2 de abril de 2017

Honda começa a vender o HR-V Touring.

Fonte: https://br.motor1.com

Chega às lojas no começo de abril a nova versão topo de linha do Honda HR-V. Chamada de Touring, ela foi apresentada no Salão do Automóvel do ano passado e se diferencia pelos faróis de LED com luzes de rodagem diurna (DRL). Para acompanhar, as lanternas traseiras recebem guias de LED e lentes escurecidas.

Apesar do nome Touring, como no Civic, o HR-V mais caro não recebe o motor 1.5 turbo de 173 cv do sedã, mantendo o conhecido 1.8 aspirado de 140 cv das demais versões do SUV. Internamente, a versão top recebe acabamento cromado nas portas e novos equipamentos de comodidade e segurança, como sensores de chuva e de estacionamento traseiro, além do retrovisor fotocrômico e dos airbags laterais do tipo cortina.

O preço é de salgadíssimos R$ 105.900, contra R$ 101.400 da versão EXL, que até então era a mais cara e segue em linha normalmente. Com o lançamento, a Honda amplia a oferta do HR-V para mantê-lo na liderança de vendas do segmento, tendo o modelo uma média mensal acima de 3 mil emplacamentos. 

Honda HR-V Touring 2017
Honda HR-V Touring
Honda HR-V Touring 2017
Honda HR-V Touring 2017
Honda HR-V Touring 2017

Mini Drives da Fórmula 1.

Fonte: https://www.flickr.com/photos/officialminis

 

1 de abril de 2017

Lucas Di Grassi vence eP da Cidade do México.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br

A forma como o eP da Cidade do México deste 1º de abril se desenhou foi perto do incrível. Lucas Di Grassi largou em 15º, sofreu acidente na largada e foi aos boxes trocou de carro com 27 voltas restantes para o final, em uma estratégia arriscada, contando com interrupções para mantê-lo no jogo da bateria, mas que no fim deu muito certo. Jérôme D'Ambrosio, aliás, fez o mesmo. 

Deu muito, muito certo para o brasileiro, que fatura uma vitória para os livros da história da categoria.

A nova primeira curva do traçado do eP da Cidade do México foi tão caótica quanto era esperado na largada. Enquanto Oliver Turvey, o pole-position por herança após a punição de Daniel Abt, pulou para a frente para não ter que disputar a ponta, José María López, tentando enfim uma boa corrida, seguiu no segundo posto. Nick Heidfeld deu o pulo e tomou o P3 de Jean-Éric Vergne.

Lá atrás, porém, a confusão foi completa. Stéphane Sarrazin não fez a curva e encheu o bico na asa traseira de Lucas Di Grassi. A Audi ABT do brasileiro, por sua vez, tocou Nicolas Prost. Sarrazin e Di Grassi foram direto para os boxes, e a direção de prova chamou o safety-car. Prost, na sequência, recebeu bandeira preta com disco laranja que o obrigava a ir ao pit-lane também. António Félix da Costa se enrolou no final da primeira volta, passou direto na curva, mas não causou maiores problemas.

Se um ano atrás a vitória dele no México foi negada, agora ela foi reposta da forma mais dramática possível, claro, salvo um novo problema encontrado na inspeção da FIA. E quase que novamente com D'Ambrosio na segunda colocação. Lucas foi mal na classificação, largou em 15º apenas por punições alheias quando teria de partir de 18º. Na largada, foi achado por Stéphane Sarrazin e perdeu a asa traseira. Após 17 voltas, já havia entrado nos boxes duas vezes e trocado de carro. Era o último entre os 19 carros ainda na pista. 

A estratégia foi contar com mais safety-car, além daqueles chamados após a largada e o abandono de Oliver Turvey. D'Ambrosio fez o mesmo que Lucas, mas uma volta depois - não deu tão certo para ele, que teve de lidar com pressão. Mas o primeiro colocado até as trocas de carros, José María López, que tinha chances altas de vencer, se precipitou no ataque ao belga e saiu da pista, vendo findarem suas chances da primeira vitória ou pódio na F-E.

E Buemi cometeu o mesmo erro que López, pois o francês reclamava do carro e já havia caído para o décimo lugar após a parada nos boxes. O erro custou a chance de pontuar, e o campeonato agora vê uma briga. Se antes eram 29 pontos, agora são somente cinco que separam Buemi (79 pontos) e Di Grassi (71 pontos).

Vergne (40 pontos) se deu bem com o fim da bateria de D'Ambrosio. O belga terminou apenas no 13º lugar, enquanto o francês colocou novamente a novata Techeetah no pódio. Quem completou, no terceiro posto, o correto Sam Bird (33 pontos). Mitch Evans colocou a Jaguar no quarto lugar, com Nicolas Prost (46 pontos), López, Daniel Abt, Adam Carroll, Nelsinho Piquet e o estreante Esteban Gutiérrez indo aos pontos. 

A Mahindra tinha tudo para marcar 22 pontos - P4 e P5 -, mas Nick Heidfeld e Felix Rosenqvist se encontraram na pista a três voltas do fim e terminaram zerados. Com total honestidade, Heidfeld foi acertado por Prost, perdeu a direção e foi parar na frente do companheiro. Uma manobra que será investigada pela direção de prova.


F-E, eP da Cidade do México, Classificação Final:
1LUCAS DI GRASSIBRAAUDI ABT45 voltas
2JEAN-ÉRIC VERGNEFRATECHEETAH+1.966
3SAM BIRDINGVIRGIN+5.480
4MITCH EVANSNZLJAGUAR+9.770
5NICOLAS PROSTFRAE.DAMS+9.956
6JOSÉ MARÍA LÓPEZARGVIRGIN+10.631
7DANIEL ABTALEAUDI ABT+11.694
8ADAM CARROLLIRNJAGUAR+13.722
9NELSINHO PIQUETBRACHINA+14.156
10ESTEBAN GUTIÉRREZMEXTECHEETAH+15.717
11ROBIN FRIJNSHOLANDRETTI+21.459
12NICK HEIDFELDALEMAHINDRA+27.232
13JÉRÔME D'AMBROSIOBELDRAGON+32.646
14SÉBASTIEN BUEMISUIE.DAMS+1:01.365
15STÉPHANE SARRAZINFRAVENTURI+1 volta
16FELIX ROSENQVISTSUEMAHINDRA+2 voltasNC
17MARO ENGELALEVENTURI+7 voltasNC
18ANTÓNIO FÉLIX DA COSTAPORANDRETTI+13 voltasNC
19LOÏC DUVALFRADRAGON+20 voltasNC
20OLIVER TURVEYINGCHINA+33 voltasNC

Barrichello é convocado pela Honda para desenvolvimento do motor da Fórmula 1.

Fonte: https://naccar.com.br

Parece que o prestígio do brasileiro no cenário da Fórmula 1 é muito maior do que nós imaginávamos. Considerado por muitos como um “grande acertador” de carros, Rubens Barrichello atuará como consultor da Honda no desenvolvimento do novo motor que equipará os carros da McLaren-Honda ainda na atual temporada.

O brasileiro declarou em entrevista ao site thisisatrapf1.com, renomado internacionalmente quando falamos em notícias do esporte a motor, que o convite aconteceu de maneira emergencial, mas que seu bom relacionamento com a fabricante facilitou as negociações: “Foi em cima da hora, mas não poderia ter recusado um convite como este. Meu relacionamento com a Honda é antigo e sou próximo às pessoas da fábrica de Sakura deste os tempos da BAR-Honda“, disse o brasileiro.

Rubinho ainda completou: “Embora eu não faça parte da categoria há alguns anos, eles utilizarão meu feeling para desenvolver um motor mais robusto, como quando eu tinha na época da Ferrari, mas que se adeque à essa Fórmula 1 cada vez mais eletrônica”, explicou.
O piloto da equipe Medley da Stock Car também explicou que sua consultoria não afetará em nada sua disputa do campeonato nacional, nem mesmo ao programa automotivo em que participa no SBT: “Farei minha programação com a Honda nas ‘janelas’ que não tenho provas. Isso também não afetará ao ‘Acelerados’, pois já temos muitos programas gravados”, disse o experiente piloto brasileiro.

Sebastian Vettel vence GP da Austrália de Fórmula 1.

Fonte: http://grandepremio.uol.com.br/

Sebastian Vettel venceu a primeira corrida do Mundial de F1 em 2017, na base da competência e também da estratégia correta da Ferrari. Lewis Hamilton liderou a prova nas primeiras 17 voltas, quando foi aos boxes para colocar pneus macios. Vettel só fez sua parada sete giros depois e partiu para a fase fina da disputa com os macios, voltando à frente do rival. Daí em diante o alemão realizou uma prova absolutamente segura e não foi mais superado para ser o primeiro a cruzar a linha de chegada no circuito Albert Park, que foi palco de uma corrida com poucas emoções e ultrapassagens, como já era previsto em razão da grande pressão aerodinâmica dos novos carros.

Hamilton teve de se conformar com o segundo lugar, que acabou tendo um gosto amargo depois de ter saboreado mais uma a pole-position. Lewis ainda teve de segurar a pressão do seu novo companheiro de equipe, Valtteri Bottas, que apresentou um desempenho sólido e já faturou seu primeiro pódio pela Mercedes. 

Kimi Räikkönen, extremamente apagado, bem diferente do seu colega de equipe, foi o quarto, enquanto Max Verstappen completou a prova logo depois. 

Felipe Massa garantiu a sexta posição, à frente de Sergio Pérez, da Force India, mas seu desempenho deixou claro que a Williams não terá condições de brigar com Mercedes, Ferrari e talvez até RedBull, e sofrerá com a sombra da Hass, Toro Rosso e Force Indian.

A Toro Rosso colocou seus dois pilotos no top-10 com Carlos Sainz em oitavo e Daniil Kvyat em nono. Esteban Ocon, parceiro de Pérez na Force India, faturou seu primeiro ponto na F1 ao terminar em décimo. Destaque também para a ótima performance do também novato Antonio Giovinazzi, que fechou em 12º com a Sauber.