24 de novembro de 2019

"Quero o mundo de novo", novamente, outra vez!

Em 1981 o time de Zico, Júnior, Leandro e companhia foi Campeão Mundial Interclubes no Japão, será que em 2019 o Flamengo de Bruno Henrique, Arrascaeta, Gabigol e companhia será campeão no Qatar?

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Fotos: Reprodução de Internet

O Flamengo é campeão da Libertadores da América pela segunda vez!

Em uma final épica, disputada no Estádio Nacional do Peru, em Lima, o Clube de Regatas do Flamengo venceu de virada, por 2x1, o tradicional clube argentino, River Plate, e por essas coincidências que somente os céus explicam, no mesmo dia 23 de novembro, o Rubro-Negro repetiu o feito de 1981, conquistando a Copa Libertadores da América pela segunda vez.

Gabriel Barbosa foi o herói da partida histórica, com dois gols nos momentos finais do jogo, aos 43 e aos 46 minutos do segundo tempo, e com isso, classificou o mais querido para disputar o Campeonato Mundial Interclubes, no qual o Flamengo terá a chance de disputar o bicampeonato mundial, provavelmente contra o mesmo Liverpool, como em 1981.

Com esse título, o Flamengo conquistou, de lambuja, o direito de disputar também o Mundia de Clubes de 2021, o primeiro que terá o novo formato com 24 clubes, lembrando que tal direito também será dado ao campeão da Libertadores de 2020, que será conhecido em partida jogada no estádio do Maracanã, no Rio de Janeiro.

Não podemos deixar de parabenizar o River Plate pela bela partida disputada na defesa do título, o que proporcionou aos torcedores e espectadores assistirem um grande jogo de futebol.

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Fotos: Reprodução de Internet

Vejamos os melhores da América:

13 de novembro de 2019

O Seguro obrigatório DPVAT está com seus dias contados!

O governo federal anunciou a edição de uma medida provisória que prevê a extinção do seguro obrigatório DPVAT (Danos Pessoais por Veículos Automotores Terrestres) a partir de 1º de janeiro de 2020. 

Segundo informado, os acidentes ocorridos até 31 de dezembro ainda seguem cobertos pelo DPVAT, de modo que a atual gestora do seguro, a Seguradora Líder, continuará até 31 de dezembro de 2025 responsável pelos procedimentos de cobertura dos sinistros ocorridos até 31 de dezembro de 2019. Após o dia 31 de dezembro de 2025, a União sucederá a seguradora nos direitos e obrigações envolvendo o seguro.

De acordo com o Ministério da Economia, a medida tem como objetivo evitar fraudes (quase 12 mil só em 2018) e amenizar ou eliminar os custos de supervisão do seguro por parte do setor público. O governo afirma que o Consórcio do DPVAT contabiliza um total de R$8,9 bilhões, sendo que o valor estimado para cobrir as obrigações efetivas do seguro até o fim de 2025 é de aproximadamente R$ 4,2 bilhões. O valor restante, cerca de R$ 4,7 bilhões, será destinado à Conta Única do Tesouro Nacional, sob a supervisão da Superintendência de Seguros Privados (Susep), em 3 parcelas anuais de 2020 a 2022.

Em 2019, o valor a ser pago pelo seguro DPVAT varia de R$ 16,21 (automóveis e camionetas ​​particulares /oficiais, missão diplomática, corpo consular e órgão internacional, táxis, carros de aluguel e aprendizagem) a R$ 84,58 no caso de motos e similares.

O seguro foi criado para indenizar qualquer vítima de acidentes de trânsito ou atropelamentos, em todo o território nacional, e as indenizações podem ser requeridas em casos de morte, invalidez permanente ou para pagamento de despesas médicas suplementares. No caso de morte, o valor pago é de R$ 13.500 e de invalidez permanente de R$135 a R$13.500. Já para pagamento de despesas médicas, o teto é de R$2.700.

Com a extinção do seguro obrigatório, este tipo de coberturas deixarão de existir, e consequentemente não haverá indenização a ser paga. 

Atualmente, o DPVAT também ajuda a financiar as despesas do SUS, tendo 45% de sua arrecadação destinada ao sistema, só em 2018 o repasse foi de R$ 2,1 bilhões. Outros 5% são usados pelo Denatran em campanhas de conscientização e educação no trânsito (cerca de R$233 milhões no ano passado). Os demais 50% são usados para pagamentos de indenizações às vítimas. Em 10 anos, mais de 4,5 milhões de cidadãos acidentados foram indenizados, sendo 485 mil desse total casos fatais.

O fim do DPVAT terá de ser votado, após a edição da MP, em até 120 dias pelo Congresso, ou a medida perderá a validade.

Fonte: https://motor1.uol.com.br/


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Fotos: Imagens meramente ilustrativas - Reprodução de internet.

Veneza tem maior inundação em mais de 50 anos.

A cidade italiana de Veneza ficou inundada devido à maior maré dos últimos 50 anos. O nível da água atingiu 1,87 metro. Muitas outras praças da cidade ficaram inundadas, incluindo a de São Marcos.

Apenas uma vez, desde que há registros, verificou-se uma maré mais alta: 1,94m em 1966.

A Basílica de São Marcos ficou inundada. É a sexta vez em 1.200 anos que isso ocorre, de acordo com os dados disponíveis. Quatro dessas inundações aconteceram nos últimos 20 anos.

O pico da subida das águas ocorreu por volta das 22h da noite de ontem (12/11).

O presidente da Câmara de Veneza, Luigi Brugnaro, informou, pelo Twitter, que algumas escolas estão fechadas e aconselhou as pessoas a ficarem em casa. Nesta quarta-feira é esperado novo pico da maré.

Brugnaro pediu ajuda ao governo para reparar os prejuízos, afirmando que vai declarar estado de desastre.

“A situação é dramática. Pedimos ajuda ao governo. Os custos vão ser elevados. Este é o resultado das mudanças climáticas”, disse Brugnaro no Twitter.

Um projeto para proteger a cidade das marés está sendo desenvolvido desde 2003, mas tem sido marcado pelo aumento de custos, escândalos e atrasos. O plano é criar comportas flutuantes para proteger Veneza nas marés altas.

Fonte: https://exame.abril.com.br/

Basílica de São Marcos fica inundada com os altos níveis de água em Veneza

Taxa de crédito imobiliário se aproxima do menor nível da história.

Com a inflação sob controle e a perspectiva de novos cortes nos juros básicos da economia até o fim do ano, a taxa cobrada de quem busca o crédito imobiliário caminha a passos largos para o menor nível da história, o que pode ocorrer já em 2020, segundo analistas do setor. 

Essa expectativa foi impulsionada pela maior concorrência entre os bancos e pela retomada dos financiamentos da Caixa Econômica Federal neste ano. O movimento já se reflete em alta de vendas e lançamentos.

A previsão de redução das taxas de financiamento imobiliário acompanha as quedas da Selic, os juros básicos, hoje em 6% ao ano. A maior parte do mercado financeiro prevê que a taxa caia para 5% ao ano até o fim de 2019, enquanto os mais otimistas falam em 4,75%.

Assim, o juro médio dos empréstimos para compra da casa própria ficou em 7,73% ao ano em junho, conforme dados do Banco Central (BC), que consideram financiamentos para pessoas físicas com recursos direcionados. É um nível parecido com o de fevereiro de 2013, o mais baixo da série, quando estava em 7,69%. Naquela época, porém, a Selic foi cortada para 7,25% ao ano, em um movimento considerado “artificial” – tanto é que o juro baixo não durou muito tempo, e a taxa voltou a subir logo em seguida.

Agora, no entanto, o cenário é diferente: bancos e construtoras acreditam que um novo piso histórico nos juros do crédito imobiliário deverá acontecer naturalmente, graças ao ajuste fiscal em curso no País, à inflação baixa e à tendência de novos cortes na taxa Selic.

“Se o Banco Central confirmar a expectativa atual de baixar ainda mais a Selic, é natural que haja adequação das taxas de juros do financiamento”, avalia o economista-chefe do Sindicato da Habitação de São Paulo (Secovi-SP), Celso Petrucci.

O setor estima que a redução de cada ponto porcentual nos juros básicos represente um desconto de 7% a 8% na parcela do financiamento, o que significa que ela passa a caber no bolso de mais consumidores. 

Também está no horizonte o novo modelo de crédito para a casa própria, que substitui a Taxa Referencial (TR), hoje zerada, pela inflação corrigida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), em 3,22% nos últimos 12 meses até julho. O modelo deve entrar em vigor nos próximos dias, segundo o presidente da Caixa, e a expectativa do setor é que a mudança abra espaço para juros menores.

O copresidente da MRV Engenharia, Rafael Menin, diz acreditar que o mercado nacional poderia até dobrar de tamanho em dez anos caso haja redução dos juros do financiamento associada ao crescimento sustentável do Produto Interno Bruto (PIB) e à estabilidade política. “Em uma década, o mercado pode sair do patamar de produção de 600 mil imóveis por ano para um degrau de mais de um milhão de unidades por ano”, calcula Menin. A construtora vem ampliando os negócios e espera chegar a 50 mil unidades lançadas neste ano.

Apesar do cenário positivo para o setor, a perspectiva de uma nova crise econômica internacional, que se desenha no horizonte, poderia fazer com que o Brasil voltasse a subir a taxa Selic e, por consequência, a taxa cobrada no financiamento imobiliário aumentasse.

A crise internacional entrou no radar nos últimos dias, após uma sinalização de juros de longo prazo mais baixos nos Estados Unidos, o agravamento da guerra comercial entre americanos e chineses e a previsão de menor crescimento mundial.

O diretor de Economia da Anefac, Roberto Vertamatti, estima que se o cenário de crise internacional se confirmar, ela pode se refletir no Brasil levando a uma desvalorização do real ante o dólar e a uma resposta do Banco Central no aumento dos juros.

Ele avalia que uma nova crise poderia ser particularmente ruim para o Brasil, em um momento em que o País começa a dar os primeiros sinais de recuperação. “A crise internacional poderia comprometer os resultados do PIB de 2020 e 2021.”

Já o coordenador do MBA de gestão financeira da Fundação Getulio Vargas (FGV), Ricardo Teixeira, pondera que, embora possa haver mudança no cenário internacional, isso não deve ocorrer em menos de um ano.

Com vendas e lançamentos em alta, além da perspectiva de juros baixos para o financiamento os analistas do setor imobiliário estão animados com o momento. Isso porque, com os juros em baixa, as vendas de imóveis residenciais na cidade de São Paulo cresceram em junho, segundo o Secovi. Naquele mês, foram vendidas 6.319 unidades, resultado 176% maior que no mesmo mês de 2018. Já os lançamentos responderam por 9.415 unidades – salto de 218,8% em comparação ao mesmo mês de 2018.

Embora parte desse crescimento possa ser explicada pela base mais fraca de comparação, já que a economia foi paralisada pela greve dos caminhoneiros entre maio e junho de 2018, o resultado pode ser considerado bastante expressivo, dizem especialistas do setor.

As vendas, de 6.319 unidades em junho, superaram até mesmo o resultado de dezembro passado (5.204), que costuma ser o mês mais forte do ano para a venda de apartamentos, e além disso, as vendas de junho foram 110,8% maiores do que a média de negócios na cidade em 12 meses, que chegou a 2.997 unidades.

Segundo o Secovi, a inflação sob controle e o encaminhamento da reforma da Previdência no Congresso geraram um ambiente positivo e de mais confiança, que deu mais segurança para que as empresas lançassem mais projetos e ampliassem as vendas de unidades.

“Esses aspectos, aliados à manutenção dos preços dos imóveis e à demanda do consumidor, reprimida pelos anos de crise, colaboraram para os resultados”, ressaltou o presidente do Secovi-SP, Basilio Jafet.

Os resultados fizeram o sindicato revisar as projeções para os lançamentos deste ano. A estimativa é que o mercado encerre 2019 com um patamar entre 37 mil e 41 mil unidades lançadas, o que representaria uma alta de até 10% em comparação com 2018, quando foram lançadas 37 mil unidades.

Celso Petrucci, do Secovi, avalia que as quedas sequenciais dos juros do financiamento imobiliário foram essenciais para convencer as famílias que ainda estavam em dúvida se valia a pena comprar um imóvel.

O economista destacou, ainda, a importância do programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) para o mercado. Segundo Petrucci, 37% dos lançamentos foram enquadrados no programa no primeiro semestre. “Isso significa dizer que mesmo as pessoas preocupadas com o desemprego estão adquirindo seu primeiro imóvel e acessando a casa própria. Elas voltaram com força ao mercado imobiliário”, destacou.

Em todo o País, vendas e lançamentos também avançaram, segundo dados da Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc). As vendas líquidas – que excluem as unidades devolvidas no período, cresceram 9,8% de janeiro a maio. Já os lançamentos cresceram 4,8% no mesmo período.

A liberação de crédito imobiliário também subiu no primeiro semestre. Os financiamentos somaram R$ 33,7 bilhões, alta de 33 3% ante o mesmo período de 2018. A Abecip, que reúne entidades de crédito, aumentou a previsão de aumento dos empréstimos para compra de imóveis para o ano, de 7% para 13%, o que deve totalizar R$ 132 bilhões.

O presidente da entidade, Gilberto Duarte, avalia que novos cortes nas taxas dependem de uma demanda maior por parte dos consumidores. “Os bancos estão com apetite. Tem competição. Mas ainda falta o consumidor ficar um pouco mais ousado para demandar o crédito.”

Fonte: https://exame.abril.com.br/

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Ilustração: Reprodução de Internet

11 de novembro de 2019

Estação Primeira de Mangueira moderniza seu brasão!

A atual campeã do carnaval, a Estação Primeira de Mangueira modernizou o seu brasão. 

A criação foi elaborada por meio de convênio com Instituto Europeu de Design (IED), algo inédito entre as escolas de samba cariocas. A agremiação divulgará detalhes da nova imagem nos próximos dias.

Fonte: https://www.srzd.com/

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Chevrolet Bolt EV já está à venda no Brasil.

A Chevrolet inicia oficialmente a pré-venda do Bolt EV no Brasil, começando a ser ofertado em 12 cidades: São Paulo, Campinas, São José dos Campos (SP), Rio de Janeiro (RJ), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Curitiba (PR), Porto Alegre (RS), Florianópolis, Joinville (SC), Recife (PE) e Vitória (ES).

O Bolt vem com motor exclusivamente elétrico, capaz de acelerá-lo de 0 a 100 km/h em aproximadamente 7 segundos, graças ao conjunto propulsor entrega 203 cv de potência e 36,7 kgfm de torque em qualquer faixa de rotação.

No aspecto de segurança, o Bolt traz 10 airbags, assistente de permanência na faixa, alerta de ponto cego, aviso de tráfego traseiro cruzado, alerta de colisão frontal e sistema de frenagem automática com detecção de pedestres para mitigar acidentes.

Nessa linha 2020 ele conta com câmeras de alta definição para visão 360 graus que auxiliam manobras de estacionamento e ficam localizadas nas extremidades do veículo, possuindo ainda uma tecnologia que transforma o espelho retrovisor central numa tela que projeta imagens da parte traseira em maior ângulo.

As dimensões do Chevrolet Bolt são 4.165 mm de comprimento, 1.765 mm de largura e 1.610 mm de altura. O entre-eixos é de 2.600 mm, enquanto o peso de 1,6t é distribuído de forma quase simétrica entre os eixos. 

Como as baterias ficam localizadas sob o assoalho plano e o motor elétrico é bastante compacto, o espaço interno é surpreendente, inclusive o do compartimento de bagagens. Sua capacidade vai de 478 a 1603 litros (com os bancos traseiros rebatidos), medidas semelhantes ao do Chevrolet Equinox.

O primeiro lote do Bolt EV começa a ser entregue aos consumidores a partir do início do próximo ano, e os carros já virão equipados com a nova geração de baterias, que proporcionam a maior autonomia da categoria, (10% mais eficiente devido a nova composição de seus elementos químicos), com 66 kWh de capacidade, configuração recém-lançada nos Estados Unidos, onde o produto é produzido.

Segundo a Chevrolet, o custo estimado por quilômetro rodado do elétrico da Chevrolet é até quatro vezes inferior ao de um modelo flex do mesmo porte, e inferior ao de híbridos também.

De acordo com o ciclo norte-americano EPA, o Bolt EV percorre, em média, 416 km a cada recarga completa da bateria, a distância pode variar conforme a forma de condução e a maior utilização do sistema regenerativo que aproveita a energia dissipada em frenagens e desacelerações para ampliar sua autonomia e garantir tranquilidade ao usuário em viagens mais longas.

O Bolt EV pode ser conduzido no modo One Pedal (um pedal), assim, basta aliviar a pressão do pedal do acelerador para que o veículo reduza instantaneamente a velocidade e inicie a frenagem de forma otimizada a fim de aproveitar a energia dissipada do sistema para incrementar a autonomia.

Os interessados pelo mais crossover elétrico podem fazer as reservas através da página da Chevrolet na internet ou em qualquer uma das 25 concessionárias credenciadas, que, além da tradicional exibição e demonstração do produto, estarão aptas a realizar serviços como os de manutenção, e credenciadas para oferecer o aparelho de recarga rápida para ser instalado na garagem do cliente, que são 4x vezes mais eficiente que a recarga numa tomada 220V convencional, o aparelho de recarga rápida fornece uma quantidade de energia por hora suficiente para que o veículo rode aproximadamente 40 km. Neste caso, a recarga completa das baterias leva aproximadamente dez horas.

Já em eletropostos de alta voltagem, bastam 30 minutos de recarga para o carro rodar mais cerca de 160 km. O Bolt EV conta com garantia de três anos para o veículo e de oito anos para as baterias de íon-lítio.

O plano de revisão segue o padrão global da marca para carros elétricos, que tem uma manutenção bem mais simplificada e espaçada do que os modelos a combustão tradicionais que necessitam de troca de óleo, velas, correia e diversos filtros, por exemplo, com isso, até os 240.000 km, os principais serviços de revisão do Bolt EV se concentram nas trocas de itens de desgaste decorrentes do uso do veículo, como o filtro ar-condicionado e as pastilhas dos freios.

Fonte: https://www.car.blog.br/

Chevrolet Bolt já está à venda no Brasil - preço R$ 175 mil
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Intérprete Preto Jóia está de volta à Imperatriz Leopoldinense.

Na tarde desta segunda-feira, 11/11/2019, o presidente Luiz Pacheco Drumond acertou o retorno de Amauri Bonifácio de Paula, conhecido no mundo do samba como Preto Jóia, ao carro de Som da Imperatriz. 

"Ih, gente!
Vamos chegando! 
Dá licença!
Alô Nação Leopoldinense! 
Chegou a hora!"

O Cantor fará dupla com nosso Intérprete Arthur Franco no desfile de 2020, quando a agremiação, no grupo de acesso, reeditará o consagrado “Só dá Lalá”, samba que ajudou na conquista do bicampeonato, em 1981, e agora terá a dura missão de devolver uma das maiores campeãs da Sapucaí ao Grupo Especial.

Fonte: http://www.galeriadosamba.com.br/