor de comunicação da empresa no Brasil, Fabio Sabba.

O Uber aceita mais de um motorista cadastrado para um mesmo carro, também é possível cadastrar diversos carros em uma só conta.

Essa é uma prática que, inclusive, é citada pelos defensores do serviço como um de seus diferenciais. Para muita gente, a concentração de licença de táxi nas mãos de poucos faz com que se crie uma “máfia” que explora motoristas e gera o sucateamento do serviço. 

O Uber, entretanto, afirma que esse tipo de aluguel de veículos não apenas é permitido como incentivado. Trata-se de uma maneira de manter carros do serviço funcionando durante todo o tempo, e a plataforma, inclusive, permite o cadastro de mais de um motorista por carro. Na média que é fornecida pela plataforma, um motorista ganha de R$ 900 a R$ 1,8 mil por semana, de acordo com a quantidade de horas que trabalhar. No sistema de aluguel, o valor da locação é descontado do total, sendo o restante pago integralmente ao motorista. 

Para o Uber, é mais uma maneira pela qual se está incentivando o empreendedorismo e a economia colaborativa. Para motoristas, entretanto, é uma demonstração de que a empresa e o mundo dos táxis não são tão diferentes quanto ela faz questão de parecer. 

Por outro lado, a dinâmica do Uber já começa a criar outras iniciativas para se manter relevante. É o caso, por exemplo, da Associação dos Motoristas Parceiros das Regiões Urbanas do Brasil, que quer trabalhar com o serviço para rever os preços das tarifas – que em alguns momentos, acabam não compensando para os motoristas –, além de negociar descontos e vantagens com mecânicos, postos de gasolina e distribuidoras de doces e bebidas para os associados. Cerca de 1,5 mil motoristas já teriam mostrado interesse, 15% do total de 10 mil que circula pelo país.

EUA decidiu divergência territorial entre Brasil e Argentina

Fonte: http://www.jornaldafronteira.com.br/

Em 1870 a Argentina passou a pressionar o Brasil, pois os argentinos queriam incorporar ao seu território todo o atual Sudoeste do Paraná, e a maior parte do atual Oeste de Santa Catarina, envolvendo uma área de 30.621 km².

Esse fato deu-se porque um tratado de limites, assinado em 1750 por Espanha e Portugal, definia assim a divisa entre os dois países: a partir do Rio Uruguai, subindo pelo Peperi-Guaçu, seguia depois por linha seca até a nascente do Rio Santo Antônio e daí seguindo até o Rio Iguaçu.

Assim que terminou a Guerra do Paraguai (1870), os argentinos passaram a pressionar o Brasil, reivindicando esse território, com o argumento de que o Rio Chapecó seria o Rio Peperi e o Rio Jangada seria o Rio Santo Antônio. Com isso, eles levavam a divisa mais para leste, chegando até onde hoje é Palmas.

Essa disputa foi denominada “Questão de Palmas”, porque a maior parte da área pertencia ao então jovem município paranaense de Palmas, criado em 1879.

Como não havia acerto, Brasil e Argentina decidiram buscar um arbitramento internacional. Quem diria qual era a divisa correta seria o então presidente dos Estados Unidos, Stephen Grover Cleveland.

Para isso, a Argentina nomeou, como seu defensor, Estanislau Zeballos, e o Brasil, o Barão Aguiar de Andrade. O brasileiro morreu antes de apresentar a defesa e foi substituído por José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Barão do Rio Branco.

O principal argumento do brasileiro foi o uso “posidetis” (na região disputada, as pessoas que ali habitavam eram brasileiros; de argentinos, só havia puxadores de erva-mate, que não moravam na região).

Na verdade, tudo o que o presidente norteamericano tinha para dizer é se, no seu entendimento, a divisa era a pretendida pelos argentinos ou a defendida pelos brasileiros.

E após analisar a questão, e os argumentos dos dois lados, Stephen Grover Cleveland deu vitória ao Brasil, definindo a fronteira entre o Brasil e a Argentina, como é hoje.

Em homenagem a Grover Cleveland, a cidade de Bela Vista de Palmas mudou o nome para Clevelândia.

1 de maio de 2016

Nico Rosberg vence GP da Rússia de Fórmula 1.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br/

Pela quarta vez seguida na temporada 2016, a sétima consecutiva, Nico Rosberg chegou ao topo do pódio de uma corrida de Fórmula 1. De ponta a ponta, o alemão manteve a fase dourada e igualou ninguém menos que Michael Schumacher e Alberto Ascari, definitivamente entrando para a história da F1, além de ampliar sua vantagem no Mundial de Pilotos. 

Mesmo que, por ventura, Nico não consiga ser campeão, já é, sem dúvida alguma, em números, o melhor piloto "ainda" não campeão da história da categoria, pois são 18 vitórias, 20 segundos e 07 terceiros, no total de 45 pódios, além de 24 poles e 16 voltas mais rápidas. Alguns podem falar que Barrichello e Coulthard têm mais pódios, mas nenhum deles chegou perto do número de vitórias, e poles, além de Rosberg ter sido o único que realmente disputou os campeonatos, pau a pau, com seu companheiro, conseguindo dos vices consecutivos, algo que Patrese em 1992, Barrichello na Ferrari e na Braw e Webber em 2011/12 e 13, não conseguiram.

Lewis Hamilton cruzou a linha de chegada em segundo. Um resultado muito bom considerando todos os problemas que o britânico enfrentou, sobretudo no sábado. Depois de ter largado em décimo, o tricampeão do mundo tirou proveito de uma série de incidentes, e aliou competência e desempenho do seu Mercedes para reagir e terminar em segundo. Kimi Räikkönen, com uma Ferrari que não consegue lutar contra a Mercedes, mas que é melhor que todo o resto do grid, assegurou o resultado possível ao completar o pódio.

Valtteri Bottas bem que tentou um lugar no pódio, mas não conseguiu segurar a melhor performance da Ferrari. De qualquer forma, o finlandês assegurou um bom quarto lugar, sendo seguido pelo seu companheiro de Williams, Felipe Massa, que teve uma corrida consistente, mas não chegou a ser ameaçado e tampouco a ameaçar o finlandês. Destaque para Fernando Alonso, que conseguiu garantir o melhor resultado da McLaren até agora no ano ao cruzar a linha de chegada em sexto lugar.

Kevin Magnussen, no melhor resultado para a Renault até agora no ano, foi o sétimo colocado, com Romain Grosjean novamente chegando aos pontos ao fechar em oitavo. Sergio Pérez, na sua corrida 100, e Jenson Button, coroando uma grande jornada da McLaren em Sóchi, fecharam o rol dos dez primeiros.

Felipe Nasr, por sua vez, novamente sofreu com o desempenho da Sauber e ficou muito longe de fazer uma boa corrida em Sóchi. O brasileiro teve muitas dificuldades, passou praticamente a prova toda lutando no fundo do grid e brigando com a Manor de Pascal Wehrlein e terminou seu calvário russo apenas em 16º.

Sebastian Vettel foi quem levou a pior e bateu na barreira de pneus depois de ter sido coledidio duas vezes por Daniil Kvyat, de forma até acintosa, abandonando a corrida antes da primeira volta. Pelo incidente, o russo acabou sendo punido pouco depois com um stop-and-go de 10s. A dupla da Force India, formada por Nico Hülkenberg e Sergio Pérez, que chega ao 100º GP neste fim de semana, se envolveu em problemas, com o mexicano tendo o pneu traseiro direito furado. Rio Haryanto, Daniil Kvyat e Daniel Ricciardo também foram para os boxes, assim como Esteban Gutiérrez.


GP da Rússia:
16NICO ROSBERGALEMERCEDES1:32:41,99753 voltas
244LEWIS HAMILTONINGMERCEDES+25,022 
37KIMI RÄIKKÖNENFINFERRARI+31,998 
477VALTTERI BOTTASFINWILLIAMS MERCEDES+50,217 
519FELIPE MASSABRAWILLIAMS MERCEDES+1:14,427 
614FERNANDO ALONSOESPMcLAREN HONDA+1 volta 
720KEVIN MAGNUSSENDINRENAULT+1 volta 
88ROMAIN GROSJEANFRAHAAS FERRARI+1 volta 
911SERGIO PÉREZMEXFORCE INDIA MERCEDES+1 volta 
1022JENSON BUTTONINGMcLAREN HONDA+1 volta 
113DANIEL RICCIARDOAUSRED BULL TAG HEUER+1 volta 
1255CARLOS SAINZ JRESPTORO ROSSO FERRARI+1 volta 
1330JOLYON PALMERINGRENAULT+1 volta 
149MARCUS ERICSSONSUESAUBER FERRARI+1 volta 
1526DANIIL KVYATRUSRED BULL TAG HEUER+1 volta 
1612FELIPE NASRBRASAUBER FERRARI+1 volta 
1721ESTEBAN GUTIÉRREZMEXHAAS FERRARI+1 volta 
1894PASCAL WEHRLEINALEMANOR MERCEDES+2 voltas 
1933MAX VERSTAPPENHOLTORO ROSSO FERRARI+19 voltasNC
205SEBASTIAN VETTELALEFERRARI+53 voltasNC
2188RIO HARYANTOINAMANOR MERCEDES+53 voltasNC
2227NICO HÜLKENBERGALEFORCE INDIA MERCEDES+53 voltasNC

Confira a classificação do Campeonato de Pilotos após o GP da Rússia:
      PolesVitóriasPontos
16 NICO ROSBERGALEMERCEDES24100
244 LEWIS HAMILTONINGMERCEDES2-57
37 KIMI RÄIKKÖNENFINFERRARI--43
43 DANIEL RICCIARDOAUSRED BULL TAG HEUER--36
55 SEBASTIAN VETTELALEFERRARI--33
619 FELIPE MASSABRAWILLIAMS MERCEDES--32
78 ROMAIN GROSJEANFRAHAAS FERRARI--22
826 DANIIL KVYATRUSRED BULL TAG HEUER--21
977 VALTTERI BOTTASFINWILLIAMS MERCEDES--19
1033 MAX VERSTAPPENHOLTORO ROSSO FERRARI--13
1114 FERNANDO ALONSOESPMcLAREN HONDA--8
1220 KEVIN MAGNUSSENFRARENAULT--6
1327 NICO HÜLKENBERGALEFORCE INDIA MERCEDES--6
1455 CARLOS SAINZ JRESPTORO ROSSO FERRARI--4
1511 SERGIO PÉREZMEXFORCE INDIA MERCEDES--2
1622 JENSON BUTTONINGMcLAREN HONDA--1
1747 STOFFEL VANDOORNEBELMcLAREN HONDA--1
Campeonato de Construtores:
   PolesVitóriasPontos
1 MERCEDES44157
2 FERRARI--76
3 RED BULL TAG HEUER--57
4 WILLIAMS MERCEDES--51
5 HAAS FERRARI--22
6 TORO ROSSO FERRARI--17
7 McLAREN HONDA--10
8 FORCE INDIA MERCEDES--8
9 RENAULT--6
10 SAUBER FERRARI--0
11 MANOR MERCEDES--0