8 de junho de 2019

Carro fabricado no Brasil é 44% mais caro do que o produzido no México.

Fonte: https://motor1.uol.com.br

Desde que a nova diretoria da Anfavea assumiu, ela tomou uma posição mais proativa para mudar a forma como o governo trata a indústria automotiva brasileira. Não faltam críticas sobre a quantidade de impostos que incidem sobre os carros e a burocracia. Para comprovar o que diz, a entidade encomendou uma pesquisa feita pela PwC Brasil, que revela que a diferença final de custo pode chegar a 44% dependendo do tipo de veículo.

A Anfavea argumenta que o México é um país com um mercado muito mais aberto do que o Brasil, e que fez acordos para isso. A indústria automotiva mexicana exporta 88% de sua manufatura, muito acima dos 22% da produção nacional. Como consequência, o México movimentou US$143 bilhões em 2017, enquanto o Brasil apenas US$26 bilhões.

E onde está a culpa? 

Em vários lugares, pois o ambiente de negócios brasileiro sofre com a burocracia excessiva, limitações logísticas e altos custos operacionais. E, é claro, impostos. Segundo a Anfavea, um carro nacional com motor 1.0 tem uma carga tributária de 37,2%, enquanto os modelos acima de 1.0 e até 2.0 pagam 43,7% de impostos, estando toda a diferença concentrada no IPI, que é de 7% nos 1.0 e sobre para 13% após essa motorização até os 2.0. Na maioria dos países, este imposto é único e muito menor. No caso do México, a carga tributária é de 16%.

Anfavea - Desempenho da Indústria Brasileira Maio/2019

Para mostrar como é difícil trabalhar com a burocracia brasileira, a PwC ainda mostrou como é o fluxo de importação de airbags. Importar as bolsas infláveis leva entre 42 a 50 dias, sem atraso. Após gerar os documentos e fazer os pagamentos necessários, anda é preciso esperar até 30 dias para deferimento. A pesquisa mostra que o Brasil gasta 2.507 homens/hora por ano em recursos humanos para calcular impostos.

"Os resultados apresentados neste levantamento indicam a necessidade extrema de atacarmos pontos que reduzam o Custo Brasil e melhorem a nossa competitividade. Medidas que estimulem o comércio exterior, melhorem a logística de distribuição e reduzam a carga tributária são urgentes para conferir uma nova dinâmica para os negócios brasileiros em diversos segmentos da economia, não somente o automotivo”, afirma Luiz Carlos Moraes, presidente da Anfavea.

Volvo condenada a indenizar cliente por infiltração no teto solar do XC60.

Segundo Decisão da 2ª turma Recursal Cível do TJRS, o autor que comprou veículo zero quilômetro com defeitos deverá ser indenizado.

O cliente adquiriu o veículo Volvo XC60, no entanto, o carro apresentou uma infiltração no teto solar. Durante o prazo de 24 meses de garantia, ele fez reclamações aos fornecedores acerca do problema, tendo ocorrido três tentativas de reparo pelo concessionário, as quais não solucionara adequadamente o problema, chegando a ser necessário o "acionamento do seguro e guincho devido ao alagamento do veículo".

O relator no TJ/RS, Exmº Juiz de Direito Dr. Alexandre de Souza Costa Pacheco, considerou que "o consumidor tem direito a adquirir produto sem vício e, no caso dos autos, ficou demonstrado que o veículo adquirido pelo requerente possuía vício oculto de fabricação que impedia a adequada utilização do bem", e ainda que o fornecedor permanece responsável pelo reparo do vício surgido no período de garantia contratual, "ainda que o conserto tenha sido realizado por terceiro após expirado o prazo, notadamente porque a concessionária ré não logrou resolver o problema de infiltração no teto solar".

O juízo da comarca de Carazinho/RS condenou a concessionária e a montadora ao pagamento de indenização de apenas R$3 mil, pelos danos morais experimentados pelo consumidor, e seguindo o voto do relator, o colegiado entendeu ser adequado o valor indenizatório fixado, e dessa forma, à unanimidade da turma manteve a sentença.

Processo: 0082033-27.2018.8.21.9000

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Foto: Reprodução de internet

Fonte: https://www.migalhas.com.br e http://www.tjrs.jus.br

Rede Globo foi condenada a conceder direito de resposta à juíza leiga do caso da advogada algemada.

A juíza de Direito Eunice Bitencourt Haddad, da 24ª vara Cível da Comarca da Capital, determinou que a Rede Globo conceda direito de resposta à juíza leiga Ethel Tavares de Vasconcelos, que teria mandado prender e algemar a advogada Valéria Lúcia dos Santos durante uma audiência que ocorria no 3º Juizado Especial Cível de Duque de Caxias.

Durante audiência, que foi realizada no 10/09/2018, a advogada pediu para acessar e impugnar pontos da contestação da operadora. No entanto, foi informada pela juíza leiga de que a audiência já havia sido encerrada.



Segundo a OAB/RJ, a juíza leiga teria solicitado que a advogada aguardasse fora da sala, mas, como ela insistiu em permanecer até a chegada de um representante da OAB, a polícia foi chamada para forçá-la a se retirar. O momento em que a advogada foi algemada e retirada da sala de audiência foi gravado.

De acordo com a decisão, "Não se pode olvidar que a atividade jornalística é capaz de influenciar seus destinatários e formar a opinião pública, o que impõe que as informações sejam prestadas com o máximo de fidedignidade. Há, assim, como limite à liberdade de informação, o compromisso com a verdade" e "...como dito pela própria ré, os convidados foram selecionados pela produção considerando que os temas a serem abordados envolveriam racismo e discriminação contra mulheres. Ou seja, a premissa adotada foi de que a advogada Valéria Lúcia dos Santos tinha sofrido tal discriminação. E, mesmo ciente de que o Tribunal de Justiça estava apurando os fatos (nos termos dos e mails acostados também pela própria ré), decidiu encampar a versão daquela, e usar a situação ocorrida, com a versão de apenas um dos lados, repita-se, para fomentar a discussão sobre o tema discriminação contra mulheres e racismo.".

O programa Encontro com Fátima Bernardes deve conceder “direito de resposta proporcional ao mesmo espaço e tempo que fora concedido à advogada Valéria Lúcia dos Santos no dia 14/9/2018”. A Globo tem quinze dias para cumprir a decisão, contados a partir da última segunda-feira, 3, sob pena de multa diária de R$50.000,00.

Para a juíza “é patente que a ré exerceu juízo de valor sobre a conduta da autora sem a adoção da prudência necessária, visto que, como já dito, tinha ciência de que os fatos estavam em apuração e, mesmo assim, deu prosseguimento à reportagem", e assim agindo decidiu encampar a versão daquela, e usar a situação ocorrida, com a versão de apenas um dos lados, para fomentar a discussão sobre o tema discriminação contra mulheres e racismo.”

O caso teve grande repercussão. Em vídeos que circularam nas redes sociais, a advogada Valéria aparece discutindo com a juíza leiga, Ethel, exigindo a leitura de uma contestação do caso que estava sendo discutido. 

A juíza leiga, então, solicitou que Valéria deixasse a sala de audiência, mas esta afirmou que só sairia na presença de um delegado da OAB. Na confusão, Ethel chamou a Polícia Militar. Ao ser abordada por um PM, Valéria retruca, e diz que “só queria fazer valer o seu direito”. Em outro momento gravado, Valéria aparece no chão, algemada. “Eu estou trabalhando! Eu quero trabalhar! Eu tenho direito de trabalhar! É meu direito como mulher, como negra, é trabalhar! Eu quero trabalhar!”.

A advogada chegou a ser levada para delegacia de Duque de Caxias após o episódio, e participou do programa da TV Globo, onde expôs sua versão – alegou ter sido vítima de racismo e que houve uso ilegal de algemas por parte da PM, além da violação de sua prerrogativa profissional. A OAB representou contra a juíza leiga.

Uma comissão interna do Tribunal de Justiça já havia decidido que não houve irregularidades na conduta da juíza leiga.

Como a decisão é de primeira instância, cabe recurso ao Egrégio Tribunal.

Processo: 0272140-16.2018.8.19.0001

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STJ condena Liesa a pagar R$70 milhões.

A Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro sofreu um pesado revés jurídico de acordo com informação do site ‘O Antagonista’. O Superior Tribunal de Justiça condenou a entidade a pagar ao cofres da Prefeitura do Rio de Janeiro, a quantia de R$70 milhões.

A decisão se deu de forma unânime pelos ministros do STJ devido à contratação da Liesa pela prefeitura no Carnaval 1995, sem licitação, causando prejuízo aos cofres públicos, segundo a decisão. O valor inicial a ser pago seria de R$ 4,8 milhões, mas corrigido pela inflação alcança agora os R$ 70 milhões.

“Tendo como uma das motivações o fato de (o governo local) ter outorgado à Liesa o direito de apropriar-se de grande parte do conteúdo econômico das festividades do Sambódromo, com uma distribuição de receita desproporcional”, diz o V.Acórdão do STJ.

Desde 1995, segundo o STJ, a Liesa é contratada a realizar os desfiles sem licitação. Na gestão do prefeito Eduardo Paes, entretanto, houve a convocação de licitação, mas ninguém se interessou em participar.

Em 100 dias no cargo, general da Itaipu já economizou R$163 milhões.

As medidas de austeridade adotadas pelo diretor-geral brasileiro de Itaipu, Joaquim Silva e Luna, já resultam numa economia de R$ 163 milhões para os cofres da binacional, empresa pública mantida pelo Brasil e pelo Paraguai.

O valor economizado equivale à metade dos recursos destinados à construção da Ponte da Integração Brasil-Paraguai, que deve custar R$323 milhões (apenas a ponte, sem considerar a perimetral que vai conectá-la à BR-277, em Foz do Iguaçu).

O balanço é referente a 100 dias de sua gestão à frente da margem esquerda da usina, completados nesta quarta-feira, 5 de junho.

Nessa conta não entram estimativas futuras de redução de outros gastos que ocorrerão com o enxugamento do escritório de Itaipu em Curitiba e, consequentemente, a transferência de quase 150 empregados para Foz do Iguaçu, centro de comando da usina. O processo de migração começa em julho e se estende até janeiro de 2020. Itaipu manterá na capital paranaense apenas uma unidade de representação, a exemplo de Brasília (DF).

Só com o cancelamento da reforma prevista para o Edifício Parigot de Souza, sede do escritório de Curitiba, a economia passa de R$4,1 milhões. Com a redução de passagens aéreas e diárias de empregados que se locomoviam entre Foz do Iguaçu e Curitiba, nos primeiros cinco meses do ano e em comparação ao mesmo período de 2018, foram economizados R$ 2,3 milhões.

Mas a redução de gastos mais significativa foi no orçamento referente a convênios. Entre cortes de convênios e desonerações, tanto em convênios atuais como os que seriam pagos ao longo dos anos. foram poupados R$ 140 milhões. Na concessão de patrocínios o corte foi de R$17 milhões.


Fonte: http://www.correiodolago.com.br

29 de abril de 2019

Banco do Brasil agora oferece saque via WhatsApp.

Usuários do Banco do Brasil já podem fazer saque usando apenas o WhatsApp. A empresa divulgou este novo serviço que utiliza um chatbot para a transação, sem necessidade de cartão para finalizar a operação.

A novidade funciona da seguinte forma: o usuário entra em contato com o chatbot pelo número (61) 4004-0001 no WhatsApp e manda as mensagens “saque sem” ou “saque sem cartão”. Assim, o assistente virtual vai pedir o valor do saque. Em seguida, basta que o usuário coloque a senha do cartão e confirme para liberar a transação.

Em seguida, o chat informa um número do saque. Nos terminais do Banco do Brasil, basta que o usuário coloque tal código na opção de “saque sem cartão” em um caixa eletrônico. O código é válido até as 23h59 daquele mesmo dia.

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Segundo o Banco, a movimentação é completamente segura, já que usa a criptografia de ponta a ponta do app mensageiro, evitando que o código possa ser rastreado. É possível fazer saques de até R$ 300 por dia em números múltiplos de R$ 10.

Com a novidade, agora o Banco do Brasil oferece 15 serviços pelo app de mensagens, o que inclui também transações financeiras e recarga de celular. O bot foi criado por uma parceria do Banco do Brasil com a IBM para utilização do Watson em seu sistema.

Fonte:https://canaltech.com.br

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Foto: Reprodução de internet

21 de abril de 2019

Carros mais vendidos em Março/2019.

O mercado automotivo brasileiro registrou 199.362 emplacamentos de carros e comerciais leves em março de 2019. Em relação ao mês anterior houve um crescimento de 5,1% nas vendas.

O ranking das maiores montadoras do Brasil, em termos de participação de mercado, continua com Chevrolet n liderança de mercado, com 18,2%, seguida pela Volkswagen atingindo 14,6%, já a Fiat vem na terceira colocação, com 12%, e a Renault surge em 4º, com 9,5% de participação. Toyota fechou em 5º, com 8,4%.


Fabricantes que mais venderam em março de 2019

Fonte: https://www.car.blog.br


Como ocorre desde o ano passado, a lista de carros mais vendidos é encabeçada pelo Chevrolet Onix, agora com 18.220 unidades emplacadas no mês, e a segunda colocação traz, mais uma vez, o Hyundai HB20, com 9.032 unidades, crescendo 12,1%, enquanto o Ford Ka também avançou 8,9% para 8.313 mantendo-se na terceira posição. 

O primeiro sedá da lista é o Chevrolet Prisma, que ocupa a quarta colocação, com 7.112 unidades emplacadas implica um crescimento de 9,4% sobre os números de fevereiro. 

Carros mais vendidos em março de 2019

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Foto: Reprodução de internet.

O Corinthians é tricampeão paulista de futebol!

Com um empate na primeira partida das finais e a vitória por 2x1 conseguida no segundo jogo, sobre o São Paulo, o Sport Club Corinthians Paulista sagrou-se tricampeão estadual paulista de futebol, o 30º título no total.

Os dois gols foram marcados por Danilo Avelar e pelo atacante Vagner Love, esse aos 89 minutos da partida, decidindo o título em favor do Timão, vez que o São Paulo havia empatado o jogo, ainda no primeiro tempo, com Antony.

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Foto: Reprodução de internet.

Vejam os quatro primeiros colocados dos últimos anos: