12 de setembro de 2017

Honda acerta saída da McLaren e vai para Toro Rosso em 2018.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br

Nesta terça-feira a McLaren e a Honda definiram pelo divórcio. Não é uma surpresa, longe disso, apenas a confirmação de um cenário que se pintou nas últimas semanas. O segundo casamento entre as marcas termina sem qualquer título, vitória ou pódio, apenas um rastro de decepção e vergonha que se acumulou. A McLaren agora se une à Renault, enquanto a Honda terá a Toro Rosso como parceira.

As informações são do site norte-americano 'Motorsport.com'. Segundo ele, os acordos estão todos assinados. A expectativa é de que sejam anunciados no mais tardar na próxima quarta-feira.

O relacionamento entre Honda e McLaren foi tumultuado desde o retorno, especialmente com Fernando Alonso fazendo constantes reclamações sobre o motor. Em 2017, porém, a expectativa era de um salto de qualidade e o motor japonês regrediu substancialmente, muito por terem abandonado o modelo que tinham desenvolvido em 2015 e 2016. 

O relacionamento se tornou, então insustentável. Houve até uma tentativa de paparicar Alonso como uma abertura para que ele corresse as 500 Milhas de Indianápolis, o que ajudou, mas não resolveu, pois até lá o motor deixou o espanhol a pé. Após o GP da Bélgica, o bicampeão deixou claro para a McLaren que era ou ele ou a Honda para 2018.

Enquanto Alonso conseguiu fazer a McLaren tirar a cabeça, as partes precisavam desenhar um acordo mais abrangente para que o divórcio funcionasse. Se a McLaren queria a Renault, a marca francesa deu a letra: só com a Honda ficando na F1 por meio da Toro Rosso. Outro acordo que dependeria da própria Toro Rosso acertar a rescisão contratual da Renault com um presente: o empréstimo de Carlos Sainz pelos próximos anos. No fim das contas, deu tudo certo.

O dominó da F1 que está para ser oficializado nos próximos dias pode respingar em Felipe Massa. Com Sainz na Renault, Robert Kubica fica livre no mercado — e isso já foi feito oficialmente. O polonês preenche os requisitos da Williams por ter mais de 25 anos — condição para que um dos pilotos seja garoto-propaganda da Martini.

11 de setembro de 2017

Dez veículos militares projetados e construídos no Brasil.

Fonte:  https://quatrorodas.abril.com.br

O Brasil tem um histórico de venda de veículos militares, e entre as décadas de 1970 e 1980 o país chegou a ser um dos maiores produtores mundiais, graças sobretudo ao sucesso dos blindados sobre rodas desenvolvidos pela Engesa. Exportados principalmente para os países do Oriente Médio, eles combateram diversas vezes em conflitos reais, com bons resultados. Saiba mais sobre eles a seguir.

Cascavel: Produzido em São José dos Campos pela Engesa, o blindado alcançou enorme sucesso internacional desde que começou a ser feito, em 1980. Além do Brasil, onde ainda existem mais de 200 unidades em operação, ele foi exportado amplamente para países como Iraque, Líbia, Colômbia e Chipre e, em menor quantidade, para outros países vizinhos (Bolívia, Equador, Paraguai, Suriname, Uruguai e Venezuela).

Ele compartilha alguns componentes mecânicos com o Urutu (veja mais detalhes abaixo), outro blindado produzido pela Engesa, apesar de terem propostas diferentes – enquanto o Urutu transporta tropas, o Cascavel é um veículo de reconhecimento e combate ligeiro. Seu armamento padrão é um canhão de 90 mm, além de metraladores secundárias junto à torre.

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Urutu: Provavelmente, esta é a mais conhecida de todas as “cobras” feitas no Brasil. Também, já são mais de quarenta anos desde que o primeiro Urutu entrou em ação, transportando tropas de até 12 soldados – além do motorista e do comandante. Acessibilidade sempre foi um dos pontos fortes do modelo, sendo possível a entrada e a saída dos ocupantes pelas laterais, pela traseira e pelo teto.

Além do uso intenso pelo Exército e pela Marinha do Brasil, ele também fez bastante sucesso internacionalmente. Países como Iraque, Emirados Árabes Unidos, Jordânia, Colômbia e Líbia adquiriram centenas de unidades. Mas apesar do sucesso comercial e de algumas soluções técnicas eficazes, como a suspensão traseira do tipo “Boomerang”, o Urutu tornou-se obsoleto em situações de combate atuais.

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Jararaca: Eis um caso de modelo nacional cujo foco era a exportação, e não a utilização pelas Forças Armadas daqui. Os países que mais adquiriram unidades do veículo foram Uruguai, Equador, Chipre, Guiné e Gabão, totalizando 63 exemplares vendidos para o exterior.

Produzido pela Engesa, o Jararaca é um veículo de reconhecimento de 4,16 metros de comprimento e ampla autonomia – graças ao tanque com capacidade para 140 litros de diesel, pode rodar até 700 quilômetros. Comporta três tripulantes: motorista, comandante e atirador, o qual opera uma metralhadora calibre 7,62mm. No Brasil, há apenas dois protótipos em funcionamento.

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Ogum: Mais um produto da Engesa, mas que, dessa vez, não chegou a ser feito em larga escala. Novamente, que solicitou o modelo foi Saddam Hussein, que desejava um blindado leve transportador de tropas movido por esteiras (mais eficientes que as rodas em terrenos off-road), com características similares às do alemão Wiesel. Assim, foi criado o primeiro protótipo do Ogum, em 1986.

O governo iraquiano pediu modificações, que foram feitas pela Engesa e se materializaram num novo protótipo – no total, foram produzidos quatro exemplares prévios. O ditador do país do Oriente Médio chegou a negociar a aquisição de 200 unidades do Ogum, mas, com o desenrolar dos conflitos na região, a negociação não evoluiu, e o projeto foi abandonado.

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Sucuri: Baseado na plataforma do Urutu e do Cascavel, o Sucuri foi um caça-tanques sobre rodas criado pela Engesa nos anos 80 que abria mão de parte de sua capacidade de proteção para surpreender em termos de velocidade – atingia até 115 km/h, com alcance operacional de 600 quilômetros.

O ponto alto do Sucuri era a força de ataque equivalente à de um tanque, mesmo com um peso total três vezes menor. Seu canhão de 105 mm era montado em uma torre estabilizada. Como armamento secundário, metralhadoras de 12,7 e 7,62 mm. Infelizmente, ele não chegou a entrar em produção.
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Osório: O carro de combate pesado nasceu com audácia e perspectivas de glória. Em meados dos anos 1980, o modelo foi desenvolvido pela Engesa para uma concorrência aberta pela Arábia Saudita. Submetido a testes no deserto, o protótipo do Osório superou os concorrentes do Reino Unido, França e Itália, e ficou em pé de igualdade com o famoso tanque M1 Abrams dos Estados Unidos. Houve boatos de que o contrato chegou a ser redigido, estipulando que a venda para os árabes ajudaria a financiar a compra pelo próprio Exército Brasileiro.

Na hora de fechar o acordo, porém, falou mais alto o poderio político e econômico dos americanos. O início da crise que levaria à Guerra do Golfo, em 1990, selaria de vez o destino do Osório, que ainda participaria de outras concorrências na região. Pior para a Engesa: ao investir todos os seus recursos no desenvolvimento do tanque para exportação – e sem nenhuma garantia de que o Exército Brasileiro, em grave crise financeira, fosse comprar o Osório – a empresa entraria em concordata anos depois, dando fim a um legado de expertise em blindados.

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Astros: Um dos mais bem-sucedidos modelos militares brasileiros mundo afora. Desenvolvido pela Avibras Indústria Aeroespacial em 1983, ele é um lançador de foguetes de saturação utilizado pelas forças armadas de países como Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Indonésia e Iraque – além do próprio Brasil. É capaz de lançar múltiplos foguetes, de diferentes calibres, a distâncias que variam entre 9 e 300 quilômetros, e deve ganhar uma nova versão, chamada de Astros 2020, compatível com mísseis de cruzeiro.

O Astros II esteve envolvido em algum dos mais conhecidos conflitos do século passado, como a guerra Irã-Iraque, realizada entre 1980 e 1988, e a Guerra do Golfo, ocorrida em 1990 e 1991 – em ambos os casos, serviu às tropas de Saddam Hussein com sucesso comprovado, graças à sua mobilidade e poder de fogo.

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Guarani: O mais moderno blindado de transporte médio do Exército Brasileiro teve suas primeiras unidades entregues em 2014, e deve substituir gradualmente o Urutu. Foi desenvolvido pela Iveco, companhia muito conhecida pela produção de caminhões. Com capacidade para até 11 ocupantes, o Guarani é um 6×6 com alcance operacional de até 600 km e que pode alcançar os 110 km/h de velocidade máxima.

Assim como outros veículos militares modernos, o Guarani tem uma estrutura modular, isto é, pode ser modificada e receber outros tipos de dispositivo (armas, sensores, blindagem extra, mecanismos de defesa) de acordo com a demanda. Seu casco inferior em forma de V é ideal para minimizar os danos causados por minas e explosivos, e a blindagem de série oferece protecão contra tiros de fuzil 7,62 mm. Seu armamento principal é um canhão automático de calibre 30 mm em uma torre estabilizada controlada remotamente.

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Gaucho: Pode ser tratado como um veículo militar leve de dupla nacionalidade. Isso porque seu projeto teve início em 2004, durante uma reunião no Rio de Janeiro que teve representantes das forças armadas de Argentina e Brasil. De fato, mais de 85% das peças utilizadas em sua construção são feitas nos dois países, predominantemente na Argentina.

Um dos itens feitos por aqui é o motor 2.8 movido a diesel de 130 cavalos de potência. Por ser um veículo leve (2.100 kg) para sua categoria, o Gaucho é ideal para o transporte por aviões. Possui autonomia de 500 quilômetros e velocidade máxima de 120 km/h. Comporta até quatro ocupantes, e oferece como opcionais uma metraladora calibre 7,62mm e um kit de blindagem leve.

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Marruá: Com a falência da Engesa, alguns de seus projetos pareciam fadados ao esquecimento. Um deles (o EE-12), porém, teve destino diferente graças à intervenção da Agrale. Em 2003, a companhia anunciou que retomaria seu desenvolvimento, atualizando-o para as necessidades das Forças Armadas brasileiras daquele momento. Nasceu, cinco anos depois, o Marruá.

Foi a Marinha que teve a oportunidade de usá-lo de modo pioneiro, em substituição ao Toyota Bandeirante. Nos anos seguintes, o modelo passou a ser utilizado também pelo Exército e, depois, foi exportado para países vizinhos, como Argentina, Paraguai e Equador. Sua atuação mais notável até aqui é na intervenção brasileira na missão de paz no Haiti, onde o Marruá atua como veículo de carga, de transporte de pessoal ou ambulância.
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McLaren considera ter motor próprio a partir de 2021.

Fonte:  https://br.motorsport.com

McLaren diz que consideraria a construção de seu próprio motor de Fórmula 1 quando os novos regulamentos entrarem em vigor em 2021, mas apenas se os custos caíram drasticamente.

Enquanto a equipe baseada em Woking espera acertar uma mudança para os motores da Renault para próximos anos, sabe que outras oportunidades podem se abrir em longo prazo.

Falando no GP da Itália, o diretor executivo da McLaren, Zak Brown, disse que o cenário do motor poderia estar pronto para uma mudança dramática depois que a atual fórmula chegar ao fim.

"Estamos interessados em ver qual será a nova fórmula do motor em 2021 - e consideramos fazer nosso próprio motor, ou se outras pessoas entrarão sob novas regras", disse Brown.

"Então, agora, temos que nos concentrar nos próximos três anos e, assim que conseguimos isso, então, sim, claro, temos que olhar”.

"Eu acho que o cenário na Fórmula 1 vai mudar de forma muito positiva a partir de 21, com limites de orçamento, redistribuição de receita e novas regras de motor. Por isso, é um pouco difícil tomar decisões sobre 21 com tantas coisas para mudar".

Brown disse que a McLaren precisaria saber com bastante antecedência quais serão as novas regras antes que pudesse tentar desenvolver seu motor.

"Para nós, fazer o nosso próprio motor, como é algo que nunca que fizemos antes, exigiria um bom tempo de entrega e algumas boas despesas de capital", explicou.

"Consideramos fazê-lo. Nós só precisamos ter uma compreensão da plataforma, quais são as regras e quanto isso vai custar”.

"Nós certamente não estaríamos em posição de gastar as centenas de milhões que precisa agora para desenvolver motores, então eles terão que mudar a fórmula do motor para que seja algo que economicamente seria viável para nós".

Brown acredita, no entanto, que o melhor caminho para a F1 seguir seria atrair um fornecedor independente que poderia garantir um motor competitivo. "Nós seremos muito a favor de haver um motor independente e competitivo, não apenas um motor que compõe os números", disse ele. "Os fabricantes são ótimos, abraço-os completamente. Mas seria saudável para o esporte, como já foi no passado, ter um mecanismo independente que as equipes possam usar se eles escolherem ser um motor competitivo. Essa é a chave”.

"A última vez que Cosworth estava dentro, e no final não eram competitivos. Então, não funciona para ter um motor independente se não é algo com o qual você pode ganhar corridas".

McLaren considera ter motor próprio a partir de 2021

10 de setembro de 2017

Renault F1 assina com Carlos Sainz Jr.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br

No meio de todo o jogo de bastidores envolvendo McLaren, Renault e Toro Rosso-Honda, o espanhol Carlos Sainz assinou um contrato para se tornar piloto da fábrica francesa Renault. 

As bases do acerto de Sainz com a Renault ainda não estão claras, mas as partes já colocaram a caneta no papel, segundo informou a revista inglesa 'Autosport'. O interesse da Renault por Sainz não é novo, mas a Red Bull havia negado diversas vezes a possibilidade de liberar o jovem talento - e a equipe havia se afastado. Com o surgimento da negociação da Toro Rosso com a Honda, porém, liberar Sainz para a Renault é uma forma de afrouxar a rescisão contratual da equipe B da Red Bull com os franceses.

Sainz é uma parte fundamental. Primeiro, porque desde o começo, quando Fernando Alonso mandou avisar na McLaren que seria ou ele ou a Honda na temporada 2018, a equipe de Woking passou a olhar para a Renault. A marca de Viry-Châtillon, por sua vez, condicionou a possibilidade a um acordo da Toro Rosso com a Honda. Sabe-se nos meandros da F1, que a montadora japonesa é valiosa e não pode ser apenas chutada do grid por conta de alguns anos ruins. 

Há, porém, um terceiro fator nessa questão: a Toro Rosso assinou um acordo com a Renault no fim de 2016 para o fornecimento de motores e precisaria bancar o divórcio. É aí que entra Sainz. De acordo com outra publicação, o site norte-americano 'Motorsport.com', a Renault tenta antecipar o acordo para após do GP de Singapura: atrás de ultrapassar Haas, a própria Toro Rosso e talvez até a Williams no Mundial de 2017, a quer Sainz ao lado de Nico Hülkenberg para o GP da Malásia e as cinco corridas seguintes.

A princípio, porém, o acordo é para 2018. Caso a antecipação seja efetuada, Pierre Gasly, primeiro da fila da academia de pilotos da Red Bull, assumirá o assento de Sainz na escuderia de Faenza ao menos para encerrar a temporada. Em 2018, a Honda tem o desejo de colocar um japonês. 

O acerto de Sainz abre espaço para que a Toro Rosso, com os detalhes da rescisão contratual com a Renault acertados, anuncie a parceria com a Honda, que por sua vez garante o divórcio da McLaren. O ingleses anunciam a Renault por fim. O anúncio final para essas situações é esperado para a próxima semana, para serem feitos de forma quase que simultânea antes do GP de Singapura.

Resultado de imagem para Carlos Sainz Jr.

7 de setembro de 2017

Confira abaixo a listas dos 50 carros mais vendidos em agosto/2017.

Fonte: https://www.autossegredos.com.br

O Chevrolet Onix emplacou 18.513 unidades ficando na liderança geral e também é o hatch compacto mais vendido. No segundo lugar, o Hyundai HB20 emplacou 10.377. Vendendo 7.631 unidades o Ford Ka ficou com a terceira posição. Mostrando força o Volkswagen Gol volta a ficar entre os primeiros colocados e ocupa a quarta colocação com 6.824 unidades vendidas. Fechando os cinco mais vendidos, o Renault Sandero vendeu 6.064 unidades.

Repetindo o irmão menor, o Chevrolet Prisma é líder entre os sedãs compactos com 7.412 unidades comercializadas em agosto, já o segundo lugar é do VW Voyage que emplacou 4.063 modelos. O Renault Logan ficou com a terceira posição com 3.269 unidades vendidas. Fechando o pódio dos cinco mais vendidos, o Toyota Etios Sedan ficou com o quarto lugar com 3.187 unidades emplacadas e o Hyundai HB20S ficou com o quinto lugar com 3.020 unidades vendidas.

O Toyota Corolla segue sem se incomodar com a concorrência e lidera com folga entre os sedãs médios, sendo que em agosto o sedã japonês teve 6.679 unidades emplacadas. Na segunda colocação, o Honda Civic teve apenas 1.993 unidades vendidas. Com 1.948 unidades vendidas, o Chevrolet Cruze ficou com o terceiro lugar. O quarto lugar é do Volkswagen Jetta que emplacou 1.153 unidades. Vendendo apenas 670 unidades, o Ford Focus Fastback ficou com quinta posição.

Chevrolet mantém a lidera no ranking de vendas de carros.

Fonte: https://br.motor1.com

O mês de agosto trouxe ótimas notícias para o setor automotivo brasileiro, pois com 209.817 automóveis e comerciais leves emplacados, o mercado avançou 17,36% em relação a junho e atingiu o melhor resultado mensal desde dezembro de 2015 (220.656).

Na comparação com o mesmo período de 2016, a alta foi ainda maior (+17,85%). Com o acumulado dos oito primeiros meses de 2017 (1.380.088), o mercado apresenta um avanço de 5,84%. Segundo Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave, há uma explicação para esse cenário de melhora.

"A queda nas taxas de juros e as boas notícias na retração do desemprego, fizeram com que a confiança do consumidor aumentasse. Isso fez com que as vendas em dias úteis, agosto (23 dias) comparado a julho (21 dias), fossem positivas em 4,8% na soma de todos os segmentos”, afirmou o executivo.

Chegando ao 23º mês consecutivo na liderança entre as montadoras, a Chevrolet (38.289) abriu quase dez mil unidades de vantagem sobre a Fiat (29.303), segunda pelo terceiro mês seguido. A VW, com 26.240 unidades, manteve-se em terceiro.

A Ford, superada pela Toyota em julho, retomou a quinta posição por uma diferença mínima (18.546 x 18.450) – à frente de ambas, a Hyundai foi a preferida por 20.046 consumidores. A chegada do Kwid às concessionárias ajudou a Renault (16.372) a crescer mais de 30% nas últimas semanas – menos, no entanto, do que os quase 40% de avanço da Nissan (6.946), 10ª colocada.

POS.
MARCA
TOTAL 2017
AGO 17
PART.
JUL 17
PART.
% VARIAÇÃO AGO/JUL
1
CHEVROLET
247.592
38.289
18,24%
33.502
18,73%
14,29%
2
FIAT
188.998
29.303
13,96%
24.714
13,82%
18,57%
3
VW
173.904
26.240
12,50%
22.750
12,72%
15,34%
4
HYUNDAI
130.471
20.046
9,55%
17.148
9,59%
16,90%
5
FORD
128.099
18.549
8,84%
16.066
8,98%
15,45%
6
TOYOTA
122.978
18.450
8,79%
16.779
9,38%
9,96%
7
RENAULT
102.220
16.372
7,80%
12.475
6,98%
31,24%
8
HONDA
86.812
11.893
5,67%
9.916
5,55%
19,94%
9
JEEP
56.521
8.800
4,19%
7.364
4,12%
19,50%
10
NISSAN
46.098
6.946
3,31%
5.001
2,80%
38,89%
11
PEUGEOT
16.714
2.729
1,30%
2.200
1,23%
24,05%
12
MITSUBISHI
14.339
2.490
1,19%
2.029
1,13%
22,72%
13
CITROËN
15.003
1.889
0,90%
1.717
0,96%
10,02%
14
MERCEDES-BENZ
9.000
1.503
0,72%
1.191
0,67%
26,20%
15
BMW
6.352
1.042
0,50%
1.035
0,58%
0,68%
16
AUDI
6.331
935
0,45%
823
0,46%
13,61%
17
KIA
5.563
847
0,40%
777
0,43%
9,01%
18
LAND ROVER
4.113
561
0,27%
648
0,36%
-13,43%
19
CHERY
2.211
475
0,23%
495
0,28%
-4,04%
20
SUZUKI
2.898
475
0,23%
366
0,20%
29,78%
21
LIFAN
-
383
0,18%
307
0,17%
24,76%
...
...
...
...
...
...
...
...
TOTAL

209.871
100,00%
178.821
100%
17,36%

Observação: Dados acumulados da Lifan indisponíveis no site da Fenabrave. 
Fonte: Fenabrave

5 de setembro de 2017

Alexander Rossi vence a segunda na Fórmula Indy.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br

A segunda vitória de Alexander Rossi na Indy saiu no último domingo (03/09), e em mais um circuito histórico, agora em Watkins Glen. 

O americano, ex-Fórmula 1, não se envolveu em qualquer um dos vários tumultos da corrida e foi seguro para cruzar a linha final na frente dos demais. Rossi ainda teve um problema na mangueira de combustível, mas nada que o tirasse da primeira posição.

Scott Dixon fez uma corrida totalmente ao seu estilo. Sem nunca ter o melhor carro, foi cirúrgico para ganhar posições de Ryan Hunter-Reay e Helio Castroneves e completou em segundo, ganhando muita vida na luta pelo título.

Mas o segundo lugar de Dixon ficou ainda melhor com o que aconteceu com Josef Newgarden, que não tinha um bom ritmo de corrida, tentou dividir a saída dos boxes com Will Power, perdeu o controle e bateu no muro, voltando e sendo acertado em cheio por Sébastien Bourdais. A Penske até conseguiu devolver Josef para a pista, mas o americano já era retardatário e teve de se contentar em salvar alguns pontos. A diferença para os rivais despencou com apenas uma corrida pela frente.

Hunter-Reay fez uma corrida de respeito. O americano, que não vive uma boa temporada, foi bem veloz e arrojado para salvar a terceira colocação e ir para o pódio. Castroneves chegou a liderar a prova, mas terminou em quarto, somando pontos importantes para brigar pelo título inédito daqui duas semanas. Graham Rahal e Will Power cruzaram a linha final logo atrás.

Charlie Kimball e Max Chilton não devem seguir com a Ganassi em 2018, mas conseguiram pontos importantes para o time em Watkins Glen, completando o top-10 junto com Simon Pagenaud e Carlos Muñoz. Pagenaud, aliás, segue com chances de buscar o bicampeonato.

Tony Kanaan também se complicou na saída dos boxes. Pouco depois de Newgarden e Bourdais, o brasileiro escorregou e deu com tudo no muro, abandonando a disputa ali mesmo.

GP da Watkins Glen, final:
198Alexander ROSSIEUAAndretti Honda60 voltas
29Scott DIXONNZLGanassi Honda+0.951
328Ryan HUNTER-REAYEUAAndretti Honda+7.159
43Helio CASTRONEVESBRAPenske Chevrolet+8.893
515Graham RAHALEUARLL Honda+11.886
612Will POWERAUSPenske Chevrolet+15.378
783Charlie KIMBALLEUAGanassi Honda+16.163
88Max CHILTONINGGanassi Honda+28.163
91Simon PAGENAUDFRAPenske Chevrolet+28.294
1014Carlos MUÑOZCOLFoyt Chevrolet+29.497
114Conor DALYEUAFoyt Chevrolet+30.243
1211Spencer PIGOTEUAJuncos Chevolet+32.347
1319Ed JONESINGDale Coyne Honda+33.153
147Jack HARVEYINGAndretti Honda+35.682
1521JR HILDEBRANDEUACarpenter Chevrolet+41.599
1627Marco ANDRETTIEUAAndretti Honda+52.794
1718Sébastien BOURDAISFRADale Coyne Honda+54.044
182Josef NEWGARDENEUAPenske Chevrolet+2 voltas
1926Takuma SATOJAPAndretti Honda+4 voltas


Classificação do campeonato:
GPs  Poles  Vitórias Pontos                             
1Josef NEWGARDENEUAPenske Chevrolet1604560
2Scott DIXONNZLGanassi Honda1611557
3Helio CASTRONEVESBRAPenske Chevrolet1631538
4Simon PAGENAUDFRAPenske Chevrolet1611526
5Will POWERAUSPenske Chevrolet1663492
6Alexander ROSSIEUAAndretti Honda1611476
7Graham RAHALEUARLL Honda1612466
8Takuma SATOJAPAndretti Honda1621421
9Tony KANAANBRAGanassi Honda1600375
10Ryan HUNTER-REAYEUAAndretti Honda1600373
11James HINCHCLIFFECANSchmidt Peterson Honda1601360
12Max CHILTONINGGanassi Honda1600360
13Marco ANDRETTIEUAAndretti Honda1600336
14Ed JONESINGDale Coyne Honda1600332
15JR HILDEBRANDEUACarpenter Chevolet1500315
16Carlos MUÑOZCOLFoyt Chevrolet1600298
17Charlie KIMBALLEUAGanassi Honda1610289
18Conor DALYEUAFoyt Chevrolet1600264
19Mikhail ALESHINRUSSchmidt Peterson Honda1200237
20Spencer PIGOTEUACarpenter Chevolet1100184
21Sébastien BOURDAISFRADale Coyne Honda701170
22Ed CARPENTEREUACarpenter Chevolet600169